Chá e Chás

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Chá para pedra no rim Remédio caseiro.

Para eliminar as pedras nos rins um excelente remédio caseiro é a água de coco ou mesmo a melancia.

Tome 250ml de água de coco ou suco de melancia cada 3 horas durante um dia. No dia seguinte tome uma colher de azeite de oliva a cada 3 horas, durante todo o dia e no fim deste segundo dia faça um Chá para pedra no rim da mistura de ervas que sugerimos a seguir:

Misture boldo, camomila e alecrim em iguais proporções e tome 150 ml deste Chá para pedra no rim durante 3 dias.

As pedras deverão ser eliminadas juntamente com a urina durante este tratamento

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Pedras Nos Rins: Tratamentos Naturais.

Há sangramento e cólica renal (forte dor nos rins), quando a pedra entra no ureteres. Estas dores podem durar várias horas ou dias. Há aumento da micção com pus e sangue, palidez, náuseas e vômitos. Por vezes, há febre e arrepios.

Quando você tem urina sangrenta e dor aguda na bexiga ou rins, é muito provável que você tenha pedras nos rins.

CAUSAS Pedras nos rins é um acúmulo anormal de sais minerais. Eles se formam nos rins e, durante a passagem pelo ureteres, podem se alojar ali ou na bexiga. As pedras são essencialmente compostas de oxalato de cálcio, mas fosfato, cistina, etc podem também estar presentes.

Curiosamente, um fator-chave na produção de pedras nos rins é uma deficiência de cálcio e/ou de magnésio.

Carboidratos refinados, principalmente açúcar, ajuda na formação de pedras nos rins. O açúcar aumenta no pâncreas e excreta insulina adicional, que por sua vez faz com que o rim descarregue mais cálcio na urina.

O cálcio é necessário no organismo. Se não existe suficiente cálcio na dieta, o corpo irá extrair o cálcio dos ossos, a fim de manter o nível sanguíneo de cálcio em níveis normais.

A deficiência de vitamina B6 e de magnésio também pode causar formação de pedras. Um grupo de pesquisadores da Suécia descobriu que a ingestão suficiente vitamina B6 e magnésio diariamente fez com que a formação de pedra parasse em 90% dos seus pacientes. Magnésio, como o cálcio, pode ter vínculos com o oxalato. A ingestão de vitamina B6 (10 mg por dia) reduz a quantidade de oxalato na urina.

É vital que você tenha uma dieta equilibrada de vitaminas e minerais diariamente.

Causas parciais para a formação de pedra nos rins pode incluir a desidratação (não beber água suficiente), infecções, períodos prolongados de repouso na cama, e a ingestão rara de vitamina D e cálcio.

Muita comida, incluindo alimentos formadores de ácido, especialmente carne, juntamente com o produtos feitos com farinha branca, açúcar, chá, café, especiarias e vinagre, todos ajudam a produzir um excesso de resíduos nos rins.

TRATAMENTOS NATURAIS

• É vital que você aumente a quantidade de água que você bebe! A saúde do rim está relacionada com um adequado nível líquido no sangue. Só use água destilada.

• Utilizado em conjunto com outras fontes líquidas, chá de corn silk (estigma de milho) aumenta a diurese, um fator muito importante na purificação e desintoxicação os rins.

• Melancia fornece água. Coma-a sozinha várias vezes, mas não a coma junto com outros alimentos durante as refeições.

• A falta de vitamina A pode levar a formação de pedra. Ela ajuda a proteger a mucosa do trato urinário.

• Uma urina mais ácida previne e dissolve pedras nos rins. Beba sumo de cranberry (oxicoco) freqüentemente. Outros sucos de frutas se tornam alcalinos no sistema. Não coloque vinagre no corpo.

• Tome um caldo de potássio. Isto é feito a partir de cascas de batata espessas. Cozinhe-as com cenoura, alho e aipo. Ferva por 30 a 40 minutos e, em seguida, coe e beba o líquido. O excesso pode ser guardado na geladeira por não mais de 2 dias.

• Oxalatos, um composto químico chave na formação de pedra nos rins, está presente, naturalmente, em vários vegetais verdes, alguns mais do que outros. A planta ruibarbo tem um alto teor de ácido oxálico, apesar de ser pouco conhecida e difícil de encontrar. Também evite comer espinafre, acelga e beterraba. Cerca de 60% de todas as pedras são oxalato de cálcio.

• Beba chá de semente de melancia; ferva em água quente por 15 minutos, coe, adicione um pouco de mel e beba.

