Dietas e Dieta

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Dieta para diabeticos.

Alimentação para Diabeticos

Primeiramente é preciso entender que existem alguns tipos diferentes de Diabetes, mas em todos os tipos a orientação nutricional é bem parecida.

Diabetes tipo 1 é aquela que a pessoa descobre a doença nos primeiros anos de vida. É necessário aplicar a insulina como tratamento medicamentoso. A Diabetes tipo 2 é desevolvida ao longo da vida devido fatores genéticos e hábito de vida como a alimentação inadequada. A Diabetes gestacional é desenvolvida durante a gestação e muitas vezes após o parto ela deixa de existir. A gestante que teve Diabetes Gestacional tem uma chance maior de desenvolver a Diabetes tipo 2 ao longo da vida. Encontramos também a pré-Diabetes. São aquelas pessoas que estão apresentando uma resistência ao funcionamento da insulina, hormônio que coloca o açúcar no sangue para ser utilizado, mas que ainda não foram diagnosticadas com a doença.

A Diabetes é uma doença crônica, ou seja, uma doença que não tem cura. Mas assim como qualquer doença crônica existe um controle. O paciente Diabético pode conviver muito bem com a doença se fizer um tratamento adequado. Hoje em dia existem muitos alimentos próprios para os Diabéticos, mas ainda existem muitas dúvidas em relação à isso. Esse artigo tem como objetivo dar uma idéia do que é necessário tomar cuidado na alimentação do Diabético, mas é muito importante o paciente agendar uma consulta com um Nutricionista para receber as orientações individuais e específicas de cada caso.

1) Retirar totalmente o açúcar, mel, açúcar mascavo, açúcar cristal, açúcar orgânico e todas as preparações que vão esses ingredientes (doces e sobremesas)

2) Não misturar e nem repetir os carboidratos na mesma refeição. Ex: arroz, batata, mandioca, mandioquinha, macarrão, pão, aveia, granola.

3) Prefira o carboidrato integral. Ex: pão integral, macarrão integral, aveia, granola. A fibra presente nesse alimento ajuda a liberar o açúcar no sangue aos poucos e controlar a sobra de açúcar no sangue.

4) Consumir em torno de 3 frutas por dia, mas deve ser fracionado, ou seja, uma de cada vez a cada 3 horas. De preferência, consuma a casca junto.

5) Não  tomar suco de frutas concentrados. Somente 1 fruta por copo.

6) Os vegetais são importantíssimo na alimentação. As folhas podem ser consumidas à vontade. Em relação aos legumes cuidado com a beterraba. Nunca tome suco de beterraba. Consuma a beterraba junto com a refeição em pequena quantidade (em torno de 2 fatias finas ou 1 colher de sopa da beterraba ralada junto do almoço e jantar).

7) É preciso entender a diferença entre light e diet. Uma alimento classificado como light diz que esse alimento tem redução de pelo menos 25 % de um dos componentes. O diet significa que o alimento tem ausência total de um nutriente. No caso dos Diabéticos o termo correto é o diet, por ter ausência total de açúcar. Se for comprar algum alimento light precisa conferir nos ingredientes descritos no rótulo, se na composição tem açúcar ou não.

8 ) Os doces diet são boas opções para saciar a vontade de doces. Mas cuidado com a quantidade. Muitas vezes esses alimentos são mais gordurosos do que as versões normais.

9) Não abuse das quantidades de adoçante. A recomendação é de 3 a 5 gotas por copo ou 1 sachê por copo. Dê preferência para os adoçantes naturais (steviosídeo ou sucralose).

O mais importante de tudo é a aceitação da doença. Do momento que o Diabético aceita que o açúcar não poderá mais ser consumido, ele ficará aberto a começar a gostar das versões diet. A resistência no tratamento é o que mais dificulta. É lógico que o sabor do diet não é igual ao alimento normal, mas é possível consumir alimentos diets que são gostosos também.

A quantidade dos alimentos também será um fator fundamental para deixar o nível de açúcar no sangue controlado. Mas essa quantidade é individualizada. Para saber isso é necessário passar por uma avaliação nutricional individualizada.

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Dieta do Diabético: 1600 kcal.

