Dieta qual e a ideal

Dieta Qual é a ideal que funcione?

O que você mais deseja no momento é emagrecer, é importante que fique atenta com a dieta para emagrecer que você vai escolher para conquistar este objetivo. A dieta que você optar pode reduzir os quilinhos as mais, mas também pode causar alguns prejuízos à sua saúde.
Atualmente existem vários tipos de dietas: dieta da sopa, dieta da USP, dieta do suco, da lua, entre tantas outras. Porém, o que muitas pessoas não sabem é que a restrição excessiva de calorias, a exclusão de alimentos necessários para o bom funcionamento do organismo e o jejum, o fatores geralmente propostos nestas dietas milagrosas, podem causar fraqueza, cansaço, indisposição e deficiência de nutrientes.

Para que você faça a escolha correta, darei algumas orientações importantes para que tenha alguns cuidados, evitando problemas à sua saúde decorrentes de algumas dietas.

- Consulte sempre o profissional adequado para te ajudar a emagrecer, no caso da elaboração da dieta o nutricionsita, orientações sobre atividade física o educador físico, etc. Não faça uma dieta por conta própria.

- Tenha em mente o objetivo de mudar os maus hábitos alimentares, aprender a comer de forma equilibrada.

- Faça várias refeições ao dia com pequena quantidade de alimentos.

- Variedade alimentar, assim você estará consumindo alimentos fontes de diversos nutrientes, vitaminas e minerais.

- O apoio psicólogico muitas vezes é fundamental. Pessoas com ansiedade, compulsão alimentar entre outros sintomas emocionais conseguirão seguir a reeducação alimentar bem melhor se tiver esse acompanhamento.

- Dê preferência por alimentos naturais, o menos processado possível, evite os industrializados em excesso.

- Consuma alimentos ricos em fibras: cereais integrais, frutas, verduras, legumes e legumes, etc.

- Beba bastante água, se você não tem esse hábito ou não gosta, introduza aos poucos, a cada dia.

- Mude o pensamento de que fazer dieta é algo sacrificante, é possível fazer uma dieta saudável e obter bons resultados sem passar fome, sem deixar de comer o que você gosta.

- Pratique exercícios regularmente

- Não pule refeições, dessa forma ficará mais difícil se controlar na próxima refeição.

- Faça pratos coloridos, utilize temperos naturais.

- Fazer dieta não significa comer apenas salada, pão integral e queijo branco, existem também outras opções, procure não repetir sempre os mesmos alimentos, as mesmas preparações.

Uma dieta de emagrecimento adequada que lhe traga excelentes resultados tanto em relação ao peso, como benefícios para sua saúde precisa ter quantidades reduzidas de alimentos, precisa de um equilíbrio entre os nutrientes e estar de acordo com as características individuais. Dê o seu melhor para essa conquista e boa dieta!

Descubra qual é o grão ideal para sua dieta.

Descubra qual é o grão ideal para sua dieta
Linhaça, quinoa, chia... Além de emagrecer, os grãos reduzem a celulite e previnem doenças
Grãos como linhaça, quinoa e amaranto devem fazer parte da dieta de quem quer perder peso e reduzir medidas. Os nutricionistas funcionais Fábio Bichalo e Andrezza Botelho apontam os benefícios e as diferenças que existem entre eles:

Linhaça
Uma colher de sopa ou uma colher de sobremesa pode ser consumida por dia por todos, exceto grávidas e mulheres amamentando, além de pessoas com intolerância ou alergia ao grão. A linha ajuda a regular o intestino, diminuir a ansiedade e a inflamação em células de gordura, reduzindo a celulite. Consumida em excesso, porém, a linhaça poder engordar.

Feijão-branco
Uma colher diária de chá é indicada para quem quer emagrecer. Não devem consumir o feijão-branco quem possui distúrbios gástricos. O alimento é capaz de aumentar a saciedade e regular o intestino. Ajuda a melhorar o aspecto da pele. Porém, consumo em excesso, pode causar diarreia.

Quinoa
Duas colheres diárias de sopa são indicadas para todas as pessoas, exceto os alérgicos e intolerantes. A quinoa ajuda a regular a glicemia, a saciedade, diminui os sintomas da TPM e as crises de enxaqueca. O grão também recupera a elasticidade da pele. Em excesso, porém, pode engordar.

Amaranto
O consumo diário de uma colher de sopa é indicado para quem não consome proteína. O amaranto é uma boa opção para quem tem intolerância ao glúten. O grão ajuda a reduzir o nível de colesterol no sangue. Rico em cálcio, também fortalece os ossos e combate o envelhecimento precoce da pele

Qual é a dieta ideal para nós, seres humanos?