• Pode haver excesso de purinas. Pare de comer carne. Proteínas a base de carne são um fator causal na produção de pedras nos rins. Não coma demasiadamente outras proteínas.

• Não utilize refrigerantes, cafeína, chocolate, cacau, pimenta, nozes, sementes de papoula ou chá preto.

• Reduza a ingestão de sal.

• Tome licorice para reduzir o inchaço dos ureteres, então a pedra pode passar. O cálcio e o magnésio são essenciais para travar a perda de cálcio dos ossos. Coma menos carne para que seu cálcio e fósforo mantenham-se em níveis normais (a carne é cheia de fósforo).

• Ervas como dandelion (dente-de-leão) e garança são úteis.

• Para dissolver pedras nos rins, beba água quente e suco de limão. Siga com azeite.

INCENTIVO Se estamos com algum problema de saúde, provavelmente alguma lei de saúde foi violada. Ore, converse com o Deus Criador e peça ajuda à Ele! Ele é seu amigo e quer te ajudar!
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Pedra nos Rins como tratar.

Pedra nos Rins - O tratamento de cálculo renal, litíase, ou simplesmente pedra nos rins, varia desde simples acompanhamento e medidas clínicas, passando por tratamentos minimamente invasivos, até tratamentos cirúrgicos convencionais.

Como já é de conhecimento popular, cálculo renal, ou pedra nos rins, é um dos problemas urológicos mais doloridos e, infelizmente, também um dos mais comuns. Toda pedra no rim detectada deve ser tratada para não expor a pessoa a dores traumas e riscos desnecessários. O antigo conselho: "vá para casa e tome bastante líquido" está ultrapassado e atualmente é considerado um erro gravíssimo. Cálculos renais de qualquer tamanho que causam sintomas, devem ser tratados de forma adequada, utilizando-se alguma das técnicas já conhecidas.

Há diferentes tipos de tratamento para pedra no rim. Normalmente o tratamento pode ser feito com o uso de medicamentos, litotripsia (ondas de choque), holmium laser, cirurgia endoscópica ou ainda cirurgia aberta para a retirada da pedra no rim.

Sem dúvida o método mais utilizado pelos urologistas para eliminação de cálculos renais é a Litotripsia com Ondas de Choque Extracorpórea (LEOC, LOCE ou LECO), um aparelho que emite ondas de choque tentando fragmentar a pedra no rim. Apesar da grande maioria dos médicos defenderem e indicarem este método, vale ressaltar que o mesmo nem sempre resolve o problema, além de oferecer alguns riscos.

Após o tratamento e a prescrição de analgésicos, é comum o paciente receber alta e ir para casa. Durante o período de repouso em casa, deve ficar atento quanto à presença de cólicas e sangramento na urina.

Após o tratamento o paciente será alertado para filtrar a urina e separar os fragmentos de cálculos. Caso apresente febre elevada, dor muito intensa, dificuldades para urinar, sangramentos, náuseas e vômitos que não melhoram com os medicamentos receitados, o paciente deve procurar seu médico.

Em 30 dias, são realizados novos exames (radiografias e ultrassom), que avaliam se o cálculo foi eliminado ou se ainda existem fragmentos residuais.

Os problemas mais comuns relacionados ao uso da litotripsia são hematúria, contusão renal e hematomas perirenais ou pararenais, eritema cutâneo e/ou petéquias, pancreatite aguda, gastroduodenite aguda, arritmias cardíacas ou contusões pulmonares ou ainda em decorrência da migração dos fragmentos: obstrução urinária e cólica renoureteral. Problemas posteriores ao tratamento por litotripcia que podem surgir são o desenvolvimento de diabetes e hipertensão arterial.

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Pedra nos Rins – Chá de quebra pedra.

A popular Quebra Pedra, utilizada na medicina no tratamento de problemas estomacais e urinário.

Quebra-pedra, em espanhol chanca piedra surgiu porque esta planta costuma sair em rachaduras de pedras ou frestas e crescer normalmente.

O Chá de quebra pedra ajuda a tratar e aliviar, mas sempre é necessário ter um acompanhamento médico.

Phyllanthus vem do grego phyllon (folha) e anthos (flor), em referência às flores produzidas em ramos que se assemelham a folhas compostas. A maior parte do gênero é de origem paleotropical, com cerca de 200 espécies distribuídas pelas Américas, principalmente Brasil e Caribe.

