Chá e Chás

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Chá de romã receita.

O chá de romã (Punica granatum) é muito conhecido por ser ingredientes de algumas simpatias, mas para além disso, o chá da casca de romã também tem um uso medicinal.

Segundo recomendação da ANVISA, o chá de romã é muito eficiente em casos de inflamações ou irritações da mucosa da boca e faringe.

Também o chá de romã atua como anti-inflamatório e antisséptico. Entretanto, não é para ser ingerido, conforme a receita aqui dada, deve-se apenas bochechar ou gargarejar com chá de romã.


Você vai precisar para fazer o chá de romã:

6 g (duas colheres de sopa) da casca do romã (pericarpo)
150 mL (uma xícara de chá) de água
Modo de Preparo:

Leve a água ao fogo já com a casca da romã. Deixe ferventar por alguns minutos. Neste processo que é conhecido por decocção.

Posologia do chá de romã

Aplicar no local afetado pelas feridas ou aftas, em bochechos e gargarejos três vezes ao longo do dia

Precauções do chá de romã.

Ingerido, pode causar zumbido, distúrbios, visuais, espasmos na panturrilha, tremores, náuseas e vômitos.
Uso tópico, procurar não engolir.

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Benefícios do chá de romã.

O chá de romã é tônica, diurética, antiespasmódica e tenífuga, produzindo excelentes resultados no tratamento de garganta e gengiva, cólicas intestinais e diarréia. Costuma-se empregar as folhas para lavagem dos olhos. É excelente contra vermes.

Segundo cientistas israelenses, aO chá de romã tem qualidades terapêuticas e pode ser usada no tratamento de vária doenças. O suco, a polpa e a casca da romã contêm propriedades que, além de reduzir o colesterol, retardam o envelhecimento e podem levar à cura do câncer e da aids.

Pesquisas mostram que o chá de romã contém um poderoso antioxidante, um tipo de flavonóide mais eficiente na prevenção de problemas cardíacos do que o existente no tomate e no vinho tinto.

O médico e pesquisador Michael Aviram diz que muitos pacientes de alto risco, sérios candidatos a implantes de ponte de safena, conseguiram evitar a cirurgia apenas com o chá de romã.

O chá de romã é um antibiótico natural e, por ser antioxidante, seu suco reduz o colesterol, retarda o envelhecimento, previne os problemas cardíacos, a osteoporose e auxilia no tratamento, quando já se tem, ou reforça a defesa imunológica, defendendo-nos de tumores e doenças degenerativas.

A medicina popular relata o uso do chá de romã no tratamento de diversas doenças. O chá feito com as folhas é usado para lavagem dos olhos e o chá de romã da casca do fruto é usado para infecção de garganta, diarréia e disenteria crônica.

Estudos fitoquímicos descritos na literatura mostram que a casca do fruto é rica em taninos elágicos e derivados de ácido gálico, flavonóides, glicosilados, antocianinas, glicosídeos e ácidos graxos.

A casca da raiz da romãzeira é rica em alcalóides; o pericarpo apresenta atividade antimicrobiana contra Staphylococcus aureus e Clostridium perfingeda, além de ter propriedades cicatrizantes.
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Como usar romã .

Contra vermes
Leve ao fogo três colheres de sopa da casca, do caule ou da raiz com um copo de água. Quando ferver, abafe e deixe amornar. Beba um copo do chá três vezes ao dia. No dia seguinte, em jejum, tome um laxante, que pode ser uma colher de chá de sulfato de magnésio (sal de epson ou sal-amargo) diluída em um copo de água morna. Isso vai ajudar na eliminação dos vermes.

Para garganta inflamada
Faça o chá como indicado acima e, quando estiver morno, adicione uma colher de chá de sal e outra de vinagre e gargareje três vezes ao dia. Repita o processo até a cura total.

Para gripe
Aos primeiros sintomas da gripe, mastigue pedaços da casca verde ou seca. Isso reforça o sistema imunológico e faz o corpo se livrar logo do vírus.

Para os olhos
Com o sumo das sementes da romã também é feito um colírio indicado nos casos de glaucoma e catarata. Veja aqui como fazer o colírio de romã.

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Cha de Romã para Garganta .

Cha de Romã para Garganta

As frutas são largamente conhecidas pela sua importância alimentar.