Qual é a dieta ideal para nós, seres humanos?
Parte do que me levou a pesquisar sobre dietas, foi a curiosidade acerca da "dieta ideal".

Parecia ser um conceito simples: uma combinação de alimentos aos quais os nossos organismos estão melhor adaptados, que poderíamos facilmente distinguir observando a nossa anatomia, que a história evolutiva confirmasse, e que proporcionaria a melhor saúde possível.

Isso não deveria ser engenharia aeroespacial, certo? Infelizmente, é algo do género.

Porque motivo a dieta ideal não existe.

Cheguei á conclusão que existem duas crónicas diferentes da história humana. Existe a história da ciência, que afirma que o "Homo genus" emergiu há cerca de 2.5 milhões de anos e passamos milhares de anos a evoluir a dispersar-nos, a lutar pela sobrevivência, a caçar, e a comer tudo o que o nosso dedo oponível pudesse alcançar - e eventualmente adotamos o processo de cozinhar como prática geral á cerca de 100,000 a 200,000 anos atrás.

Mas algumas pessoas não parecem ter isso em conta, Especialmente a ênfase na caça e no processo de cozinhar. Por isso, por detrás desta história, provada pela ciência, existe uma outra diferente, outra versão do nosso passado, uma versão mais elegante, e "underground": trata-se da história vegetariana crua…

A história "vegetariana crua", começa por qualquer coisa como isto. Era uma vez, uma época em que os humanos antigos viviam num paraíso tropical, belo e ameno. Nós convivíamos, jogávamos, amava-mos, ria-mos. E a natureza satisfazia as nossas necessidades,

Passávamos os nossos dias rodeados pelo maravilhosos sol, a apanhar fruta das árvores, a viver vidas longas, livres de doenças e a morrer de forma calma em camas de folhas de palmeiras.

Raramente tínhamos de matar outras criaturas para assegurar a nossa sobrevivência – não, com toda a maravilhosa fruta que nos rodeava – por isso adaptamo-nos a uma dieta sobretudo vegetariana. Então um dia, alguém começou a cozinhar, e o mundo inteiro desmoronou-se. Fim.

Ok, isto é um exagero; Nunca ouvi a ninguém a contar esta história. Mas fora o embelezamento criativo, esta história não foge muito das noções que ouço dos movimentos a favor dos alimentos crus vegetarianos: Que os humanos passavam uma grande parte do nosso passado a ingerir uma dieta sobretudo vegetariana, que nunca nos adaptamos aos alimentos de origem animal, e que não sofríamos de doenças até ao advento do processo de cozinhar.

Se estudou história evolucionária, isto irá parecer-lhe estranho, sem dúvida. Mas se não tem conhecimentos de história e só se guia pelos livros sobre dietas vegan cruas ou artigos que leu online talvez tenha simplesmente confiado no que leu ou ouviu falar e algumas coisas que foram escritas acima lhe pareçam familiares.

Sem qualquer dúvida, existem algumas pessoas que preferem acreditar numa versão perfumada da história evolucionária do que enfrentar os factos que provam o contrário – e muitas dessas pessoas são as que escrevem o material vegan cru mais popular.

A verdade é que a raça humana atravessou tempos difíceis nos últimos dois milhões de anos. Nunca tivemos uma "época dourada" de vegetarianismo cru. Vivemos agora mais tempo do que alguma vez vivemos no passado.

Como espécie desenvolvemos a nossa morfologia digestiva atual enquanto ingeríamos alimentos da era do paleolítico, como vegetais, carne, fruta, nozes e raízes, bem como qualquer coisa que pudéssemos escavar do chão, apanhar do uma árvore ou matar com uma lança.

Mas as regiões que ocupamos e as eras em que vivemos nunca ofereceram uma estabilidade duradoura. Desde dietas á base de plantas até á base de carne, nós desenvolvemos a flexibilidade para sobreviver em qualquer gradiente do espectro do ser humano caçador-recolector.

Ao contrário de outras espécies que desenvolveram dietas especializadas através da permanência em determinada área, o nosso forte ara a flexibilidade: a habilidade de encontrar algo comestível (ou tornar algo comestível) fosse o que fosse.

É por esse motivo que nunca encontrará uma dieta definida que proporcione uma saúde forte a toda a gente, e é por isso que existe mais de um tipo de dieta com registos de proporcionar saúde (vegetariana, vegetariana cru, paleo crua ou cozinhada, macrobiótica, alcalina, e por ai adiante).

Conclusão

Durante os 2 milhões de anos em que fomos humanos (ou evoluímos), nunca ingerimos uma dieta fixa e consistente. Não estamos adaptados a um menu perfeito; estamos adaptados á adaptabilidade.