Aqui no Brasil, as espécies mais conhecidas e chamadas popularmente de quebra-pedra, arrebenta-pedra ou erva-pombinha são as Phyllanthus niruri L., Phyllanthus amarus Schum. & Thonn e Phyllanthus tenellus Roxb. Müll. Arg., reconhecidas popularmente por suas propriedades diuréticas, sendo utilizadas na eliminação de cálculos renais. Recentes pesquisas descobriram em várias espécies do gênero uma atividade anti-viral, com possíveis aplicações no tratamento da Hepatite-B e câncer.

O chá de quebra-pedra não funciona exatamente quebrando as pedras nos rins. Na verdade o Phyllantus niruri evita que os cálculos se formem e relaxa o sistema urinário, o que ajuda a expeli-los. Pelo menos é isso que foi comprovado no estudo realizado pela química Ana Maria Freitas, do departamento de Nefrologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A pesquisa constatou que o chá de quebra-pedra reduz a adesão de cristais de oxalato de cálcio às paredes do túbulo renal.

Testados durante dois anos o Phyllantus niruri foi ministrado a 58 ratos na forma de pó, para que os componentes não fossem alterados. Pequenas pedras de oxalato de cálcio foram implantadas na bexiga das cobaias, divididas em dois grupos. Um deles tomou a substância diariamente, enquanto o outro ingeria apenas água. Após 42 dias os animais que não tomavam o medicamento formaram uma média de 12 pedras, com cerca de 0,18 g cada. Os demais apresentaram apenas três cálculos, de aproximadamente 0,02 g.

A análise das pedras indicou que o chá impede a aderência de macromoléculas aos cristais de oxalato de cálcio porque reverte sua polaridade. Os cristais se prendem à parede celular porque há uma atração elétrica entre ambos, a química esclarece. "Os cristais têm carga positiva, e a parede celular, negativa. O Phyllantus niruri parece mudar a polaridade da carga dos cristais, e inibir assim sua adesão ao túbulo renal". O chá também relaxa o sistema urinário, o que facilita a expulsão dos cálculos.

A quebra-pedra (Phyllantus niruri) é uma herbácea pequena, com caule de cerca de 50 cm de altura e muito fino, ramoso e ereto. Produz folhas miúdas e ovais. As flores são minúsculas, verde-amareladas, solitárias e dispostas na parte inferior dos ramos. Já os frutos são verde e bem pequenos. O chá preparado com a planta tem sabor amargo.

Não desaparecendo os sintomas, procure um médico.

Alimentos devem ser controlados com mudanças dietéticas conforme o tipo de pedra ou cálculos renais que você teve. Seu médico lhe dirá que tipos de alimentos você deverá limitar.

Para pedras de oxalato de cálcio: limite a ingestão de alimentos com altos teores de cálcio (laticínios) e suplementos de cálcio ou de vitamina C. Limite também a ingestão de alimentos com altos teores de oxalato tais como bebidas coladas, chá, chocolate e amendoim.

Para pedras de ácido úrico: limite alimentos com altos teores de purina tais como anchovas, aves e miúdos de carne. Estes alimentos aumentam a produção de ácido úrico.

Para pedras cistinas: limite a ingestão de alimentos com altos teores de metionina (o mais comum é a carne de peixe). Estes alimentos aumentam a produção de cistina.

A litíase pode ser assintomática, reconhecida somente em exames ocasionais. Na maioria das vezes, a litíase se apresenta com manifestação de dor (cólica) e hematúria. Muitas vezes, os cálculos podem obstruir a via urinária.

A cólica renal é o sintoma agudo de dor severa, que pode requerer tratamento com analgésicos potentes. Geralmente, a cólica está associada a náuseas, vômitos, agitação. A cólica inicia quase sempre na região lombar, irradiando-se para a fossa ilíaca, testículos e vagina. No sedimento urinário, pode-se observar hematúria que, com a dor em cólica, nos permite pensar na passagem de um cálculo. A investigação clínica, na fase aguda, inclui além do exame comum de urina, um RX simples de abdômen e uma ecografia abdominal.

Principais complicações dos cálculos

- Infecção urinária
- Obstrução urinária: perda do rim por destruição obstrutiva e/ou infecciosa
- Insuficiência renal crônica
- Hipertensão arterial
- Complicações cirúrgicas nas retiradas dos cálculos
- Complicações da litotripsia (hematúria, destruição de tecido renal, hipertensão)

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Pedra nos rins - Chá de quebra pedra funciona?.

Mudanças na dieta e muita água são a única receita contra cólica renal. As pedras nos rins são consideradas crônicas e exigem acompanhamento médico regular.