Desjejum

  • café com leite:
    • leite desnatado (1 copo de 300 ml)
    • café solúvel (1 colher de café nivelada)
    • adoçante
  • pão com margarina:
    • pão integral (2 fatias)
    • queijo prato (1 fatia)
    • margarina (1 colher de sopa nivelada)
  • fruta:
    • 1 fatia grande de mamão

Lanche

  • fruta (1 banana prata)
  • biscoito integral (4 unidades)

Almoço

  • Salada mista com alface, pepino e tomate à vontade
  • Chuchu refogado c/ milho (4 colheres de sopa)
  • Bife acebolado (1 porção média)
  • Arroz (2 colheres de sopa cheia)
  • Feijão (meia concha)

Lanche

  • Suco de fruta:
    • Abacaxi (2 fatias)
    • Água
    • Adoçante à gosto
  • Biscoito integral (4 unidades)

Jantar

  • Salada de abobrinha à vontade
  • Couve-flor com cenoura refogados (4 colheres de sopa)
  • Frango Assado (1 coxa c/ sobrecoxa s/ pele)
  • Arroz (2 colheres de sopa cheia)

Ceia

  • Gelatina diet (1 pote)

Substituições

  • O leite pode ser substituído por iogurte natural ou diet.
  • As saladas podem ser substituídas por: agrião, almeirão, berinjela, cebola, couve folha, nabo, mostarda, pimentão, rabanete, repolho.
  • Os refogados podem ser substituídos por: abóbora, beterraba, brócolis, ervilha verde e vagem.
  • As frutas podem ser substituídas por: 2 bergamotas, 1 caqui, 2 goiabas, 2 laranjas, 1 maçã, ½ manga, 1 fatia de melancia, 1 fatia de melão, 1 pêra, 2 unidades de pêssego, 1 cacho médio de uva.
  • As carnes podem ser substituídas por: peito de frango, filé de peixe, bacalhau, carne suína magra, carne moída.
  • O arroz pode ser substituído por: 3 colheres de sopa de massa ou 2 batatas inglesa.

Dicas

  • A dieta deve ser individualizada de acordo com o sexo, idade, atividade física, medidas antropométricas e necessidades nutricionais;
  • As carnes devem ser ingeridas com moderação, preferindo carnes brancas como o frango e o peixe e de preferência grelhadas, cozidas ou assadas;
  • Evitar frituras;
  • A ingestão de alimentos ricos em fibras (frutas, verduras, alimentos integrais) diminui a absorção de glicose;
  • Dar preferência por adoçantes a base de aspartame, stévia e acessulfame K;
  • Ter cuidado com os alimentos dietéticos, pois eles devem ser ingeridos com moderação e conhecimento. É necessário ler sempre os rótulos antes de consumi-los, pois eles podem ser diet (menos calorias, sem açúcar) ou light (baixas calorias, podendo ou não ter açúcar);
  • Utilizar óleos vegetais (milho, arroz, girassol, soja), margarinas, evitando o consumo de alimentos ricos em gorduras e colesterol;
  • Praticar atividade física sob orientação médica. Ao praticar exercícios físicos o controle da glicemia será melhorado e haverá redução da gordura corporal.
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DIABETES MELLITUS.

Mellitus

A palavra diabetes é derivada do grego que quer dizer atravessar. Na antiguidade, todo individuo que urinava excessivamente era considerado portador de diabetes, e, aquele que eliminava urina açucarada consideravam diabetes mellitus.

O diabetes melittus, é caracterizado pela falta de produção ou utilização inadequada de insulina pelo organismo. A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas, responsável por conduzir glicose do sangue para dentro das células, fornecendo energia e calor ao nosso corpo.
O diabetes mellitus, é uma doença crônica, genética e hereditária, mas pode se desenvolver ou não conforme a soma de alguns fatores, entre eles a obesidade, certos distúrbios endócrinos e o uso abusivo de carboidratos simples na dieta.

Esta doença, pode tornar-se grave e o individuo desenvolver problemas renais, oculares, neurológicos e cardiovasculares. Sua manifestação é decorrente da ação inadequada da insulina, podendo ser atenuada ou evitada através de uma alimentação adequada. Basicamente existem dois tipos de diabetes classificadas Tipo 1 e Tipo 2.

Diabetes tipo1, insulino depende, as células betas do pâncreas produzem pouca ou não produzem nada de insulina, conseqüentemente o organismo é incapaz de absorver glicose da corrente sanguínea, e o resultado será falta de energia, cansaço fácil, muita sede, fome intensa e perda de peso.

Geralmente ocorre em crianças, adolescentes e adultos jovens. Estes pacientes necessitam de controle na alimentação com no mínimo cinco pequenas refeições diárias juntamente com o tratamento médico.

