Dietas e Dieta

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remedio emagrecer.

Viagra pode se tornar remédio para emagrecer
Medicamento para disfunção erétil ajudou a converter células de gordura em ratos no laboratório, mas cientistas ainda precisam estudar uso em humanos
Novas evidências sugerem que o Viagra, um medicamento para disfunção erétil, pode ter outro uso: ajudar a queimar a gordura em excesso.

A droga, genericamente conhecida como sildenafil, ajudou a converter indesejáveis células brancas de gordura em células bege de gordura que queimam energia em ratos de laboratório, de acordo com o que pesquisadores da Universidade de Bonn, na Alemanha, reportaram no periódico The Journal of the Federation of American Societies for Experimental Biology.

Já se sabia que os ratos que recebiam Viagra tornavam-se menos propensos à obesidade quando alimentados com uma dieta rica em gordura. O que não estava claro era a razão disso.

O Dr. Alexander Pfeifer, diretor do Instituto de Farmacologia e Toxicologia da Universidade, disse que já tinha algumas pistas: o Viagra funciona impedindo a degradação do mensageiro intercelular cGMP. Há muito tempo que Pfeifer vem testando os efeitos do cGMP em células de gordura.
Assim, ele deu o medicamento aos ratos por sete dias e monitorou suas células de gordura. Como se viu, as incômodas células brancas de gordura, que estão associadas com problemas como os temidos pneus sobressalentes, estavam sendo convertidas em um tipo benéfico de células de gordura a uma taxa maior do que a habitual. Pfeifer considerou os resultados "muito promissores".

Ainda assim, ele adverte sobre tomar o medicamento apenas para fins de emagrecimento. "A ideia de ingerir uma pílula e a obesidade ir embora é um sonho, mas não é fácil de se conseguir", disse ele. "O que estamos fazendo é uma pesquisa básica com ratos. Esta pílula é aprovada pela Administração de Alimentos e Medicamentos para um propósito particular."

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Orlistate: o remédio que emagrece até 8kg.

Orlistate: o remédio que emagrece até 8kg
Se só a dieta não tem sido suficiente para eliminar os quilos extras, que tal recorrer a um aliado para potencializar a perda de peso? A cápsula com orlistate (composto emagrecedor) é indicada por especialistas, tem venda/consumo aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e impede que o organismo armazene até 30% da gordura ingerida! Saiba como tomar, onde comprar e confira, ainda, um cardápio para seguir!

Descubra o orlistate

Como ele funciona?

O endocrinologista Geraldo Santana diz que "o orlistate age no tubo digestivo, inibindo as lipases gastrointestinais, que são enzimas que absorvem as gorduras". Ou seja, ele impede que o organismo armazene parte da gordura ingerida, eliminando-a pelas fezes.

Quanto?

Até 30%! Em um ano, apenas ingerindo o orlistate, você consegue perder até 10% do seu peso! Mas atenção: se almoçar e jantar alimentos gordurosos, o efeito será menor, claro. Por isso, alie o uso do medicamento a uma dieta saudável e aproveite ao máximo os benefícios da poderosa cápsula!

Aprovadíssimo!

O orlistate é o único composto emagrecedor aprovado pela Anvisa, pois a cápsula não age na circulação nem no sistema nervoso central, apenas no tubo digestivo. Daí não causar dependência química.

Efeitos colaterais

Como a gordura que não é absorvida pelo corpo acaba sendo eliminada pelas fezes, o uso do composto pode causar reações de natureza gastrointestinal. Ou seja: fezes moles, incontinência fecal, flatulência e dores abdominais. Nada agradável, é bem verdade… Mas vale salientar que, caso surjam, tais efeitos colaterais tendem a ocorrer apenas nos primeiros três dias. E diminuem sensivelmente quando as cápsulas são combinadas a uma dieta com baixa ingestão de gordura.
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O remédio que emagrece sem exercícios.

