Chá e Chás

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Chá de pitanga.

Chá de pitanga a pitangueira é conhecida como Eugenia uniflora, L, Dicotyledonae, Mirtaceae. O fruto do Chá de pitanga, por ser vermelho escuro (pitangueira vermelha), era conhecido pelos índios tupi-guaranis pelo nome de Pitanga.

A pitangueira é uma pequena árvore que nas regiões subtropicais alcança de 2m a 4m de altura, mas, vegetando sob ótimas condições de clima e de solo, alcança alturas acima de 6m, quando adulta. As folhas pequenas e verde-escuras, quando formadas, exalam aroma forte e característico.

INDICAÇÃO: Chá de pitanga => afecções do fígado, bronquite, cólica menstrual, diabetes, colesterol, diarréia, febres intermitentes, gota, hipertensão, infecções da garganta, limpar e descongestionar a pele do rosto, queda e oleosidade dos cabelos, reumatismo.

COMO FAZER o Chá de pitanga : Coloque 3 colheres de sopa de erva para um litro de água, quando a água alcançar fervura, desligue. Tampe e deixe a solução abafada por cerca de 10 minutos. Em seguida, é só coar e beber.

COMO BEBER o Chá de pitanga: Tomar de 2 a 3 xícaras ao dia.

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Composição da pitanga.

Na composição da pitanga, destacam-se as antocianinas, pigmentos antioxidantes; os carotenóides, importantes na prevenção de doenças degenerativas, como doença arterial coronária, catarata e câncer; e os fenóis, que funcionam como antiinflamatórios celulares.

Algumas dessa substâncias atuam sobre o câncer, protegendo o DNA celular contra mutações com possibilidade de levar à formação de um câncer.

A pitanga tem vitaminas e substâncias químicas em sua composição que proporcionam efeitos benéficos à saúde, melhorando a defesa do organismo contra microorganismos e também contra a ação de radicais livres. Suas folhas têm componentes que atuam como fármacos, diminuindo a pressão arterial e aumentando a diurese.

O extrato da folha da pitanga atua contra o Trypanosoma congolense (doença do sono) e tem ação moderada contra o Staphylococcus aureus e o Escherichia coli.

Para fazer o chá da pitanga, coloque dez folhas bem lavadas em meio litro de água e leve ao fogo. Quando ferver, desligue. Tome ao longo do dia.
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Pitanga diminui os níveis de triglicérides e ajuda a baixar a pressão.

Estudo da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo (USP), em Pirassununga, interior do estado, revela que muitas das substâncias que conferem aquele cheiro adocicado à polpa, principalmente os monoterpenos, são as mesmas que aparecem nas folhas da pitangueira, usadas há séculos pela população em chás medicinais.

O que folhas e fruta têm em comum são compostos voláteis, isto é, que se desprendem no ar — daí o perfume — , cujos efeitos foram comprovados contra uma série de males: podem combater a diarreia, aliviar a febre e as inflamações, diminuir os níveis de triglicérides e ainda baixar a pressão (outro estudo argentino realizado pela Universidade Nacional de La Plata provou que os compostos da pitangueira aceleram a eliminação de sais minerais, como o sódio, que alavancariam a pressão). Mas a questão é: tanto no combate à hipertensão quanto contra qualquer outro mal, tomar o chá sem nenhum critério pode ser perigoso. "O exagero leva à perda de grandes quantidades de potássio e isso pode afetar até a frequência cardíaca" alerta o farmacologista João Ernesto Carvalho, da Universidade Estadual de Campinas.

A descoberta da Faculdade de Zootecnia, no entanto, facilita a vida. "Em vez de beber o chá das folhas, tome o suco da fruta", diz a cientista Alessandra Lopes, que coordenou o estudo dessa universidade. Mesmo que você não tenha em casa pitangas frescas para bater no liquidificador, a polpa congelada conserva os benefícios das substâncias perfumadas. Segundo a cientista, o bom é incluir um copo da bebida no cardápio diário.

Quer mais benefícios? Tem. O suco leva vantagem em relação ao chá até pela cor, resultante de um coquetel de antocianinas, flavonoides e carotenoides. Cada um dos integrantes desse trio tem fama de ser um excelente antioxidante, que combate os radicais livres, prevenindo contra câncer. A pitanga também tem o dobro de licopeno que o tomate – outra substância com valor reconhecido na prevenção de tumores. Que maravilha, né?

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Chá para diarreia receita.

O chá de pitanga (que na verdade é um chá de pitanga – Eugenia uniflora – por utilizar as folhas a árvore da Pitanga) é muito útil para diarreias causadas por fatores diferentes de infecções. O chá de pitanga é recomendado pela ANVISA e para ser utilizado por adultos.

Você vai precisar fazer o chá de pitanga:

3g (uma colher de sopa) de folhas de pitanga
150 mL (uma xícara de chá) de água
Modo de Preparo:

O processo para o chá de pitanga é a infusão. Para isso, leve a água ao fogo e deixe em ponto de fervura. Desligue o fogo e só então acrescente as folhas da pitangueira, deixando o recipiente abafado por alguns minutos.

Posologia

Utilizar um cálice (aproximadamente 30 ml) do chá de pitanga logo após ir ao banheiro

Cuidados

Não ultrapasse o limite de 10 doses ao longo do dia.

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Pitanga a Planta.