Mas é claro que certas dietas proporcionam mais saúde do que outras – coma ou não os alimentos crus. E mesmo apesar de termos sobrevivido á base de uma vasto número de alimentos diferentes durante o nosso passado, os humanos dividiram-se e descendem de um antepassado que era folio-frugívora, preferia folhas e fruta em detrimento de outras fontes de alimentos.

E isso levanta a questão: Quão grandes foram as mudanças que os nossos sistemas digestivos sofreram desde que começamos a caçar e a cozinhar os nossos alimentos? Que alimentos nos proporcionam boa saúde em vez de apenas nos permitirem sobreviver?

A dieta do prato ideal. 

A dieta do prato ideal
Diante das novas recomendações do governo americano, te ensinamos como colocar porções hipernutritivas, variadas e pouco calóricas na sua mesa
Em mais um esforço para desinflar as estatísticas da obesidade, os Estados Unidos acabam de substituir seu ícone de alimentação saudável. No lugar da velha pirâmide, que desde os anos 1990 é referência para profissionais de saúde e para a população em diversos cantos do globo, o país agora adotou a imagem de um prato. Batizada de MyPlate, a nova representação gráfica pega carona nas últimas diretrizes dietéticas americanas, divulgadas em janeiro deste ano. Ela é dividida em quatro partes, nas proporções que você vê na foto ao lado. Frutas e vegetais ocupam metade do espaço, enquanto grãos e proteínas ficam com a outra parcela. À direita, um copo lembra a importância dos laticínios na dieta.

A ideia, segundo a primeira-dama Michelle Obama, que anunciou o lançamento do novo padrão, é usar um desenho facilmente compreensível até mesmo para uma criança. "Sem dúvida, o prato é mais eficiente para atingir a população como um todo", afirma Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. A principal crítica às pirâmides — no plural, porque existem diferentes versões — é justamente a dificuldade que pessoas comuns enfrentam para decifrá-las e colocar seus preceitos em prática. "Visualmente, a proporção dos grupos alimentares e o tamanho das porções parecem estar mais claros agora", opina Rosana Perim, gerente de nutrição do Hospital do Coração, em São Paulo.

Mas o MyPlate também tem seus problemas. Um texto publicado pela Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, dá exemplos: à primeira vista, não há como saber que os grãos integrais são melhores que os refinados, ou que feijão, peixe e frango são fontes menos gordurosas de proteína. Sem falar que o prato alude a uma única refeição, quando na verdade a distribuição dos alimentos deve se estender ao longo do dia.

Controvérsias à parte, a missão de todo guia alimentar é incentivar escolhas mais saudáveis e ajudar na prevenção de enfermidades crônicas — se um indivíduo já tem uma doença, deve ter as recomendações ajustadas à sua condição. Nos últimos anos, a prioridade tem sido frear a epidemia mundial de obesidade e reduzir a prevalência de males relacionados ao excesso de peso, como problemas cardiovasculares, diabete e câncer. Por enquanto, a tarefa está longe de ser cumprida. A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que, em 2015, serão 700 milhões de obesos em todo o mundo. Em terras brasileiras, quase metade da população está acima do peso e 15% dos adultos são obesos, segundo dados recentes do Ministério da Saúde.

Como deveria ser o prato verde-amarelo

Apesar dos pontos em comum com os vizinhos ao norte do continente, não custa lembrar que o MyPlate foi desenvolvido com base na realidade daquele país, e que, portanto, não pode simplesmente ser emprestado por quem está abaixo da linha do Equador. "É preciso olhar para as nossas questões", pondera a nutricionista Renata Padovani, do Núcleo de Estudos e Pesquisa em Alimentação da Universidade Estadual de Campinas, no interior de São Paulo. Mas, afinal, o que falta e o que está sobrando no nosso prato?

"O consumo de frutas e vegetais aqui é baixíssimo", alerta Cyntia Carla da Silva, coordenadora do Setor de Promoção à Saúde do Hospital do Coração, na capital paulista. De acordo com a última Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE, esses alimentos representam apenas 2,8% do total de calorias médio que o brasileiro consome diariamente. Isso equivale a um quarto da recomendação, que é de 400 gramas diários. Consequentemente, estamos longe de ingerir a quantidade ideal de fibras, que, aliás, dão uma bela força para quem precisa murchar os pneus.

A nutricionista Mariana Del Bosco, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, menciona outros dois desajustes da nossa dieta que preparam o terreno para os quilos a mais: os excessos de açúcar e gordura. No caso dos doces, o exagero sempre é negativo. "Essa mania potencializa o risco de diabete, gordura no fígado e colesterol elevado", avisa. Portanto, moderação no consumo.