As cólicas fazem você perder o juízo. A dor aguda começa nas costas, mas toma as pernas, embrulha o estômago, causa tontura e enjôos. Há até quem desmaie quando entra em crise por causa de pedras nos rins. Como a sensação de dor é subjetiva, fica difícil medi-la. Mas a comparação entre a cólica renal e as dores de parto é recorrente entre as mulheres que já passaram por ambas situações , afirma o urologista Mario Henrique Elias de Mattos, da ClÍnica MedCenter de São Bernardo.

Erros na alimentação, pouca ingestão de líquidos e tendência genética são os fatores mais associados ao problema. Na entrevista a seguir, o especialista diz o que há de verdade nas informações do senso comum e dá dicas para quem deseja passar longe do problema que, hoje em dia, atinge 20% da população mundial (os homens entre 20 e 40 anos são as principais vítimas).

Pedras nos rins são hereditárias? Como e por que elas se formam?
Estudos recentes já conseguem identificar alguns genes diretamente relacionados com a doença, tanto que é comum encontrar o problema em várias pessoas da mesma família. As pedras se formam a partir da agregação de pequenos cristais de diferente composição. Esta agregação vai acontecer quando a urina estiver supersaturada. Em nível baixo, algumas substâncias facilitam a formação destes cristais, como é o caso do magnésio e do citrato.

Chá de quebra pedra, folha de abacate e alcachofra ajudam na eliminação?
Os estudos científicos realizados não foram capazes de comprovar a eficiência destes chás. Em geral, os especialistas creditam a melhor relatada pelos pacientes ao aumento no volume de líquido ingerido.

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Quem tem os cálculos deve evitar isotônicos e refrigerantes?

Sim, eles devem ser evitados por causa do alto teor de sódio (sal) que contêm. O sódio é um mineral que contribui para a formação de novas pedras.

Comidas gordurosas agravam as cólicas?
Não. Os alimentos com alto teor de gordura podem desencadear ou agravar cólicas biliares, aquelas decorrentes da presença de pedras na vesícula biliar, uma doença totalmente diferente. Os sintomas na cólica biliar podem simular sintomas de cólica renal, daí a frequente confusão entre os dois tipos de problema.

As pedras são um problema crônico?
Sim, pois a chance do indivíduo voltar a ter problemas com pedras após uma primeira manifestação é de aproximadamente 50% ao longo de 10 anos, daí a necessidade de acompanhamento médico regular.

O acúmulo de cálcio é o único causador do problema?
Não, nem só o aumento da concentração de cálcio na urina responde pela formação dos cálculos. A presença excessiva na urina de outras substâncias, como ácido úrico e oxalato, também podem responder pela causa do problema. Eventualmente, mesmo quando estas substâncias encontram-se na concentração normal, os cálculos podem se formar (e ainda não se compreende por completo este fenômeno).

Quem tem cálculo é mais suscetível à osteoporose?
Os pacientes que sofrem de cálculos urinários em decorrência de excreção exagerada de cálcio, proveniente do reservatório ósseo têm mais tendência à osteoporose. Isso acontece com quem sofre de hiperparatireoidismo (doença das glândulas paratireoidianas caracterizada pela retirada excessiva de cálcio dos ossos) ou naqueles indivíduos que têm dificuldade em reter o cálcio na circulação sanguínea por problemas renais específicos.

A infecção urinária ocorre com mais freqüência entre as pessoas que têm cálculo? Por quê?
Sim, porque nossos anticorpos têm dificuldade de penetrarem no cálculo, local onde geralmente se alojam as bactérias. As infecções também são comuns devido ao eventual represamento de urina provocado pelos cálculos em determinados segmentos do trato urinário.

Existe algum medicamento capaz de dissolver as pedras? Quando a litotripsia é indicada?
Ainda não existem medicamentos capazes de dissolver as pedras. Mas em uma situação especial isto é possível: nos cálculos de ácido úrico. Neles, a alcalinização da urina (elevação do pH urinário) e o aumento da eliminação de ácido úrico (induzido pelo uso da droga alopurinol) são capazes de desintegrar cálculos, mesmo aqueles de grandes dimensões. A litotripsia (implosão dos cálculos) está indicada em pedras sintomáticas de até 2 cm de diâmetro (pedras maiores são tratadas com diferentes formas de cirurgia).

É verdade que a cólica causada pelos cálculos é mais intensa que a provocada pelo parto?
A avaliação da dor tem caráter subjetivo, porém mulheres que experimentaram ambas as situações freqüentemente fazem este tipo de observação.
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