O remédio que emagrece sem exercícios
Uma medicação comum, que já está no mercado há 15 anos, chamada amlexanox (Aphthasol®) e usada para tratar aftas, pode ser a droga que vai ajudar as pessoas a emagrecer sem fazer exercícios ou dieta.
Pelo menos funcionou assim com ratos. O estudo feito por pesquisadores da Universidade de Michigan (EUA) injetou amlexanox nos amimais enquanto eles mantinham uma dieta hipercalórica e estavam obesos. Mesmo sem fazer exercícios (seus movimentos foram rastreados com laser para se certificar que não estavam se exercitando), os ratos perderam peso.
Se o amlexanox funcionar em humanos, e isso significa um grande "se", o Dr. George Braid da Divisão de Obesidade Clínica e Metabolismo no Centro de Pesquisa Biomédico Pennington, da Universidade do Estado de Louisiana (EUA), diz que será uma história como a do viagra – uma droga inicialmente usada para tratar uma condição, a dor no peito, que acabou se revelando efetiva para tratar outra condição, a disfunção erétil.
Novo remédio engana o corpo para emagrecer, dá força e resistência
E como funciona o amlexanox nos ratos?
Um dos problemas das dietas, segundo o pesquisador Dr. Alan Saltiel, principal autor da pesquisa na Universidade de Michigan, é que o organismo ajusta o metabolismo para a nova entrada de calorias da dieta, tentando "proteger o peso" adquirido.
O amlexanox parece alterar essa resposta metabólica, fazendo o rato consumir mais energia, alterando o mecanismo da termogênese e gerando um pouco mais de calor.
Os testes em humanos devem começar no fim do ano e responder a dúvidas como se a nova droga vai funcionar conosco e se será segura para consumo humano. Também, preocupações como as consequências do aumento na temperatura corporal para nossos órgãos internos devem ser estudadas.

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Jovem toma remédio para emagrecer e morre em Goiás.

Jovem toma remédio para emagrecer e morre em Goiás
Mistura com antidepressivo pode ter provocado reação alérgica
Uma mulher de 26 anos morreu depois de supostamente misturar

remédios de uso controlado. Ela deu entrada com reação alérgica em um posto de saúde na cidade de Aparecida de Goiânia (GO), na manhã de quinta-feira (27), e faleceu pouco tempo depois.

De acordo com o coordenador da rede ambulatorial, Marcelo Musa Abed, Juliana Paula Silva chegou à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) sentindo falta de ar, coceira, dores no peito e outros sintomas. Durante a consulta, ela e familiares contaram sobre o uso de fluoxetina, um antidepressivo, e de sibutramina, um moderador de apetite. Os dois remédios são de uso controlado e só podem ser comprados com receita.

A equipe que atendeu Juliana entrou em contato com o CIT (Centro de Informação de Toxicologia) e foram informados por uma médica que os sintomas poderiam ser de uma alergia, causada pela mistura dos dois medicamentos. Os sintomas pioraram e a jovem morreu na unidade.
Ela já tinha dado entrada no mesmo local no dia anterior, segundo Abed, mas não disse ao médico que tomava medicamentos de uso controlado.

— Na quarta-feira ela foi consultada, mas não mencionou o uso destes dois remédios. Ela se queixava de alergia, ficou em observação e foi liberada. Apenas no último atendimento que o médico tomou conhecimento.

Apesar do indício de que a morte possa ter sido causada pela mistura do antidepressivo e do moderador de apetite, o corpo de Juliana foi levado ao IML (Instituto Médico Legal), onde os legistas devem emitir um laudo informando o que causou o óbito.

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Remédio para emagrecer: prós e contras.

Remédio para emagrecer: prós e contras
Saiba quais são os efeitos colaterais dos remédios para emagrecer e veja se vale a pena usá-los
Perder aqueles quilinhos indesejados é um dos grandes desejos da maioria das mulheres. E o remédio para emagrecer se torna uma tentação para elas. Mas será que vale a pena? Veja os prós e contras e todos os detalhes dessa "mágica".