Diabetes Tipo 2, não-insulino dependente, tem início na idade madura, quase sempre após os 30 anos, geralmente mais freqüente em pessoas obesas. Considera-se uma doença hereditária, mas também associada a certas condições como: defeitos fisiológicos, secreção anormal de insulina e resistência adquirida da mesma.

Está relacionada a obesidade que desenvolve hiperglicemia, manifestando-se em pessoas sedentárias, com predisposição e também por história familiar, podendo não apresentar sintomas.

A dieta é sempre o melhor caminho para evitar o desenvolvimento do diabetes e principalmente no seu tratamento para evitar o agravamento desta doença. Mesmo com o uso de medicamentos, é fundamental ter uma alimentação sem açúcar e com alimentos ricos em fibras.

O diabético que conhece a sua doença e cumpre um tratamento dietético bem orientado por nutricionista pode viver tranqüilamente uma vida normal em todos os aspectos semelhantes ao indivíduo não diabético.

DIABETES e uma doença resultante da incapacidade do organismo manter o nível de açúcar no sangue glicemia dentro dos limites normais. Quando não tratados, estes níveis de glicose atingem valores excessivos, causando graves problemas de saúde. Sendo assim, é de grande importância fazer exames para verificar a taxa de açúcar no sangue. Para maiores informações, consulte um medico ou nutricionista. Um dos aspectos mais importantes do tratamento do diabetes é a alimentação. A seguir, algumas orientações e recomendações auxiliarão o diabético a controlar melhor sua taxa de açúcar no sangue.

RECOMENDAÇÕES GERAIS: Distribuir os alimentos em 5 a 6 refeições. Preferir os alimentos ricos em fibras como: verduras e legumes crus, frutas com casca e bagaço. Não deixar de fazer nenhuma refeição. Usar alimentos assados, cozidos ou grelhados. Evitar frituras. Mastigar bem os alimentos. Usar produtos dietéticos com cautela e sob orientação.

Ler atentamente os rótulos dos produtos industrializados, verificando se contém açúcar sacarose, glicose. Beber bastante água durante o dia cerca de 8 copos /dia . Procurar perder e/ou manter

ALIMENTOS DE CONSUMO LIVRE: Alface, acelga, agrião, broto de feijão, repolho, palmito, abobrinha, aipo, chicória, coentro, cebola, cebolinha, salsa, espinafre, hortelã, jiló, couve, couve-flor, pimentão, pepino, rabanete, tomate, maxixe, limão, mostarda, alho, chás como erva-doce, hortelã, capim-santo, camomila.

ALIMENTOS DE CONSUMO CONTROLADO: Arroz, macarrão, farinhas, batata baroa batata doce, cará, inhame, mandioca, pão, pão integral, torradas, biscoito de sal, cuscuz, pipoca, canjica, pamonha, tapioca (beiju), feijão, ervilha, lentilha, grão de bico, soja. Abóbora, cenoura, chuchu, quiabo, vagem, beterraba. Frango, miúdos, ovos, carne bovina e peixes. Leite, queijos, iogurtes, requeijão. Alimentos industrializados. Óleo, margarina, manteiga e azeite. Café.

ALIMENTOS DE CONSUMO PROIBIDO: Açúcar, rapadura, mel/melado, doces em geral, caldo de cana, balas, bolos, chocolates, refrigerantes, sorvetes, bebidas alcoólicas, biscoitos e pães doces.

ALIMENTOS A SEREM EVITADOS: Carne de porco e seus derivados ( banha, toucinho, lingüiça, salame, mortadela, presunto). Creme de leite, nata, manteiga, queijo curado. Frituras, pele de frango e couro de peixe. Coco e leite de Coco.

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Condutas Nutricionais para Hipertensos e Diabéticos.

hipertensão arterial ou pressão alta é a elevação da pressão arterial para números acima dos valores considerados normais (140/90mHg). Tais valores são individuais e, por isto, somente o médico pode dar o diagnóstico.

Muitas pessoas nem sabem que tem pressão alta, o que é um grande perigo. O organismo acostuma-se com os níveis elevados de pressão, que, vão comprometendo em silêncio, órgãos como o coração, rins, cérebro e olhos.

De acordo com os estudos, a hipertensão pode estar associada com a obesidade em aproximadamente 65% das mulheres e 78% dos homens.

Além de fatores como raça, idade, sexo e hereditariedade, o excesso de gordura localizada na região abdominal, estresse, alimentação inadequada (excesso de sal principalmente), sedentarismo, fumo, também são fatores que contribuem com a elevação da pressão arterial.
Além de fatores como raça, idade, sexo e hereditariedade, o excesso de gordura localizada na região abdominal, estresse, a alimentação inadequada (excesso de sal principalmente), sedentarismo, fumo, também são fatores que contribuem com a elevação da pressão arterial.

