Dieta

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dieta e saude.

Leite pode ajudar a reduzir a cárie causada por alimentos que contêm açúcar
Quando você come alimentos que contêm açúcar, bactérias presentes na placa dos seus dentes produzem ácidos que atacam os dentes e podem causar cárie. Pesquisadores da Universidade de Illinois, na Faculdade de Odontologia de Chicago, conduziram um estudo para verificar se beber leite, suco de maçã ou água após comer um cereal com açúcar afetaria a acidez da placa dental.

Vinte adultos participantes visitaram o local do estudo na Universidade de Illinois, em Chicago, uma vez por semana durante seis semanas. Com base numa ordem gerada aleatoriamente por computador, os participantes completaram diferentes testes de estudo. Nas visitas semanais, eles enxaguavam a boca com solução de controle (açúcar ou sorbitol) ou comiam cereais com açúcar e em seguida bebiam leite integral, suco de maçã, água ou não bebiam nada.

Os pesquisadores, então, mediam os níveis de acidez na placa nos dentes dos participantes em intervalos de até 30 minutos nos grupos de apenas cereal, sacarose e sorbitol e de até 35 minutos para cereal seguido por leite, suco de maçã ou água.

Descobriram que beber leite após comer cereal foi o que mais ajudou a baixar o nível de acidez da placa, seguido por água, apenas cereal e suco de maçã.

"Ao se discutir a cariogenicidade dos alimentos e bebidas com paciente, dentistas e outros profissionais da saúde devem enfatizar que a ordem de ingestão de alimentos com e sem açúcar é importante e pode afetar a saúde bucal", afirmam os pesquisadores no artigo.

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ambúrguer, embutidos e requeijão terão teor de sódio reduzido em até 68%.

ambúrguer, embutidos e requeijão terão teor de sódio reduzido em até 68%
No Brasil, cada cidadão usa 12 gramas diárias de sal, mais do que o dobro do recomendado pela OMS: 5 gramas; 28 mil toneladas de sódio devem ser retiradas do mercado até 2020
Ministério da Saúde e a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia) assinaram nesta terça-feira (5) o quarto acordo para a redução de sódio de comida industrializada. Nessa etapa, está prevista a diminuição de 68% do teor do ingrediente nos laticínios, embutidos e refeições prontas. A meta deverá ser atingida em quatro anos.
Na nova lista estão, por exemplo, empanados, hambúrgueres, três tipos de linguiça, presuntos, requeijão e salsichas.O acordo foi firmado em 2011 e previa a redução gradativa dos teores do mineral até 2020 de produtos industrializados. Em cada fase, uma classe de produtos alimentícios era incorporada.

Com a assinatura desta terça-feira, a última prevista, sobe para 16 as categorias atingidas pelo pacto. Entre elas, estão bisnagas, massas, bolos, biscoitos e caldos. O cálculo é que 28 mil toneladas de sódio sejam retiradas do mercado até 2020.

A adesão ao acordo é voluntária. Para verificar se o compromisso é seguido, o governo dispõe de três ferramentas: a análise de rótulos, a informação repassada pela indústria e a avaliação laboratorial.Essa última começa a ser feita nos próximos meses, com a primeira classe de alimentos que foi alvo do acordo, em 2011: massas, pães e bisnagas.

O pacto desta terça prevê, por exemplo, que a mussarela tenha uma redução de 68% dos teores de sal até 2016, a maior prevista pela lista. Nesta data, empanados deverão vir com 54,8% a menos do ingrediente e a linguiça frescal, 42%. A mortadela mantida sob temperatura ambiente é o item que terá menor redução no período. Deve chegar a 2016 com 16% dos teores de sal atualmente apresentados.

Menos açúcar e menos gordura

A partir de agora, novos termos deverão começar a ser discutidos, entre eles a redução de açúcar. De acordo com o Ministério da Saúde, o termo deverá ser assinado em 2014, com o anúncio das primeiras categorias-alvo da redução. Depois, será a vez da redução dos teores de gordura.

O brasileiro é um ávido consumidor de sal. Segundo a diretora de Análise de Situação em Saúde do ministério, Deborah Malta, cada cidadão usa 12 gramas diárias do ingrediente, mais do que o dobro do que é recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS): 5 gramas.
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Urologistas aumentam de 45 para 50 anos a idade mínima para exame de próstata.

Urologistas aumentam de 45 para 50 anos a idade mínima para exame de próstata
Segundo médicos, excesso de diagnóstico leva a tratamentos desnecessários, com efeitos colaterais como impotência, de cânceres que não se desenvolveriam de forma agressiva

Em pleno Novembro Azul, mês em que são realizadas campanhas sobre a importância da detecção precoce do câncer de próstata, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) vai aumentar de 45 para 50 anos a idade mínima recomendada para que um homem procure um médico para fazer os exames rotineiros para diagnóstico precoce da doença.

A nova orientação será anunciada no 34.º Congresso Brasileiro de Urologia, que começa no dia 16 deste mês, durante o lançamento de um livro que vai nortear a prática no País.

No caso de homens de pele negra, obesos ou que tenham histórico familiar a recomendação também muda: a idade mínima para o monitoramento salta dos atuais 40 para 45 anos.
O Instituto Nacional de Câncer (Inca), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, nem sequer recomenda uma idade mínima para que o homem faça exames de rotina - o órgão é contra o rastreamento populacional e recomenda que o homem procure o médico somente quando tiver sintomas.

Segundo Aguinaldo Nardi, presidente da SBU, 25 especialistas se reuniram para discutir os estudos existentes no mundo todo e as atualizações sobre essa prática. Ele diz que o "rastreamento oportunista" (quando o homem procura voluntariamente o médico para fazer exames a partir de uma certa idade) precisa existir como forma de prevenir a doença. "Todo homem com mais de 50 anos deve ir ao médico fazer os exames de PSA (proteína que, em níveis aumentados, pode indicar existência de câncer) e de toque retal."

Mudanças

Segundo Nardi, a alteração na idade mínima será feita porque há um excesso de diagnósticos de cânceres de próstata que não se desenvolveriam de forma agressiva. "São os chamados cânceres indolentes. O homem tem câncer, mas ele não chega a ser invasivo, não sai da próstata e se desenvolve tão lentamente que não traria problemas. "Acredita-se que cerca de 20% dos tumores são indolentes", explica.

O professor Carlos D'Ancona, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), diz ainda que o excesso de diagnóstico leva a tratamentos desnecessários, que podem causar efeitos colaterais, como disfunção erétil e incontinência urinária.

O problema disso, reconhece Nardi, é que não existe um marcador de risco que aponte com segurança se o câncer diagnosticado no paciente será ou não agressivo. Por isso, foram estabelecidos critérios para definir qual seria o câncer indolente.

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