Você realmente precisa?

Noradrenalina, esse é o nome da "mágica". Um hormônio que age no centro da fome, lá no cérebro, controlando o apetite. E as anfetaminas cuidam dessa tarefa, aumentando a quantidade desse hormônio no seu corpo. Anfepramona, fenproporex e manzidol compõem a família dessa substância química, que ganhou fama por combater a obesidade controlando a gula. O problema é que junto com um apetite magrinho vem uma lista extensa de reações desagradáveis – boca seca, alterações de humor, dor de cabeça, insônia, taquicardia, euforia, falta de ar, hipertensão, irritação, dependência (quanto mais você toma, mais precisa), prisão de ventre, depressão, crises de ansiedade e pânico, como adverte Elisaldo Carlini, do Cebrid. Pois é, nada inofensivas, as anfetaminas só deveriam ser indicadas para pacientes com índice de massa corpórea (IMC) maior de 30 ou aqueles com IMC entre 26 e 30 com histórico de colesterol alto, pressão alta ou diabetes. Uma garota que mede 1,65 metro e pesa 70 quilos – gordinha para entrar numa calça tamanho 40 – tem IMC igual a 26. "O remédio é importante para casos em que a saúde pode ficar comprometida por conta do excesso de peso", ressalta Claudia Cozer, endocrinologista da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), em São Paulo. Pense bem se vale a pena se seu problema não passa de 10 quilos.

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O REMÉDIO PARA EMAGRECER ESTÁ DENTRO DE NÓS.

O REMÉDIO PARA EMAGRECER ESTÁ DENTRO DE NÓS

Você é uma daquelas pessoas que está sempre procurando o remédio perfeito para perder peso. Você quer perder peso. Você quer eliminar a gordura em excesso na barriga, nos quadris, nas nádegas, nas coxas e braços. Você quer ter uma boa aparência e sentir-se bem. Quem não quer, certo? Mas há realmente algum remédio mágico para perder peso? Existe realmente um plano infalível para você perder peso e estar em forma? Veja este artigo sobre perda de peso

Será verdadeiro que é possível perder peso e manter a gordura longe!

Há uma fórmula, um remédio perfeito para emagrecer e você pode consegui-lo agora. Este remédio envolve três coisas: dieta, exercício e suplementos. Esses fatores serão discutidos em detalhe de modo a que você possa entender como perder peso e mantê-lo para o seu bem-estar.

Fator número um: dieta

As pessoas estão acostumadas a comer três refeições por dia. Isto não é adequado para que se consiga perder peso. Atingir o peso e o corpo ideal significa que você tem que comer os alimentos certos, na quantidade certa e na hora certa. São três características importantes! O remédio para emagrecer está no comer corretamente, o que vai ter um efeito muito grande nos seus objetivos de perda de peso.

A partir de agora, você tem que comer 6 vezes por dia, mas em pequenas porções. Existe um limite mínimo e máximo para todos. Você pode comer até ao máximo, mas nunca deve ir além ou abaixo do mínimo. Aqui está a lista do que pode comer em cada grupo de alimentos.

Os cereais integrais (pães, arroz, massas e derivados) 5 a 11 porções por dia. Uma dose é igual a metade de um copo de arroz integral ou um pão de trigo integral do tamanho de um CD. Uma obrigação importante para a sua dieta.

Carne magra (sem a pele ou gordura). Diga não à carne de porco. Coma 2 a 3 porções por dia, uma porção do tamanho da caixa de fósforos.

Frutas e Vegetais, 5-6 porções por dia. Sirva-se em proporções favoráveis do tamanho de uma bola de beisebol.

Óleo/ Açúcar / sal – o mínimo possível

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Jovem morre após usar remédio para emagrecer.