Elas são excelentes fontes de nutrientes, principalmente vitaminas e sais minerais.

Além destes nutrientes, muitas frutas apresentam substâncias com ação medicinal, e seu uso como medicamento é um hábito utilizado pela humanidade há mais de 5.000 anos. Algumas destas frutas já apresentam confirmação científica de seus efeitos terapêuticos, outras estão em fase de pesquisa e existem ainda, aquelas que, apesar de não haver comprovação científica, nem estar em fase de pesquisa, através do conhecimento popular, são amplamente utilizadas pelas populações.

A grande maioria das frutas apresentam propriedades medicinais.

Umas são adstringentes, outras emolientes. Umas excitam as funções gástricas, outras ativam as funções intestinais.

Umas desintoxicam o organismo, dissolvendo e expelindo substâncias tóxicas; outras suprem o organismo de vitaminas e sais minerais.

Quando sentimos algum tipo de dor, logo vamos à farmácia para comprar um medicamento, mas saiba que alguns tipos de frutas podem ajudar no problema.

Vamos falar aqui da Romã que é uma fruta difícil de ser encontrada em feiras, mas em mercados municipais vocês acharão com facilidade.

A romã muito usada como simpatia para atrair dinheiro e feita no ano novo, possui propriedades antiinflamatória que além de ajudar na garganta, se você possuir alguma outra infecção ela também combate.

A romã combate a inflamação na garganta, além de não prejudicar o nosso organismo, que é o caso dos remédios.

Confira abaixo uma receita de chá de romã para a garganta:

-Corte uma romã em cruz.

-Coloque para ferver com três xícaras de água e uma pitada de sal. Deixe descansar por 10 minutos.

-Gargareje 03 vezes ao dia.

Você sentirá um alivio rápido e sem a necessidade de tomar remédios.

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Emagrecer com Romã.

Uma ótima maneira saudável de emagrecer é comer romã. A romã é uma fruta que ajuda a emagrecer pois ela é capaz de aumentar o metabolismo do corpo fazendo com que este gaste mais energia, mesmo parado. Para isso deve-se consumir uma romã diariamente para seja em forma de suco, partida aos pedaços.

Para conseguir alcançar seu objetivo de emagrecer, é possível também colocar as sementes da romã na salada. Confere um ótimo sabor.

A romã também ajuda a acabar com a celulite,combater o envelhecimento e evita a candidíase. A romã contém 7 vezes mais antioxidantes que o chá verde e que o vinho tinto.

O poderoso chá de casca de romã

Diz a sabedoria popular que fazer gargarejo com chá de casca de romã alivia a dor de garganta. E é verdade. Os compostos fenólicos — antioxidantes que preservam estruturas biológicas como a membrana celular — presentes na fruta têm propriedades anti-inflamatórias e capacidde para aderir à mucosa, protegendo-a.

O ideal é fazer o gargarejo à noite, um pouco antes de dormir, ensina a bioquímica Fernanda Jardini.

Quer mais? Tem! A fruta também protege os vasos sanguíneos, reduzindo as chances de infarto e derrame.

Para aproveitar os benefícios, bata no liquidificador a casca, as sementes e a polpa com um pouco de água. Coe e beba em seguida. Outro jeito é friccionar os grãos numa peneira para extrair o suco ou consumi-los juntamente com as folhas verdes ou na salada de frutas.

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Romã vermelha e amarela.

Dois tipos de romã podem ser encontrados no CEAGESP a vermelha e a amarela. Apesar de ambas serem originárias do Vale do São Francisco, a primeira é uma variedade canadense, enquanto que a segunda é nacional.

Analisando-se visualmente a fruta, percebe-se na vermelha menor quantidade de sementes, casca mais fina e o mesocarpo (parte carnosa entre a casca e as sementes) maior.

Já a amarela tem maior quantidade de sementes, apresenta casca mais grossa e mesocarpo mais fino. O formato dos lóculos (bolsas, onde estão armazenadas as sementes) também são diferentes, como podemos observar nas fotos.

No sabor, parece não haver diferença. Quanto ao aspecto econômico, a variedade de cor vermelha custa cerca de 50 a 60% a mais do que a amarela, sendo destinada a um público de maior poder aquisitivo que freqüenta os grandes supermercados, quitandas especializadas, etc.