Pitanga Cheirosa, saborosa, de cores vivas, a pitanga não faz bem apenas aos sentidos, nem é matéria-prima só para doces, xaropes e chazinhos da vovó. A fruta originária da Mata Atlântica agora freqüenta também os laboratórios de pesquisa, onde se estudam suas propriedades na prevenção do câncer e no controle da hipertensão

Uma fruta com cheiro e gosto de infância. Na poesia de Casemiro de Abreu, Meus oito anos, a pitanga aparece como um símbolo de um passado feliz, de um tempo impregnado pela nostalgia e pela certeza de que não volta mais. Quantos de nós ainda nos identificamos com esse símbolo?

Quem, durante a infância, teve a felicidade de se aventurar por quintais alheios à procura dessa pequena fruta vermelha, de sabor levemente adocicado, que por vezes teima em se esconder nos galhos mais altos das árvores

E por quantas vezes o chá de suas folhas nos salvou num daqueles dolorosos desarranjos intestinais ou o xarope caseiro nos aliviou a tosse?
Facilmente encontrada em pomares domésticos de quase todo Centro-Sul do País, a pitangueira (Eugenia uniflora) é originária da Mata Atlântica e ocorre naturalmente do Nordeste até o Rio Grande do Sul, com a exceção de localidades sujeitas a geadas ou de chuvas mal distribuídas.

É uma árvore de porte médio, com 4 a 6 metros de altura ou, excepcionalmente, até 10 metros. As pequenas flores brancas aparecem entre os meses de agosto e novembro. As frutinhas pesam cerca de 3 gramas e se sucedem de outubro a janeiro, misturando, na ponta dos ramos, os pequenos gomos de tons verdes, amarelos, laranjas e vermelhos, característicos de cada fase de maturação.

No Cerrado existe outra espécie – chamada de pitanga-vermelha ou pitanga-anã (Eugenia calycina) – cuja planta alcança apenas 40 a 60 centímetros de altura e o fruto não tem gomos.
A região de Bonito, no estado de Pernambuco, é a maior produtora comercial de pitanga. Por ano, são cerca de 1.300 a 1.700 toneladas de frutinhos, cuja polpa processada é vendida congelada para a fabricação de sucos, sorvetes, doces, licores, vinhos e geléias.

Algumas fábricas também engarrafam o suco de pitanga concentrado. Nos mercados, é muito difícil encontrar pitangas frescas, porque elas são muito perecíveis, com casca muito fina e delicada.

Por isso, o melhor mesmo é saborear 'no pé', de preferência após o almoço, pois a colorida 'sobremesa' tem boa reputação como digestiva.
Essa mesma pitanga que enche de aroma e sabor as recordações de infância de muita gente, hoje desperta também a atenção de alguns pesquisadores interessados em suas propriedades medicinais e farmacológicas.

Além de buscar a comprovação da eficácia de seus usos tradicionais – como diurético, anti-reumático, antidiarréico e antifebril – eles estudam substâncias promissoras no controle da pressão arterial e na prevenção do câncer.

A pitanga é rica em vitamina C, flavonóides e taninos. A vitamina C é fundamental para o sistema imunológico; os flavonóides protegem o organismo contra a ação dos radicais livres (responsáveis pelo envelhecimento, por exemplo), e os taninos atuam como adstringentes, ou seja, são substâncias capazes de provocar a contração de tecidos e vasos sanguíneos, diminuindo secreções ou formando uma camada protetora sobre eles.
A literatura científica descreve vários efeitos relacionados à pitanga, seja pelo consumo direto do fruto ou de chás preparados com as folhas da árvore.

A pitanga tem vitaminas e substâncias químicas em sua composição que proporcionam efeitos benéficos à saúde, melhorando a defesa do organismo contra microorganismos e também contra a ação de radicais livres. Suas folhas têm componentes que atuam como fármacos, diminuindo a pressão arterial e aumentando a diurese, afirma a professora Renata Tardivo Cirqueira, do Departamento de Morfologia e Patologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), no interior de São Paulo.

Em seu doutorado, realizado entre os anos de 2002 e 2006, pela Universidade de São Paulo (USP), Renata estudou os efeitos do chá de folhas de pitangueira sobre a pressão arterial, com base em relatos de populações que já utilizam o chá para o tratamento de hipertensão, principalmente na Argentina.

O estudo retrata um efeito agudo de queda de pressão e aumento de diurese com a administração do extrato de pitanga, ou seja, esses efeitos ocorrem logo após a ingestão", explica.

Segundo os resultados obtidos, 90 minutos após a administração do extrato aquoso da pitanga houve diminuição da pressão arterial, chegando a uma queda de 31% do valor basal da pressão constatado antes da ingestão do extrato, e a um aumento do fluxo urinário em 373%.

Embora, em geral, o uso de plantas medicinais tenha menos contra-indicações e efeitos colaterais do que o de medicamentos químicos, Renata alerta para os riscos da utilização indiscriminada de fitoterápicos sem o acompanhamento médico.

No caso do chá de pitanga, os mesmos estudos que comprovaram a eficácia do chá no tratamento da hipertensão apontaram reações preocupantes para pessoas com algum distúrbio cardíaco, entre elas a diminuição da força e da freqüência cardíacas.

Pessoas que sofrem de doenças cardíacas não deveriam ingerir o chá de pitanga como anti-hipertensivo e diurético. Na minha opinião, o uso de qualquer medicamento alopático ou fitoterápico, deve ter um acompanhamento médico, reitera.
Para a pesquisadora, as descobertas recentes relacionadas à utilização da pitanga mostram o quanto a Ciência ainda desconhece a potencialidade da flora nativa brasileira.

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RAZÕES PARA OFERECER CHÁ NO DIA DE SÃO VALENTIM.

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História

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Cultura do chá.

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Cultivo do chá.

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Processamento do chá.

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Processamento do chá preto.

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Misturas e aditivos do chá.

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Substitutos do chá.

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