O diabetes é uma disfunção em que o sangue apresenta glicose em excesso seja por que falta do hotmônio insulina ou pela dificuldade da ação do mesmo.

O hipertenso e o diabético, assim como toda pessoa sadia, deve ter uma alimentação adequada e equilibrada, fornecendo todos os nutrientes para um bom funcionamento do organismo e com isso a redução da pressão arterial e da glicose sanguínea, respectivamente.

Dicas para hipertensos e diabéticos terem uma alimentação adequada:

01)
Controlar ou manter o peso corporal em níveis adequados;
02) Frutas com menor índice glicêmico como a maçã e a pêra, de preferência com casca, são importantes para o diabético;
03)
O uso de adoçantes naturais como estévia é indicado ao diabético. No caso do hipertenso, deve-se evitar os adoçantes com ciclamato e sacarina sódica;
04)
A aveia é um alimento indicado ao diabético, desde que consumida com moderação;
05)
Fracionar as refeições é um cuidado para ser tomado por todos, mas, principalmente pelo diabético. O nutricionista poderá orientá-lo sobre isto;
06)
Reduzir a quantidade de sal. Retirar o saleiro da mesa e aproveitar o sabor natural dos alimentos;
07)
Evitar embutidos, conservas, enlatados, defumados;
08)
Evitar o consumo de bebida alcoólica;
09)
Não usar açúcar em caso de diabéticos);
10)
Optar por carboidratos integrais arroz, macarrão, pão);
11)
Dar preferência a alimentos assados, grelhados ou assados, evitando a fritura;
12)
Ler sempre o rótulo dos alimentos industrializados evitando sódio e cloreto de sódio;
13)
Utilizar ricos em potássio, por serem natriuréticos como: inhame, feijão preto, abóbora, cenoura,mamão, espinafre, maracujá, laranja;
14)
Incluir também alimentos rico em magnésio por serem vasodilatadores como amêndoas, pão integral, nozes, couve, gérmen de trigo;
15)
Evitar bebidas estimulantes como chá-preto, refrigerantes a base de cola, capuccino, café, chá mate;
16)
Comer em horários regulares e beber muita água, mas nunca durante as refeições, esperando pelo menos 30 minutos depois ou tomando 30 minutos antes;
17)
Fazer uso de temperos naturais para tornar os alimentos mais saborosos: salsa, cebolinha, coentro, alecrim, sálvia, manjerição, louro;
18)
Consumir o leite desnatado, queijos brancos, margarina light, requeijão light, cream cheese ligth e seus derivados;
19)
Pessoas com hipertensão arterial, também podem ter uma boa alimentação, e uma vida normal. Não esquecendo que os medicamentos em vários casos são essenciais para manutenção da pressão em patamares normais. Por isto, o controle médico regular é fundamental.

A Nutrício possui programas nutricionais específicos para diabéticos e hipertensos. Trabalhamos também com o planejamento de refeições e criação de cardápios familiares (serviço de Personal Health disponível para todo o Brasil). Encontre o nutricionista mais próximo de você pesquisando em nossa Rede Credenciada de Nutricionistas.

As consultas regulares ao nutricionista são muito importantes, porque este profissional é capaz de determinar as quantidades exatas dos alimentos de cada grupo que cada individuo deve comer. O diabético e o hipertenso que seguem a dieta prescrita tem menor chance de apresentarem as complicações tardias.

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Como a alimentção pode controlar a diabetes

Não só o diabético, mas todos que gostariam de manter um hábito alimentar saudável, devem fazer 6 pequenas refeições ao dia, e a composição da alimentação, para poder ser equilibrada, deve conter: 40 a 50% de carboidratos (glicídios); 30 a 40% de lipídios; 20% de proteínas.

