Nova dieta

A nova dieta Dukan elimina goduras

À base de proteínas do bem, o método francês que emagreceu a princesa Kate funciona como uma dieta de emergência – afina rápido em poucos dias. E, depois, ele ajuda a consolidar o peso conquistado. Assim você chega e se mantém magra no novo ano e nos próximos que virão!
Emagrecer rapidamente sem passar fome.

A dieta Dukan permite uma perda rápida de peso - de 2,5 a 3 quilos em seis dias - desde que, nesse período, você coma proteínas magras (e nada mais!) até se sentir satisfeita. O objetivo é surpreender o metabolismo, acelerando a queima de calorias e reparando o organismo para a próxima etapa, quando o programa libera verduras e alguns legumes (veja a seguir os cardápios elaborados pela equipe do programa Dukan). Você continua emagrecendo num ritmo mais lento, mesmo assim a perda é significativa: de 2 a 2,5 quilos a menos em nove dias.

Dukan no Brasil 
A dieta Dukan ou dieta francesa das proteínas é a mesma que, no ano passado, emagreceu a princesa Kate Meddleton e mudou o corpo de Jennifer Lopez. Depois, ela ficou famosa na Europa, nos Estados Unidos e no Brasil.

De lá para cá, o público fiel ao método só vem crescendo, assim como os recursos criados pelo médico Pierre Dukan. Há dois meses, ele esteve no Brasil para lançar a edição revisada e ampliada do seu livro Eu Não Consigo Emagrecer - a Dieta Francesa Que Conquistou Mais de 30 Milhões de Leitores

A nova dieta South Beach.

A nova dieta South Beach
Perca até 5 quilos em 14 dias com a dieta South Beach
Cardápio fase 1: para quem precisa perder 5 quilos e é louca por doce

Duração: duas semanas (não mais que isso).

Quanto emagrece: o autor não especifica no livro, mas é possível emagrecer até 5 quilos.

O que pode comer: carboidratos ricos em fibras + fontes de gordura insaturadas + laticínios com baixo teor de gordura + carnes magras.

Como é o menu: 3 refeições + 2 lanches + sobremesa/ceia.

Lanches: devem ser consumidos de uma a duas horas após a refeição ou quando você percebe que vai começar a sentir fome.

O quanto comer: o autor prega que não é preciso controlar o tamanho das porções minuciosamente. Para que você não exagere, porém, profissionais ouvidos por nós dão uma idéia dessa quantidade.

Vetado: amido e doce de qualquer espécie (nada de pão, arroz, massa, biscoito – nem os integrais – frutas, sucos e doces).

Nova dieta de Juju Salimeni.

Projeto seca e definida: descubra qual é a nova dieta de Juju Salimeni
Quem acompanha as redes sociais de Juju Salimeni, sabe: a legendária entrou de cabeça em uma nova dieta para secar e definir ainda mais o corpo.

Juju, que adora compartilhar seu dia a dia com os fãs, chegou a publicar fotos das novas refeições e vídeos de seus treinos na internet.

Em entrevista, a loirinha deu todos os detalhes sobre a dieta que tem tudo para fazer a cabeça da mulherada em busca de um shape perfeito!

Quer descobrir o que é que ela come e como tem malhado? Navegue pela galeria e descubra 

Dieta da fome é a nova dieta da moda. 

Dieta da fome é a nova dieta da moda
Regime prega jejum por dois dias não consecutivos, com máximo de 500 calorias
Sabe aquela máxima de que é preciso comer de três em três horas para não sentir fome, deixar o metabolismo acelerado e conseguir emagrecer de forma equilibrada? A nova dieta da moda, que vem sendo reverenciada no Reino Unido e nos Estados Unidos como a mais revolucionária desde a do dr. Atkins (baseada na alta ingestão de proteína), prega exatamente o caminho oposto. Para emagrecer, que tal passar fome, literalmente? Pelo menos por dois dias na semana, a sugestão é aderir a uma espécie de jejum.

O livro inglês com a nova proposta, que despertou o interesse de celebridades como Gwyneth Paltrow, Jennifer Aniston e Jennifer Lopez, chega por aqui ainda este mês, pela editora Sextante, com o título "A dieta dos 2 dias". No Reino Unido, "The fast diet" (nome original que significa "a dieta rápida") está no topo da lista dos mais vendidos há quase seis meses, perdendo apenas para "Inferno", de Dan Brown.

A dieta é baseada no jejum intermitente. Funciona assim: duas vezes por semana, não consecutivas, reduz-se a alimentação a 500 calorias/dia para as mulheres e 600 para os homens. Isso significa, para citar um exemplo de cardápio que recheia a publicação, tomar uma vitamina de iogurte light com morangos e banana no café da manhã e um filé de peixe com um ovo e um pouco de brócolis no jantar (total: 496 calorias). Outra opção é começar o dia com omelete de queijo e tomate e terminar com bife acompanhado de salada de repolho (total: 600 calorias). Nada de almoço, nem lanche. E nos outros cinco dias?

"Não é para as pessoas comerem tudo o que quiserem. Não vão emagrecer assim. Falo que devem comer normalmente, em outras palavras, alimentar-se com algum grau de restrição", recomenda o autor do livro, Michael Mosley, formado em Medicina e jornalista especializado em saúde da rede inglesa BBC.

Mosley, de 56 anos, premiado por documentários sobre ciência e história, conheceu as pesquisas científicas em torno do poder do jejum e resolveu investir nele quando descobriu que seus níveis de colesterol e açúcar estavam alterados, há pouco mais de um ano. O jornalista experimentou diferentes formas de jejuar (chegou a fazer por quatro dias seguidos) e protagonizou um programa para a BBC que acompanhava sua dieta.

O jejum intermitente de dois dias é uma versão desenvolvida por Mosley a partir de sua experiência. Ele conta ter perdido nove quilos em três meses. O percentual de gordura baixou de 28% para 21% e o exame de sangue teria se normalizado.

Entre os benefícios apontados pelos defensores da dieta do jejum, estão a perda maior de gordura e o fato de o organismo produzir menos insulina.

"Estranhei quando li sobre o assunto pela primeira vez porque eu também acreditava que era importante comer em curtos espaços, mas descobri que o metabolismo só desacelera depois de muitos dias e semanas sem comer" disse ele, em entrevista por e-mail.

Por aqui, a novidade está sendo taxada por especialistas, enfáticos nas críticas, como mais uma "dieta da moda". Para a endocrinologista Isabela Bussade, o método aumenta o risco de desenvolver transtornos alimentares e pode ainda causar, a longo prazo, mudanças danosas no metabolismo.

"E pelo lado psicológico, ele induz a um comportamento compensatório, de comer mais no dia seguinte", diz a médica, pesquisadora da Clínica do Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia (Iede).