Dieta

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dieta para diabete.

A alimentação é essencial para a vida, ela nos fornece os nutrientes que precisamos. Mas, alguns alimentos aumentam exageradamente o nível de açúcar no sangue, por isso é muito importante que o portador de diabetes saiba quais são esses alimentos.

Para manter o nível de açúcar adequado, no seu sangue, a dose de insulina deve ser adequada para a quantidade de carboidratos dos alimentos que voce irá ingerir. A prática de exercícios também influencia a necessidade de insulina.

Existe uma dieta ideal para o diabetes?

Não, a dieta ideal é a uma alimentação balanceada e saudável, ou seja, com:

- Baixo teor de gordura e proteína;

- Alto teor de carboidratos;

- Rica em fibras;

- Variedade de frutas e legumes.

Não há necessidade de manter um rígido controle de refeição ou ser restritivo quanto ao tipo de alimento que consome.

Pessoas com diabetes podem usufruir de uma alimentação completa e variada.

Uma boa dica é pedir ao seu nutricionista para preparar uma dieta saudável. Ele é o profissional mais indicado para isso. Certifique-se de que ela é feita sob medida para seu estilo de vida e ao seu gosto. Assim, você a seguirá com mais facilidade.

Uma alimentação saudável alcança o equilíbrio entre carboidratos, gorduras e proteínas. Usualmente, o ideal é garantir que mais da metade do total de calorias provêm de carboidratos, menos de um terço de gorduras e de cerca de 15% de proteína.

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Alimentação para Diabeticos tipo 1.

Alimentação para Diabeticos
Primeiramente é preciso entender que existem alguns tipos diferentes de Diabetes, mas em todos os tipos a orientação nutricional é bem parecida.
A Diabetes tipo 1 é aquela que a pessoa descobre a doença nos primeiros anos de vida. É necessário aplicar a insulina como tratamento medicamentoso. A Diabetes tipo 2 é desevolvida ao longo da vida devido fatores genéticos e hábito de vida como a alimentação inadequada. A Diabetes gestacional é desenvolvida durante a gestação e muitas vezes após o parto ela deixa de existir. A gestante que teve Diabetes Gestacional tem uma chance maior de desenvolver a Diabetes tipo 2 ao longo da vida. Encontramos também a pré-Diabetes. São aquelas pessoas que estão apresentando uma resistência ao funcionamento da insulina, hormônio que coloca o açúcar no sangue para ser utilizado, mas que ainda não foram diagnosticadas com a doença.
A Diabetes é uma doença crônica, ou seja, uma doença que não tem cura. Mas assim como qualquer doença crônica existe um controle. O paciente Diabético pode conviver muito bem com a doença se fizer um tratamento adequado. Hoje em dia existem muitos alimentos próprios para os Diabéticos, mas ainda existem muitas dúvidas em relação à isso. Esse artigo tem como objetivo dar uma idéia do que é necessário tomar cuidado na alimentação do Diabético, mas é muito importante o paciente agendar uma consulta com um Nutricionista para receber as orientações individuais e específicas de cada caso.
1) Retirar totalmente o açúcar, mel, açúcar mascavo, açúcar cristal, açúcar orgânico e todas as preparações que vão esses ingredientes (doces e sobremesas)
2) Não misturar e nem repetir os carboidratos na mesma refeição. Ex: arroz, batata, mandioca, mandioquinha, macarrão, pão, aveia, granola.
3) Prefira o carboidrato integral. Ex: pão integral, macarrão integral, aveia, granola. A fibra presente nesse alimento ajuda a liberar o açúcar no sangue aos poucos e controlar a sobra de açúcar no sangue.
4) Consumir em torno de 3 frutas por dia, mas deve ser fracionado, ou seja, uma de cada vez a cada 3 horas. De preferência, consuma a casca junto.
5) Não tomar suco de frutas concentrados. Somente 1 fruta por copo.
6) Os vegetais são importantíssimo na alimentação. As folhas podem ser consumidas à vontade. Em relação aos legumes cuidado com a beterraba. Nunca tome suco de beterraba. Consuma a beterraba junto com a refeição em pequena quantidade (em torno de 2 fatias finas ou 1 colher de sopa da beterraba ralada junto do almoço e jantar).
7) É preciso entender a diferença entre light e diet. Uma alimento classificado como light diz que esse alimento tem redução de pelo menos 25 % de um dos componentes. O diet significa que o alimento tem ausência total de um nutriente. No caso dos Diabéticos o termo correto é o diet, por ter ausência total de açúcar. Se for comprar algum alimento light precisa conferir nos ingredientes descritos no rótulo, se na composição tem açúcar ou não.
8 ) Os doces diet são boas opções para saciar a vontade de doces. Mas cuidado com a quantidade. Muitas vezes esses alimentos são mais gordurosos do que as versões normais.
9) Não abuse das quantidades de adoçante. A recomendação é de 3 a 5 gotas por copo ou 1 sachê por copo. Dê preferência para os adoçantes naturais (steviosídeo ou sucralose).
O mais importante de tudo é a aceitação da doença. Do momento que o Diabético aceita que o açúcar não poderá mais ser consumido, ele ficará aberto a começar a gostar das versões diet. A resistência no tratamento é o que mais dificulta. É lógico que o sabor do diet não é igual ao alimento normal, mas é possível consumir alimentos diets que são gostosos também.
A quantidade dos alimentos também será um fator fundamental para deixar o nível de açúcar no sangue controlado. Mas essa quantidade é individualizada. Para saber isso é necessário passar por uma avaliação nutricional individualizada.
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Como manter uma dieta para diabetes .