Não comer sobremesas, mesmo quando dietéticas, após as refeições principais (almoço e jantar). Se forem consumidas nos lanches ao longo do dia em substituição, e não em adição, ao lanche tradicional, trarão melhores resultados ao controle glicêmico.
Jamais imaginar que o alimento dietético pode ser consumido à vontade. A maioria não contém açúcar mas, mesmo assim, não deixa de ser muito calórica.
Alimentos proibidos: carne de porco, creme de leite, queijos amarelos, frituras, molhos e temperos industrializados, frios e embutidos (salame, salsicha, mortadela, lingüiça etc.).
Alimentos permitidos sem restrição: água, alho, baunilha, café e chá sem açúcar, caldo de carne magra (preferivelmente feito em casa), canela, cominho, limão, louro, orégano, picles, pimenta, sal (se não tiver hipertensão) e vinagre.
As hortaliças podem ser consumidas sem restrições, pois não alteram a glicose no sangue; portanto é uma solução como petiscos entre as refeições.
A água da fervura dos vegetais é rica em sais minerais; procure utilizá-la em sopas.
O diabético não deve utilizar açúcar, mas os adoçantes naturais e artificiais poderão ser utilizados como substitutos.
O uso da frutose deve ser evitado pelo diabético, se não houver um controle e acompanhamento médico. Mas não é considerado prejudicial em pessoas que mantêm controle constante.
Os adoçantes contendo aspartame podem ser consumidos na quantidade máxima de 8 envelopes/dia.
Alimentos diet são os que apresentam em sua composição redução ou ausência de açúcares, mas é preciso tomar um certo cuidado pois alguns apresentam frutose em sua fórmula, que também é considerada açúcar e contém calorias.
O diabético deve sempre consultar um médico e seguir os tratamentos indicados.

O exercício é indicado para as pessoas de um modo geral, inclusive para os portadores de diabetes. Assim, é conveniente que se torne um hábito, mesmo que seja em pequena escala. Mas lembre-se: antes de começar um exercício, procure orientação médica.
Confira os alimentos indicados para consumo e suas quantidades nas tabelas de controle de alimentos para diabéticos:

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Dieta para Diabéticos e os Dias de Festa.

Não é fácil controlar a glicemia quando um diabético come grandes quantidades de doces, mas mesmo assim existem muitas pessoas que o fazem. Nesses casos, é de evitar por completo ingerir doces, mas num dia de festa é possível quebrar a rotina.

Os dias de festa podem ser encarados como dias de sofrimento por parte dos diabéticos, na medida em que pensam não poder comer nada do que é colocado na mesa. Não é bem assim, pois o que importa é conhecer aalimentação para diabéticos e o que é permitido numa dieta para diabéticos. Com este conhecimento a pessoa com diabetes sabe à partida o que pode ou não comer.

Num dia de festa, o diabético pode comer ao almoço apenas vegetais (fibras) com carne, peixe ou ovo (proteínas) e não comer o acompanhamento, por exemplo batata, arroz, massa, ervilhas, favas, grão, feijão ou seja os hidratos de carbono. Assim, pode comer uma sobremesa que vai conter açúcar e provavelmente hidratos de carbono, por exemplo o arroz doce ou uma fatia de bolo, de preferência sem creme. O que se faz é uma substituição, ou seja, os acompanhamentos da refeição podem ser substituídos por a comida para diabéticos com hidratos de carbono em forma de sobremesa.

As sobremesas preparadas com chocolate atrasam a digestão e em consequência atrasam o aumento da glicemia, por isso devem ser consumidas após a refeição ou em substituição do lanche da tarde.

A sobremesa também pode ser preparada com adoçante, de preferência sem o subter a altas temperaturas, uma vez que pode alterar o sabor. Por exemplo, para adoçar um bolo, pode confeccionar uma calda com o adoçante e posteriormente colocá-la por cima do mesmo, não correndo o risco de submeter o adoçante a altas temperaturas.

Os diabéticos podem comer pipocas de preferência sem açúcar, uma vez que, meio litro de pipocas contém a mesma quantidade de hidratos de carbono do que uma fatia de pão.

Em relação ao jantar, deve haver atenção ao tipo de sobremesa ingerida, pois se for muito calórica, vai contribuir para um aumento de peso. O que acontece é que pode não conseguir gastar as calorias a mais ingeridas até à altura de dormir.

Em resumo, necessita de saber identificar que tipo de alimentos pode ingerir, como os pode substituir por sobremesas sem que isso afecte negativamente a glicemia e de todas as sobremesas que lhe são apresentadas quais as mais adequadas ao seu caso. Se não for você a preparar as sobremesas pergunte à pessoa que as preparou quais os ingredientes que possam estar presentes sem que se aperceba.