Sobre a gordura, o problema também está no tipo. E adivinhe com qual nos esbaldamos. Na saturada, que é supercalórica e favorece o entupimento das artérias. Maneirar na ingestão pode ser mais fácil do que parece. Acompanhe a conta que Mariana propõe. Se uma família de quatro pessoas reduzir o uso mensal de óleo de três latas para uma e meia, cada um deixaria de ingerir 112 calorias por dia. Em dois meses, essa pequena mudança resultaria em quase 2 quilos a menos na balança para cada indivíduo.

Usar o prato como modelo de dieta balanceada não é exatamente uma novidade. Reino Unido, Austrália, Suécia e outros países já trabalham com esse recurso gráfico. No Brasil, apesar da popularidade da pirâmide alimentar, o governo não emprega nenhum ícone oficial. No dia a dia, entretanto, são muitos os profissionais de saúde que lançam mão de desenhos e esquemas para orientar seus pacientes. Um exemplo é o que se ensina no Hospital do Coração, em São Paulo. Lá, a sugestão de menu é um prato em que metade deve ser reservada aos vegetais, um quarto a uma porção pequena de carne magra e o quarto restante à dupla arroz com feijão.

Resgatar essa parceria, que por tanto tempo protagonizou a nossa dieta, é, também, uma maneira de controlar o ataque aos snacks, processados e afins, fontes inesgotáveis de carboidratos refinados. Esses nutrientes elevam rapidamente os níveis de açúcar no sangue e estimulam a produção de insulina, o hormônio que coloca a glicose dentro das células. Com a insulina à solta, o organismo é convidado a estocar gordura.

Em busca da redução do sódio

"Não dá para voltar atrás em relação aos industrializados, mas é possível buscar soluções para tornar seu consumo menos prejudicial", acredita a nutricionista Beatriz Botéquio, da Equilibrium Consultoria em Nutrição e Bem-Estar, em São Paulo. Uma ideia, ela diz, é dar preferência a produtos que levam o selo Minha Escolha. Eles cumprem critérios estabelecidos pela Fundação Internacional Choices para nutrientes como gordura saturada, gordura trans, açúcar e sódio.

E, para dar um basta ao sódio nosso de cada dia, o Ministério da Saúde e a indústria de alimentos assinaram em abril um termo de compromisso que prevê a redução desse ingrediente em 16 alimentos, começando por massas instantâneas, pães e bisnaguinhas. A quantidade diária de sódio disponível nos domicílios do país hoje é de 4,5 gramas, mais que o dobro do limite estipulado pela OMS, de 2 gramas.

Dá para simplificar sem perder qualidade? Essa é a pergunta que, no fundo, todo mundo se faz frente a tantas recomendações, cuidados e medidas. Será que existe um jeito simples de se alimentar da forma adequada? De acordo com o trabalho coordenado pela psicóloga alemã Jutta Mata, do Max Planck Institute for Human Development, em Berlim, descomplicar é o melhor caminho para garantir o sucesso de uma dieta. "Descobrimos que o nível de complexidade cognitiva está totalmente ligado à adesão a um regime", conta a pesquisadora. Em outras palavras, quanto menos elementos, cálculos e demais informações tiverem que ser processados, maior é a chance de sucesso inclusive na manutenção de peso. Nesse caso, ponto para o novo prato americano, que confia na simplicidade para orientar a população.

O estudo conduzido por Jutta e seus colegas também pesa em favor do que a maioria dos especialistas está cansada de pregar: dietas mirabolantes não são capazes de garantir uma vida mais saudável. E aí chegamos à já conhecida conclusão de que o segredo está mesmo no equilíbrio. "O que falta é parar e pensar no que vamos comer", resume o nutrólogo Durval Ribas Filho.

Como o principal desafio é derrubar o ponteiro da balança, não dá para ignorar que o excesso de peso é um problema multifatorial. "Um levantamento do governo inglês faz um paralelo entre a obesidade e o aquecimento global, porque ambos são problemas complexos que exigem não só mudanças de comportamento mas econômicas e sociais", afirma o endocrinologista Walmir Coutinho, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Patrícia Jaime, coordenadora de alimentação e nutrição do Ministério da Saúde, concorda. "As taxas de obesidade no país só poderão ser reduzidas com ações em diversos âmbitos", diz. Que tal começar pelo seu prato?

A gente come assim
Este ano, o Ministério da Saúde divulgou os resultados do Vigitel 2010, uma pesquisa que avalia fatores de risco e proteção para doenças crônicas, com base em entrevistas feitas por telefone. Veja o que dizem os brasileiros sobre seus hábitos alimentares

56% dos brasileiros afirmam tomar leite integral

34% consomem carne com excesso de gordura

66% consomem feijão cinco ou mais vezes por semana

18% consomem cinco ou mais porções de frutas e hortaliças por dia