Como manter uma dieta para diabetes
A alimentação é essencial à vida, mas nós comemos por várias razões: além de fome ou hábito, comemos por prazer, mesmo que seja uma forma de lidarmos com nossas emoções. Um diagnóstico de diabete pode fazer o simples ato de comer parecer bastante complicado. Com educação e experimentação, contudo, você pode transformar o ato de comer em uma poderosa ferramenta de controle da diabete.

Como verá nesse artigo, você pode comer qualquer coisa. Mas precisa estabelecer limites, especialmente quando se tratar de carboidratos. As seções seguintes fornecerão informações importantes sobre como elaborar - e manter - uma dieta para diabete. Você verá que uma dieta tradicional para diabete não difere muito de uma dieta tradicional de perda de peso. Você descobrirá como os alimentos afetam a glicose no sangue. Saberá os efeitos do álcool e dos adoçantes em uma dieta para diabete e você vai ver que o controle de carboidratos é essencial para manter saudáveis os níveis de glicose. Além disso, aprenderá como interpretar as mensagens que seu corpo está lhe enviando.

Iniciaremos a próxima seção definindo a palavra "dieta", já que ela está relacionada às pessoas que têm diabete.

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A verdade sobre a dieta para diabete.

A verdade sobre a dieta para diabete
Quando soube que tinha diabetes, você pode ter achado que teria que fazer uma dieta especial, restritiva. Talvez você tenha ouvido falar de pessoas com diabetes que tiveram que deixar de comer o que gostavam ou de ir a certos eventos ou restaurantes, pois não havia nada que eles pudessem comer nesses lugares. Bem, anime-se. Você não precisa mais seguir uma "dieta para diabetes".

Uma dieta implica que você coma pouco ou de acordo com regras rigorosamente prescritas. As dietas também têm o péssimo hábito de proibir alimentos apetitosos, ricos em calorias. A pesquisa mostra que as pessoas relatam que sentem um desejo incontrolável pelas comidas que não poderiam comer em uma dieta e que geralmente cedem a esses desejos. Quando cedem, acabam passando da conta.