Não deixe de festejar com quem mais gosta devido à diabetes.
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Dieta para diabéticos

Comer é essencial à vida, mas um diagnóstico de diabetes pode fazer o simples ato de comer parecer extremamente complicado. Entretanto, um diagnóstico de diabetes não significa que você tem que entrar em uma dieta diabética restritiva. Significa apenas que você tem que prestar muita atenção ao efeito dos alimentos sobre o seu corpo. Quando você sabe como os alimentos afetam o seu corpo, você pode ajustar os tipos e quantidades que pode comer de modo a manter os seus níveis de glicose no sangue dentro da faixa considerada como normal.

Enquanto carboidratos, proteínas e gorduras são digeridos, eles são fragmentados em glicose, fazendo com que os níveis de glicose no sangue subam. Mas cada um desses nutrientes apresenta um metabolismo diferente em termos de velocidade de absorção, quantidade absorvida são fragmentados no corpo em várias taxas, afetando de forma diferente os níveis de glicose no sangue.

Os carboidratos são os nutrientes que mais afetam os níveis de glicose no sangue. O corpo fragmenta aproximadamente 100% dos açúcares e amidos - dois tipos de carboidratos - em glicose em aproximadamente duas horas.

No passado, era dito às pessoas com diabetes que elas não podiam ter qualquer açúcar na sua dieta e que os amidos eram saudáveis. Nós sabemos agora, entretanto, que o seu corpo fragmenta tanto o açúcar quanto o amido em glicose na mesma velocidade. De fato, é a quantidade total de carboidrato na sua dieta, não a fonte do carboidrato, que influencia significativamente os níveis de glicose no sangue.

As proteínas e as gorduras afetam menos os níveis de glicose no sangue do que os carboidratos. Aproximadamente 50% da proteína é eventualmente fragmentada em glicose, geralmente dentro de três a cinco horas. Em torno de 5 a 10% da gordura que você come se transforma em glicose dentro de seis a oito horas.

A gordura desempenha um papel na elevação da glicose no sangue pelo bloqueio da ação da insulina, aumentando o tempo que o alimento leva para viajar através dos seus intestinos.

Como resultado, a sua glicose no sangue pode não ser inicialmente afetada depois de uma refeição gordurosa, mas horas depois, ela pode subir significativamente. O álcool e os substitutos do açúcar, ou adoçantes, também podem afetar os níveis de glicose no sangue.

Para descobrir como carboidratos, proteínas e gorduras - em quantidades e combinações diferentes - afetam os seus níveis de glicose no sangue, faça experimentos com eles. Comece comendo como de costume. Então comece a introduzir uma variedade maior de alimentos.

Desfrute de tipos diferentes de carboidratos, de molho de tomate a batatas, biscoitos a feijões verdes, e de pão a mirtilos. Coma uma variedade de proteínas, de ovos a queijo e de peru moído a costela. Existem vários tipos de gorduras, de manteiga a margarina e de creme de leite a maionese.

Mantenha anotações detalhadas e precisas sobre as quantidades de alimentos que você come e a quantidade dos nutrientes no alimento, e teste freqüentemente os seus níveis de glicose no sangue para ver como o seu nível de insulina corresponde ao seu consumo de comida.

Teste antes de comer e depois uma, duas, três e quatro horas após a refeição. Como regra geral, tenha como objetivo uma glicose em jejum de 90-130 miligramas por decilitro (mg/dL); uma hora após a refeição, menos que 180mg/dL; duas horas após a refeição, menos que 160mg/dL; três horas depois, menos que 140mg/dL; e em quatro horas, ou antes da sua próxima refeição, novamente a 90-130mg/dL.

Com o tempo, você começará a perceber como o seu corpo responde ao alimento, especialmente aos carboidratos. Você pode descobrir que comer alimentos que contenham apenas carboidratos faz com que a glicose no sangue suba rapidamente, ou fique muito alta após a refeição.

Os carboidratos em combinação com quantidades variáveis de gordura e/ou proteínas afetarão os níveis de glicose no sangue de forma diferente. Além disso, você pode descobrir que alimentos ricos em gordura elevam os seus níveis de glicose no sangue também. Você pode descobrir que comer em excesso (comer quando você não está com fome) faz os níveis de açúcar no sangue subirem rapidamente e ficarem muito altos.

Lembre-se: não importa a sua fonte, a insulina trabalha com o alimento que você come. O equilíbrio é o aspecto-chave do controle da diabetes.

Se você come muita comida para a insulina que está disponível, o seu nível de glicose será muito alto; se você come muito pouco, o seu nível de glicose será muito baixo. Uma alimentação balanceada ajuda a controlar a diabetes.

Aprenda mais sobre como alimentos diferentes afetam o seu corpo e a sua capacidade de administrar a diabetes.
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