Jovem morre após usar remédio para emagrecer
A dona de casa Juliana Paula Silva, de 26 anos, morreu na quinta-feira (27), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana. Familiares afirmam que a jovem teve complicações após começar a usar remédios para emagrecer, no início deste mês. De acordo com Secretaria Municipal de Saúde, a principal suspeita é que ela tenha se intoxicada com medicamentos compostos pelo antidepressivo fluoxetina e por sibutramina, inibidor de apetite que teve o uso restrito, segundo determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), de outubro deste ano.
"Ela chegou na unidade com uma reação alérgica muito forte. Logo, o médico descobriu que ela estava fazendo uso dos medicamentos para inibir o apetite e, então, ele entrou em contato com Centro de Informação de Toxicologia (CIT) para comunicar o caso. Fizemos todos os procedimentos possíveis para desintoxicá-la, mas ela não resistiu", explica o coordenador de Rede Ambulatorial da Secretaria Municipal de Saúde, Marcelo Musa Abed.
Padrasto do marido da jovem, Renato de Melo Borges confirma a versão da Secretaria Municipal de Saúde. "Desde o último dia 21 deste mês, ela começou passar mal. Ficava com falta de ar, pressão alta e os batimentos cardíacos acelerados. Levamos ela a um hospital particular. Eles a medicaram com polaramine [antialérgico] e fomos embora. No outro dia, ela passou mal e a levamos no Cais Nova Era, onde o procedimento foi o mesmo. Já quarta-feira (26) ela foi atendida na UPA e depois foi para casa. Somente ontem [quinta-feira], os médicos descobriram que ela estava intoxicada, mas já era tarde", contou, em entrevista ao G1.
Ele afirmou que não sabia que Juliana estava utilizando os medicamentos para emagrecer. "Nem eu, nem o marido dela sabíamos que ela usava esses remédios, mas as cunhadas dela sabiam e não quiseram contar. Infelizmente, ela morreu por obsessão estética. Estava na flor da juventude e fez isso. A gente ficou muito triste com essa tragédia. Nós a amávamos", lamentou.
De acordo com Renato de Melo Borges, a jovem decidiu emagrecer e foi até uma clínica de estética, em Goiânia. "Ela consultou com uma nutricionista em novembro, que passou uma receita para a Juliana, mas não sabíamos que eram esses remédios. Ela começou tomar no último dia 4 de dezembro e, poucos dias depois, já não estava sentido bem. Ouvimos dizer que ela assinava com receituário que não era dela", afirma.
O corpo de Juliana foi levado para o município de Martinho Campos (MG), onde deve ser sepultado na tarde desta sexta-feira (28). Ela era mineira e mudou-se para Goiânia quando se casou, há três anos. A jovem não tinha filhos.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o caso será investigado após a conclusão do laudo do Serviço de Verificação de Óbitos (SVO). "Ainda não podemos afirmar exatamente o que causou a morte da Juliana, pois isso pode ser feito somente com o atestado do SVO. Porém, ela pode ter sofrido uma parada cardíaca devido ao uso dos medicamentos controlados", explica o coordenador de Rede Ambulatorial de Aparecida de Goiânia, Marcelo Musa.
Indicados como antidepressivos, os medicamentos à base de sibutramina e fluoxetina devem ser vendidos apenas com prescrição médica. "Esses dois tipos de remédio no Brasil são controlados desde a hora que saem da indústria. Eles são cadastrados no gerenciamento da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] e têm uma transição rigorosa até chegar aos pacientes. Porém, existem a ilegalidade e o contrabando dos medicamentos", esclarece a coordenadora de pós comercialização da Vigilância Sanitária, Eliane Rodrigues.
Ela reforça a necessidade de denúncias em casos de venda irregular: "Só conseguimos chegar aos locais irregulares através de denúncias. No caso da morte da Juliana, caso seja comprovado que os medicamentos eram ilegais, a Polícia Civil deverá investigar. Caso contrário, a Vigilância Sanitária abre um procedimento para apurar o caso".
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