Esse ciclo de dieta/desforra é bastante comum naqueles que geralmente fazem dietas de perda de peso. Ele leva não somente a tentativas frustradas de perda de peso, como também à recuperação do peso, ao efeito ioiô, a sentimentos de culpa e a desejos constantes por comida. A dieta tradicional para diabete não é diferente das dietas tradicionais de perda de peso; na verdade, ela prescreve restrições maiores de alimentos e determina bem mais os alimentos que são permitidos e proibidos. Do mesmo modo, estudos mostraram que aqueles que seguem uma dieta tradicional para diabetes não são diferentes dos que seguem outra dieta - eles também cedem eventualmente aos desejos e abusam dos "alimentos proibidos".

Para o diabético, o abandono da dieta tradicional para diabetes leva não apenas à recuperação do peso, à culpa e a desejos constantes, mas a algo potencialmente mais perigoso - o controle deficiente da diabete. O problema real com as dietas em geral - e com a origem do ciclo contínuo dieta/forra e dos desejos constantes por comida - é que a dieta baseia-se em quatro pressupostos falhos.
O primeiro é que a alimentação é sempre feita em um estado contínuo de consciência. Para algumas pessoas, entretanto, a alimentação está quase no mesmo nível de consciência que a respiração. Você já percebeu que acabou com uma caixa inteira de biscoitos ou de qualquer outro petisco e nem ao menos se lembrou de ter dado a primeira mordida? De qualquer maneira, a alimentação, assim como a respiração, acontece simplesmente sem querer. Isso não quer dizer que em alguns momentos uma pessoa não consiga fazer uma dieta, seguindo regras e detalhes. É exatamente isso, o encanto será quebrado e a pessoa voltará a comer como nos velhos tempos.

Uma dieta significa que devemos nos alimentar apenas para dar energia a nosso corpo. Mas muitas pessoas ficam na expectativa de poder ingerir alguns alimentos em determinadas ocasiões e lugares. As dietas raramente levam em consideração festas de aniversário ou feriados, cheios de comidas tradicionais e associações culturais. Também não levam em conta aquele lanche reforçado do papai, clássico de domingo, ou aquele pote cheio de biscoitos amanteigados caseiros feitos pela vovó. Somente certos alimentos e combinações de alimentos serão considerados nessas ocasiões.

As dietas funcionam, acreditando que todas as suas necessidades emocionais foram atendidas. Os desejos por comida e a necessidade de comer podem ser reações ao estresse da sua vida que precisa ser tratado. Uma dieta não considera a necessidade de alimentos agradáveis que acalmem e que sejam ingeridos na tentativa de amenizar os problemas e as confusões da vida. Esses alimentos têm sabores e texturas agradáveis e são usados como recompensa ou consolo, uma prática bastante comum que começa na infância e continua pelo resto da vida.

As dietas giram em torno da idéia de que a necessidade deve ser igual ao suprimento. Em outras palavras, quando uma dieta restringe determinados alimentos, seu desejo ou necessidade por eles não deve aumentar. Contudo, costuma acontecer o contrário. A privação da dieta faz com que você deseje os alimentos que não pode ou não deve comer, que pense ou planeje seus dias com base neles. Torna-se um caso simples de você querer o que não pode ter.
É besteira e, no fim, frustrante negar as ligações que temos com a comida e os sentimentos que certos alimentos despertam. A tentativa de ignorar essas influências, que é o que tentamos fazer sempre que "começamos uma dieta", leva-nos a comportamentos alimentares desordenados, como comer em excesso. Ao tentar evitar totalmente alguns alimentos, as pessoas, ao contrário, tendem a devorá-los em algumas ocasiões. Para você, que tem diabetes, isso pode acarretar outros problemas. Você pode fugir do teste de glicose ou não guardar os resultados - pode até cancelar sua consulta médica - porque acha que "saiu" da dieta e que o teste de açúcar no sangue apenas o lembraria que fracassou.

Em vez de uma dieta restritiva, você precisa de conhecimento e informação. Precisa entender como a comida abastece e afeta seu corpo, especialmente seus níveis de glicose e, então, utiliza essa informação, além do monitoramento da glicose, para escolher uma variedade de alimentos - incluindo aqueles que você mais aprecia.

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