Chá e Chás

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Chas para aborto. Plantas Que Provocam Aborto.

A tabela seguinte, contém o nome de algumas plantas abortivas e respectivos efeitos e foi elaborada com a finalidade de prevenir a mulheres grávidas para se absterem de usá-las, porque esses acidentes acontecem, com alguma frequência, por desconhecimento....

Leiam com atenção
Convém ler os outros textos também., nomeadamente este: Plantas Que Provocam Aborto - Comentários

A listagem está organizada da seguinte forma:
Nome botânico; Nome comum; Restrição (situações em que não se deve usar); Motivo (efeitos)
1. Aloe vera; Babosa; não usar na Gestação; provoca Hemorragia e aborto…
2. Anemopaegma sp; Catuaba; não usar na Gestação; provoca Aborto…
3. Angelica archangelic; Angelica europeia; não usar na Gestação; provoca Hemorragia e aborto…
4. Aristolochia sp; Jarrinha; não usar na Gestação; provoca Contracções e aborto…
5. Arnica montana; Arnica; não usar na Gestação e Amamentação; provoca Hemorragia e aborto, Vómitos e cólicas.

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Via de regra, as plantas deste tipo como chás.

Com este tipo de flores como a macela ou a camomila, por exemplo, são da família das artemísias e são todas abortivas, embora a Artemísia Absinthium (ou Losna) seja tida como a mais eficaz... Para identificar a artemisia absinthium coloque no motor de busca Absinto

6. Artemisia absinthium; Losna; não usar na Gestação e Amamentação; provoca Contracções e aborto, Cólicas e convulsões…
7. Cassia sennae; Sene; não usar na Gestação e Amamentação; provoca Contracções e aborto, Diarreia no lactente…
8. Cassia tora; Mata pasto; não usar na Gestação; provoca Contracções e aborto…
9. Chenopodium ambrosioides; Erva de Stª Maria; não usar na Gestação e Amamentação; provoca Contracções e aborto, Vómitos e torpor…
10. Cinnamomum cassia; Canela; não usar na Gestação; provoca PIG…
11. Coix lacrima-jobi; Lágrimas de N. Senhora; não usar na Gestação e Amamentação; provoca Contracções…
12. Commiphora myrrha; Mirra; não usar na Gestação; provoca Hemorragia e aborto…
13. Copaifera sp; Copaíba; não usar na Gestação e Amamentação; provoca Teratogenia (Teratogenicidade) (?), Cólicas e diarreia…
14. Datura estramonium; Trombeta; não usar na Gestação; provoca Aborto…
15. Dianthus superbus; Cravo dos jardins; não usar na Gestação; provoca Aborto…
16. Elephantopus scaber; Erva grossa; não usar na Gestação; provoca Contracções e aborto…
17. Euphorbia pilulífera; Erva andorinha; não usar na Gestação; provoca Contracções e aborto…
18. Hedera helix; Hera; não usar na Gestação e Amamentação; provoca Contracções e aborto, Febre e convulsões…
19. Leonurus sibiricus; Erva macaé; não usar na Gestação; provoca Contracções e aborto…
20. Melia azedarach; Azedaraque; não usar na Gestação e Amamentação; provoca PIG e aborto, Vómitos e diarreia…
21. Mentha piperita; Hortelã; não usar na Gestação; provoca Teratogenia (Teratogenicidade)…
22. Mikania glomerata; Guaco; não usar na Gestação; provoca Hemorragia…
23. Myristica fragans; Noz moscada; não usar na Gestação; provoca Aborto…
24. Paeonia sp; Peónia; não usar na Gestação; provoca Teratogenia (Teratogenicidade)…
25. Phyllantus niruri; Quebra pebra; não usar na Gestação e Amamentação; provoca Aborto, Cólicas e diarreia…
26. Pilocarpus jaborandi; Jaborandi; não usar na Gestação; provoca Contracções e aborto…
27. Plantago major; Transagem; não usar na Gestação; provoca Contracções…
28. Polygonum acre; Erva de bicho; não usar na Gestação; provoca Hemorragia e aborto…
29. Portulaca oleracea; Beldroega; não usar na Gestação; provoca Contracções e aborto…
30. Prunus persica; Pessegueiro; não usar na Gestação; provoca PIG e aborto….
31. Punica granatum; Romã; não usar na Gestação; provoca Contracções e aborto…
32. Ramnus purshiana; Cáscara sagrada; não usar na Gestação e Amamentação; provoca Contracções e aborto, Cólicas e diarreia…
33. Rheum palmatum; Ruibarbo; não usar na Gestação e Amamentação; provoca Contracções e aborto, Diarreia no lactente...
34. Smilax sp; Salsaparrilha; não usar na Gestação; provoca Aborto…
35. Solanum paniculatum; Jurubeba; não usar na Gestação; provoca Aborto…
36. Tabebuia sp; Ipê; não usar na Gestação; provoca Teratogenia (Teratogenicidade)…
37. Zanthoxilum sp; Tinguaciba; não usar na Gestação; provoca Hemorragia e aborto.
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CHÁ ABORTIVO -CHÁ PARA ABORTO.