As cascas das raízes da romãzeira contém cerca de 0,6 a 0,7 % de alcalóides. Os mais importantes são a peletierina (1) e a pseudo-peletierina (2).
Esses alcalóides são os responsáveis pelas propriedades tenífugas da romã.

A peletierina é o componente responsável pela atividade das cascas das raízes da romazeira contra platelmintos3 .

O pericarpo da fruta, do qual isolou-se taninos elágicos, é dotado de atividade antimicrobiana contra Staphylococcus aureus, Clostridium perfinges e contra o vírus Herpes simplex II, responsável pela manifestação do herpes genital.

A comprovação destas atividades fornece validade ao uso popular do chá de romã no tratamento das infecções da boca e garganta.

As cascas do fruto são ricas em taninos elágicos e derivados de ácido gálico, flavonóides glicosilados, antocianinas, dentre outros compostos. Das sementes do fruto da romã foi isolado o ácido punícico
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Constituintes encontrados no romã.

No Oriente Médio, a romã é usada na culinária regional em pratos salgados, no preparo de almôndegas e peixes recheados e em saladas com berinjela. 100 gramas da fruta fornecem 62 kilocalorias, sendo altamente rica em fósforo.

O fruto é consumido fresco e o suco feito com as sementes é utilizado na fabricação do xarope granadina, usado em condimentos e licores.
No Irã, a romã é hoje uma das frutas preferidas da população.
Símbolo do amor e da fertilidade por suas numerosas sementes, o culto à romã vem dos rituais pagãos da Antiguidade que continuaram a se propagar mesmo com o advento do cristianismo.

A romã é uma das sete frutas pelas quais a terra de Israel foi abençoada. Entre os judeus de origem ocidental existe o costume de colocar sementes da fruta embaixo do travesseiro na passagem do Ano Novo Judaico, comemorado em setembro. Faz-se isso para atrair sorte, saúde e dinheiro no próximo ano.

Na mitologia grega, Perséfone, filha de Demeter e deusa da terra e da colheita, foi levada para o inferno por Hades, deus das profundezas. Jurou não comer nada no cativeiro, mas não resistiu a uma romã.
Comeu seis sementes.

Quando Hades afinal perdeu Perséfone para Demeter, teve a permissão de ficar com ela durante seis meses de cada ano, por causa das sementes. Esses seis meses se tornaram o inverno.
Na mitologia iraniana, o fruto desejado da árvore sagrada é a romã e não a maçã, como na religião cristã.

Segundo a crendice popular brasileira, a romã também traz sorte e prosperidade.
É por essa razão que as vendas dessa fruta aumentam muito a cada final de ano, principalmente no Nordeste. Muitos brasileiros também acreditam que terão um ano novo com sorte e dinheiro se colocarem sementes de romã nas suas carteiras de dinheiro ou em partes da casa.

Muitos, pelo mesmo motivo, comem as sementes da fruta no Natal e na passagem de ano.
De acordo com a Bíblia, no templo de Salomão, a circunferência do segundo capitel das colunas do pórtico era ornamentada com 200 romãs postas em 2 ordens.
O profeta Maomé afirmava "coma romã para se livrar da inveja e do ódio".
Tanto as folhas como suas flores são encontradas nos sarcófagos dos antigos egípcios.

No Cântico dos Cânticos, poema dramático-idílico apócrifo, atribuído ao rei Salomão por uma velha tradição (mas ao que tudo indica composto no século IV A.C.), o amor humano é exaltado através de 2 personagens principais, o esposo e a esposa. Muitos, entretanto, vêm a figura de um simples pastor no lugar do esposo. Já as tradições judaica e cristã viram no cântico o símbolo do amor de Jeová por Israel e do povo eleito por seu deus.

Nesses cânticos, a beleza da face da amada é comparada ao fruto da romãzeira, cuja cor talvez represente o ideal de beleza daquela época.
É no bosque de romãs que a amada promete entregar-se ao seu amor.
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A romãzeira.

A romãzeira (Punica granatum), pertencente à família das Mirtáceas, é rara na Europa Central, mas cultiva-se em grande quantidade na Europa do Sul e no Norte de África. E uma das espécies cultivadas desde os mais antigos tempos e empregadas em usos domésticos.