Saiba quais chás devem ser evitados durante a gravidez.

O Banco de Saúde elaborou uma matéria falando sobre os chás abortivos e suas complicações, os efeitos do chá abortivo nas mães e nos bebês.

Desabafo- É lamentável ver que pessoas utilizem das informações contidas nessa página para realizar abortos, vale salientar que a idéia dessa postagem é exatamente o contrário, se fizeram besteiras arquem com as consequências, na hora de virar os olhos ninguém pensa né, se não podia criar que fechasse as pernas ou usasse preservativo, agradeça por não estar com HIV ou outra DST e lembre-se, aborto é crime e para quem acredita em Deus é um pecado horrível e sem perdão, imaginem a seguinte manchete:

Mãe mata o filho de 5 anos, corta ele em pedaçõs e joga na privada

A Mãe XXX matou o próprio filho e o cortou em pedaçõs, após o ato ela simplesmente o jogou na privada e deu descarga, segundo XXX ela não teria condições de cria-lo.

- Se você fosse um juiz e fosse julgar essa mãe o que você pensaria?
- Qual seria a sua atitude??

Desculpe, mas quem aborta, independente da situação, deveria ter a mesma condenação do que a mãe fictícia da notícia acima, se você carrega uma vida em seu ventre e não pode criar encaminhe para a adoção, procure o conselho tutelar, posto de saúde ou orfanato mais próximo de sua residência.

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CHÁS - PLANTAS - MEDICAMENTOS ABORTIVOS.

Faço-o para facilitar a leitura (e compreensão) visto que, a julgar por alguns comentários, há pessoas que têm dificuldades numa coisa, ou noutra, ou em ambas. O Uso que as pessoas fazem, ou não, das informações que aqui ficam (como nos restantes textos) é de sua livre opção e da sua inteira e exclusiva responsabilidade.

Espero, com isto, poder contribuir para facilitar a vida (e as opções) de muitas pessoas, mas isso depende, eclusivamente, delas próprias. Isto significa que não darei, aqui, mais indicações sobre esta questão.
Quem tiver dificuldades em perceber, leia o texto várias vezes, com algum intervalo entre leituras. Se as dificuldades persistirem, se continuar sem saber o que fazer, então desista!
Com um pouco de engenho, é possível confirmar estas informações e alargá-las, sem mesmo denunciar o próprio interesse, conversando com profissionais da área da saúde, se não tiver à-vontade para perguntar, ou se não encontrar alguém disponível para ajudar...


Aqui fica a transcrição do parágrafo referido, agora rearranjado:


"Entre as plantas usadas para provocar aborto, para abortar, sobressaem os goivos amarelos (que são caríssimos e difíceis de adquirir) e a artemísia (Absinthium).
No entanto, na tradição oral, o primeiríssimo lugar desta lista (de plantas abortivas) é ocupado pelo CRAVINHO, cuja tintura é muito fácil de preparar. Pode ser tomado e usado para massajar a barriga... (a dose máxima que se pode tomar, de tintura de cravinho, é de 5 gotas 3 vezes ao dia e sempre depois de comer alguma coisa, nem que seja um pedacinho de pão)
Em segundo lugar vem o extracto de Aloé, (gotas)
Também se atribuem propriedades abortivas a coisas tão inocentes como a menta (Menta pulegium), a noz moscada, a salsa, o alecrim, o açafrão (Crocus sativus), os poejos…


Claro que, para obter efeitos abortivos, com algum ou alguns destes produtos, é necessário usar chás muito fortes, ou tinturas, e grandes sobredosagens, tomadas com persistência; isto é: tomadas durante vários dias. Existem relatos em que o “método” utilizado foi a sobredosagem de cerveja quente com canela (deve resultar só pelas náuseas)… Quanto ao “aloé”, há um extracto (gotas) usado com essa finalidade, também em sobredosagem, como é óbvio… e tomado com persistência...
Estes métodos só podem ser usados nos dias seguintes à primeira falta da menstruação (regras) e o resultado deve obter-se em, no máximo, 10 dias.
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Aborto.