Nos textos do antigo Egito encontra-se mencionada sob o nome de «schedech-it» uma espécie de limonada que se obtinha da polpa da romã, um pouco ácida e refrescante.
No Pentateuco registra-se com freqüência como os hebreus, durante a sua peregrinação pelo deserto, dirigidos por Moisés, acharam falta das romãs e das uvas do Egito. No templo de Salomão foi usada a romã como motivo decorativo.

Também é antigo o uso dietético e terapêutico da romã. Já Hipócrates (460-377 A.C) empregava o suco das romãs como estomacal nos enfermos e febricitantes.
0 cultivo da romã deve ter sido introduzido na Península ibérica pelos árabes, em 711. A cidade de Granada, fundada pelos mouros no século X, tirou o nome precisamente da romã (em espanhol granada), que também faz parte do seu brasão de armas.

Esta espécie é um arbusto ou árvore que chega até a oito metros de altura, com os troncos mais velhos fortemente retorcidos e requebrados.

Composição e Propriedades -- A romã fresca tem a seguinte composição, em percentagem: proteínas 0,9; sódio 70 mg; gorduras 4,5; potássio 50 mg; hidratos de carbono 16 g; cálcio 10 mg; vitamina B2, 100 g; água 75 g; magnésio 5 mg; vitamina C, 50 mg; calorias 110; manganês 1,3 mg; vitamina D, 0 U.I. e ferro 0,3 mg.

Ao passo que (como acontece em todos os frutos frescos) o conteúdo em princípios imediatos e em calorias é insignificante, é, pelo contrário, interessante o conteúdo em manganês (1,3% entre os minerais e em vitamina B2, (cem gamas por cento). A romã é um dos alimentos mais ricos em manganês.

0 manganês é um elemento fundamental para a vida e é necessário no organismo humano para a formação de diversos fermentos, pelo que o homem dele necessita de dois a três miligramas por dia.

A romã está indicada para todas as alterações do metabolismo dos fermentos, cujos sintomas ainda não foram descobertos nem compreendidos nos últimos anos. Esta fruta pode situar-se nas dietas juntamente com os alimentos mais ricos em manganês, como são a aveia, a cevada, o centeio, o arroz integral, o milho, o soja, as sementes verdes, o feijão, as ervilhas e as lentilhas.

0 seu conteúdo em vitamina B2 (lactoflavina ou riboflavina) é dos mais altos.
Quando a contribuição da vitamina B2, nas pessoas que estão a crescer desce abaixo de 0,6 mg diários, aparecem rapidamente os sintomas carenciais clínicos. É necessário então usar dieta rica nesta vitamina, na qual a romã pode desempenhar um papel importante.

No Sul da Europa, prepara-se com romãs um suco de cor avermelhada, agradavelmente ácido, assim como um xarope refrescante, chamado «granadina».
Emprego Como Adstringente e Tenífugo -- As flores da romãzeira podem ser usadas como infusões contra a diarréia e a leucorréia.

A casca do fruto emprega-se como adstringente e antihelmíntico. A indústria obtém da casca uma substância corante, de amarelo-limão e vermelho-pardo, que se emprega para tingir tapetes orientais e outros curtumes (com um conteúdo até 28%) para trabalhar o couro.

0 invólucro da raiz e do tronco ainda hoje é utilizado nas farmacopéias alemã, austríaca e suíça como enérgico tenífugo de ação não só contra os vermes vulgares como também contra o temível Dibothriocephalus latus. Também se usa como adstringente e emenagogo em diversas formas, como pó, cocção e extrato de casca de romã.

O extrato de romã entra nas chamadas pílulas índicas contra a disenteria.
A casca da romã contém como substâncias ativas, quatro alcalóides diferentes (derivado da piperidina), especialmente 0,4-1,0 % de peletierina, veneno espasmódico, que depois de se comportar como agente espasmódico, dá lugar a uma paralisia central generalizada.

Os primeiros sintomas de uma intoxicação são dados por alterações visuais, vertigens e vômitos. A casca da romã contém considerável quantidade (20 a 28%) de glucósidos adstringentes, que com facilidade produzem prisão de ventre; também contém resinas, amido, ácido málico, oxalatos, um corante amarelo e de 3 a 20 por cento de minerais.
A casca da raiz, do tronco e dos ramos é muito ativa contra as tênias intestinais.