Aborto é a interrupção da gravidez pela morte do feto ou embrião, junto com os anexos ovulares durante qualquer momento da etapa que vai desde a fecundação (união do óvulo com o espermatozóide) até o momento prévio ao nascimento.

O aborto pode ser classificado em espontâneo ou provocado.


Aborto espontâneo

Ocorre quando uma gravidez que parecia estar desenvolvendo-se normalmente termina de maneira involuntária, ou seja, quando a morte é produto de acidente, alguma anomalia ou disfunção não prevista nem desejada pela mãe. O aborto espontâneo também pode ser chamado de aborto involuntário ou "falso parto".

O aborto espontâneo é quando a perda do embrião se dá antes da vigésima semana de gestação (5 meses), quando o feto não está em condições de sobreviver fora do útero materno. A maioria dos abortos espontâneos ocorrem durante o primeiro trimestre, diga-se, nas primeiras 12 semanas.

Calcula-se que 25% das gestações terminam em aborto espontâneo, sendo que 3/4 ocorrem nos três primeiros meses de gravidez.

Existem dois tipos de aborto espontâneo: o aborto iminente e o inevitável.

• O aborto iminente é uma ameaça de aborto. A mulher tem um leve sangramento seguido de dores nas costas e outras parecidas com as cólicas menstruais.

• O aborto inevitável é quando se tem a dilatação do útero para expulsão do conteúdo seguido de fortes dores e hemorragia. O aborto inevitável é dividido em três tipos: o incompleto que é quando ocorre depois da saída dos coágulos a saída restante do conteúdo e o aborto preso, que é quando o ovo morre, mas não é expelido.


Causas

A causa do aborto espontâneo no primeiro trimestre mais comum é uma anomalia cromossômica no feto. A maioria das anomalias cromossômicas são resultado de um óvulo ou um espermatozóide defeituosos. Essas anomalias são mais comuns em mulheres acima dos 35 anos, por isso, essas mulheres sofrem um maior risco de terem um aborto espontâneo quando engravidam, cerca de 70% dos casos

O aborto espontâneo durante o segundo trimestre deve-se à problemas externos como: incontinência do colo uterino, mal formação uterina, insuficiência de desenvolvimento uterino, fibroma, infecções do embrião e de seus anexos.

Um estudo realizado revelou que mulheres que fumam, consumem álcool ou drogas correm um grande risco e mulheres com infecções vaginais têm 5 vezes mais chances de terem um aborto espontâneo.


Conseqüências

Os possíveis sintomas de um aborto espontâneo incluem:

• Sangramento vaginal. A quantidade de sangue pode variar de algumas gotas à um fluxo abundante. O sangramento pode começar sem aviso e às vezes começa com uma tonalidade marrom.
• Dor de cólica.
• Perda de líquidos pela vagina, sem sangue e sem dor. Isto pode significar que as membranas se romperam.
• Se houver perda de materiais sólidos pela vagina, conserve para mostrar ao seu médico para que ele examine.
• Algumas mulheres sentem dor como a de um parto.

É possível que o aborto espontâneo ocorra sem sangramento nem dor.

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Aborto provocado.

Aborto provocado é a interrupção deliberada da gravidez; pela extração do feto da cavidade uterina de forma doméstica, química ou cirúrgica. Quando se pensa em aborto é esta forma que é conhecida popularmente.

Para provocar o aborto utiliza-se algumas técnicas:

• A sucção ou aspiração;

• A dilatação e curetagem;

• Drogas e plantas;

• Injeção de soluções salinas;

• Mediante Prostaglandinas;

• Pílula RU-486



Sucção ou aspiração

O aborto por sucção pode ser feito até a 12ª semana após o último período menstrual (amenorréia). Este aborto pode ser feito com anestesia local ou geral. Com a local a paciente toma uma injeção intramuscular de algum analgésico. Já na mesa de operação faz um exame para determinar o tamanho e a posição do útero. Se for anestesia geral, toma-se uma hora antes da operação uma injeção intramuscular de Thionembutal. Inicia então uma infusão intravenosa. O Thionembutal adormece o paciente e um anestésico geral por inalação como o Óxido de Nitroso é administrado através de uma máscara. A partir daí o procedimento é o mesmo da anestesia geral e local.

Insere-se no útero um tubo oco que tem uma ponta afiada. Uma forte sucção (28 vezes mais forte que a de um aspirador doméstico) despedaça o corpo do bebê que está se desenvolvendo, assim como a placenta e absorve "o produto da gravidez" (ou seja, o bebê), depositando-o depois em um balde. O abortista introduz logo uma pinça para extrair o crânio, que costuma não sair pelo tubo de sucção. Algumas vezes as partes mais pequenas do corpo do bebê podem ser identificadas. Quase 95% dos abortos nos países desenvolvidos são realizados desta forma.
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Dilatação e Curetagem.