Uma velha receita recomenda a preparação deste remédio, da seguinte maneira: 100 g de casca de romã cozida em 500 g de água, até reduzir para 150 g, adicionando-lhe, depois, 15 g de álcool. Este cozimento será administrado, por três vezes, com intervalos de meia hora. Como este remédio não é totalmente inócuo, não deve ser empregado senão por prescrição do médico.

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Romãs – futuro promissor?.

Pesquisas sobre propriedades curativas da romã são sérias e muito promissoras.

Dr. Michael Aviram, utiliza o suco da romã para combater colesterol e problemas cardíacos no Lipid Research Laboratory, do Rambam Medical Center em Israel. Nos últimos vinte anos o bioquímico pesquisa sobre formas de evitar ou eliminar depósitos de colesterol nas artérias, provocadoras de distúrbios cardíacos e enfarte do miocárdio.

Ao procurar alternativas naturais, o cientista testou vinte produtos diferentes da romã. Descobriu no suco da romã poderoso antioxidante, um tipo flavonóide mais eficiente na prevenção de problemas cardíacos do que o existente no tomate e no vinho tinto.

Ele administra suco da romã em pacientes com estenose nas artérias carótidas, isto é estreitamento nas artérias que levam sangue ao cérebro. Os resultados foram rápidos e impressionantes. Segundo Aviram, as melhoras foram observadas ainda no primeiro mês de tratamento. Suas pesquisas também relatam sobre pacientes de alto risco, sérios candidatos a implantes e ponte de safena, que conseguiram evitar a cirurgia apenas com o suco da romã.

Já o pesquisador Efraim Lansky, chefe da Divisão de Pesquisas da Rimonest, no Instituto Tecnológico de Israel, aponta que o suco, a polpa e a casca da romã são portadoras de propriedades que além de promover a redução do colesterol, retarda o envelhecimento e talvez, possam levar à cura do câncer e da AIDS.

Doutor em psicologia e biologia, o cientista tem também especialização em acupuntura e homeopatia. Lansky se interessa não somente pelo suco da romã, mas também pela fruta por completo.

Atualmente está investindo na produção de um suco concentrado para ajudar a baixar os níveis de colesterol. Em sua clínica homeopática, receita suco de romã em casos de febre e, em mulheres pós-menopáusicas, na prevenção de problemas cardíacos e osteoporose.

Em breve, ele lançará também nova linha de cosméticos – cremes anti-envelhecimento, óleos para massagem e máscaras – utilizando estrógeno extraído da casca da romã.

Dr. Lansky acredita a romã seja grande projeto farmacêutico, com inúmeras possibilidades, entre as quais, a cura do câncer de próstata, câncer de mama, da leucemia, do herpes e até da AIDS.

Segundo o estudioso, a aplicação de vinho e óleo da semente nas células de certos tipos de câncer interrompe a reprodução das mesmas, evitando que a doença se espalhe. Ainda são pesquisas, mas os resultados atuais são animadores.

Usos medicinais

Remédio milenar, o uso da romã é consagrado cientificamente. Já está comprovada a eficácia da romã como antibiótico natural. No caso de amigdalites bacterianas, faringites virais e inflamação das gengivas o uso de gargarejos com cocção induz a remissão do quadro infeccioso e também da febre em apenas 24 horas.

A romã também produz bons resultados no caso de leucorréias (corrimentos vaginais). Para este fim são indicados banhos de assento com infusão da casca, os casos regridem rapidamente após três aplicações.

Flores da romã são usadas como infusões contra a diarréia. A raiz e a casca da fruta são utilizadas como anti-helmíntico (vermífugo), que é eficaz contra vermes vulgares e também contra tênias intestinais (Taenia Solium).

Uma infusão feita com sementes maceradas de romã é útil para o tratamento de conjuntivite e chá das folhas de romã é útil para tratar outras afecções dos olhos. Para cicatrização de feridas, pó seco da casca da romã é muito utilizado.

IMPORTANTE:

É preciso cautela com riscos de intoxicação por superdosagem de romã. Nas infusões não deve ser consumida mais que ¼ da casca. Sua ação é potente para atacar bactérias causadoras das inflamações, mas, substâncias contidas na fruta, também podem agredir a mucosa intestinal, além de causar paralisia temporária.
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