Na curetagem é feita a dilatação do colo do útero e com uma cureta (instrumento de aço semelhante a uma colher) é feita a raspagem suave do revestimento uterino do embrião, da placenta e das membranas que envolvem o embrião. A curetagem pode ser realizada durante o segundo e terceiro trimestre da gestação o bebê é já grande demais para ser extraído por sucção.

A curetagem é empregada para desmembrar o bebê, tirando-se logo em pedaços com ajuda do fórceps. Este método está se tornando o mais usual.

Este tipo de aborto é muito perigoso, por que pode ocorrer perfuramento da parede uterina, tendo sangramento abundante. Outro fator importante é que se pode tirar muito tecido, causando a esterilidade.


Drogas e Plantas

Existem muitas substâncias que quando tomadas causam o aborto. Algumas são tóxicos inorgânicos, como arsênio, antimônio, chumbo, cobre, ferro, fósforo e vários ácidos e sais.

As plantas são: absinto (losna, abuteia, alecrim, algodaro, arruba, cipómil - homens, esperradura e várias ervas amargas).

Todas estas substâncias tem de ser tomadas em grande quantidade para que ocorra o aborto. O risco de abortar é tão grande como o de morrer, ou quase.


Injeção de soluções salinas

É feito do 16ª à 24ª semana de gestação. O médico aplica anestesia local num ponto situado entre o umbigo e a vulva, no qual irá ultrapassar a parede do abdome, do útero e do âmnio ( bolsa d'água). Com uma longa seringa, injeta-se na bolsa d'água uma solução salina. O bebê ingere esta solução que lhe causará a morte por envenenamento, desidratação, hemorragia do cérebro e de outros órgãos. Após um prazo de 24 à 48 horas, por efeito de contrações do feto é expulso pela vagina, como num parto normal. O risco apresentado por este tipo de aborto é a aplicação errada da anestesia, e a solução ter sido injetada fora do âmnio, causando a morte instantânea.
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Sufocamento.

Este método de aborto é chamado de "parto parcial". Nesse caso, puxa-se o bebe pra fora deixando apenas a cabeça dentro, já que ela é grande demais. Daí introduz-se um tubo em sua nuca, que sugará a sua massa cerebral, levando-o à sua morte. Só então o bebê consegue ser totalmente retirado.


Esquartejamento

O feto é esquartejado ainda dentro da mãe. Deixando-o em pedaços. Retirada do liquido amniótico

Esta é uma das maneiras mais lentas de praticar o aborto: O abortista retira o liquido amniótico de dentro do útero e coloca uma substância contendo sal.


Mediante Prostaglandinas

Esta droga provoca um parto prematuro durante qualquer etapa da gravidez. É usado para levar a cabo o aborto à metade da gravidez e nas últimas etapas deste. Sua principal "complicação" é que o bebê às vezes sai vivo. Também pode causar graves danos à mãe. Recentemente as prostaglandinas foram usadas com a RU- 486 para aumentar a "eficácia" destas.


Pílula RU-486

Conhecida como "pílula do dia seguinte", é uma pílula abortiva empregada conjuntamente com uma prostaglandina, que é eficiente se for empregada entre a primeira e a terceira semana depois de faltar a primeira menstruação da mãe. Age matando de fome o diminuto bebê, privando do de um elemento vital, o hormônio progesterona. O aborto é produzido depois de vários dias de dolorosas contrações.


Estima-se que seja realizado anualmente no mundo mais de 40 milhões de abortos, a maioria em condições precárias, com sérios riscos para a saúde da mulher. O método clássico de aborto é o por curetagem uterina e o método moderno por aspiração uterina (método de Karman) só utilizável sem anestesia para gestações de menos de oito semanas de amenorréia (seis semanas de gravidez). Depois desse prazo, até doze semanas de amenorréia, a aspiração deve ser realizada sob anestesia e com um aspirador elétrico.

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Conseqüências.

As complicações do aborto, variam de acordo com o método empregado. Mas as principais conseqüências são:

• Laceração do colo uterino provocada pelo uso de dilatadores;
• Perfuração do Útero
• Perigo de lesão no intestino, na bexiga ou nas trompas;
• Hemorragias uterinas
• Inflamação do endométrio pós-aborto (infecção uterina secundária, decorrente do aborto).
• Evacuação incompleta da cavidade uterina. Necessidade de prolongar a sucção e de fazer uma curetagem imediata.
• Histerectomia (extração total do útero)
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Chá e Chás

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