Chá e Chás

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Chá de jatobá.

Chá de jatobá é uma árvore originalmente encontrada na Amazônia e Mata Atlântica brasileiras, onde ocorre naturalmente desde o Piauí até o Norte do Paraná, na floresta latifoliada semidecidual.

No cerrado ocorre a espécie H. stigonocarpa, também conhecida como Jatobá. Com altura entre 15 e 20 m e tronco que chega a 1 m de diâmetro, suas folhas têm dois folíolos brilhantes de 6 a 14 cm de comprimento. O fruto jatobá é uma vagem indeiscente, bastante dura.

INDICAÇÃO:Chá de jatobá >>> Diarréia, tosse, bronquite, problemas de estômago, blenorragia, cistite crônica ou aguda, cólica, escarro de sangue, fraqueza pulmonar, hemorragia, laringite, próstata, úlcera bucal, vermes e vias respiratórias.

COMO FAZER o Chá de jatobá: Coloque 3 colheres de sopa para um litro de água. Deixe cozinhar por 3 ou 4 minutos a partir do momento em que se inicia a ebulição, após esse tempo, retire do fogo e deixe repousando, tampada, por 10 minutos. Coe e está pronto para o uso.

COMO BEBER o Chá de jatobá: Tomar de 2 a 3 xícaras ao dia.

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Chá de casca de jatoba para problemas da próstata.

O Chá de jatobá é indicado para os homens que sofrem de doenças da próstata, como inflamação desta glândula e há mesmo quem uso para ajudar a controlar o cancro da próstata.

Modo de fazer este Chá de jatobá: – Deve adquirir um pedaço de casca de jatoba que caiba na mão de um adulto e ferva -o em meio litro de água, durante oito minutos. Coe e deixe arrefecer.

Não deixe a casca na água mais de 15 minutos, pois altera as propriedades do Chá de jatobá. Vá bebendo 1 cálice de hora a hora, até acabar.

A antiga sabedoria indígena sobre a árvore Jatobá

Os povos de sabedoria milenar utilizavam uma árvore chamada Mburandã para diferentes fins terapêuticos, dentre eles:

Casca: para fazer um Chá de jatobá, também chamado beberagem da vida e popularmente conhecido como o vinho do jatobá, é estimulante e fortificante. Atualmente é utilizado na medicina popular para fazer chá contra gripe, bronquite, catarro no peito, diarréia, vermes, fraqueza, cólicas, infecções na bexiga, para ajudar na digestão, para lavar ferimentos e para irritações vaginais e até no tratamento de câncer de próstata.

Resina: via oral é utilizada para aliviar dores no estômago e flatulência, queimada para fazer inalação no tratamento de resfriados e dores de cabeça, repelente natural de mosquitos transmissores de doenças e utilizada como um verniz vegetal.
A beberagem da vida era remédio dos pajés no tratamento de parentes (índios) que estavam se recuperando de uma doença longa e fortificante para os anciões da aldeia.

Estas são algumas das propriedades medicinais desta árvore sagrada que ganhou nomes como Jatobá, burandã, jutaí, farinheira, jutaí-bravo, jutaí peba da família botânica Fabaceae, estudada pelo botânico, cientista, médico e zoólogo sueco Carl von Linné que a classificou de Hymenaea courbaril.
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CHÁ DA CASCA DO JATOBÁ COMO PREPARAR.

Modo de preparar o Chá de jatobá.
1) Lavar as cascas.
Fatiar as cascas.
Cozinhar duas colheres das de sopa de casca fatiada em um litro de água.
Cozinhar por dez minutos.
Abafar.
Deixar amornar até chegar à temperatura apropria para beber.
Coar.
Quando e como usar o Chá de jatobá.
Indicação: Prostatite.
Modo de usar o Chá de jatobá : Tomar duas xícaras de chá ao dia dura o tempo necessário à cura ou alívio.
Contra-indicação
Não consta da literatura consultada. Porém, não se deve ultrapassar a dosagem.

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jatobá a oringem.

O jatobá (Hymenaea courbaril L. var. stilbocarpa (Hayne) Lee et Lang.; Fabaceae - Caesalpinioideae), também chamada jataí, jutaí e pão-de-ló-de-mico, é uma árvore originalmente encontrada na Amazônia e Mata Atlântica brasileiras, onde ocorre naturalmente desde o Piauí até o norte do Paraná, na floresta latifoliada semidecidual. No cerrado, ocorre a espécie H. stigonocarpa, também conhecida como jatobá.

Etimologia

Jatobá é oriundo do tupi yata'wá. Jataí deriva do tupi yata'. Jutaí é oriundo do tupi yuta. Pão-de-ló-de-mico" é uma referência ao pó no interior de seu fruto, que se parece com o pão de ló e que costuma ser consumido pelos micos.
[editar]Características

Com altura entre quinze e trinta metros (até 45 metros na Amazônia) e um tronco que pode ultrapassar um metro de diâmetro, suas folhas têm dois folíolos brilhantes com de seis a catorze centímetros de comprimento.
Há registros de exemplares, na Amazônia e no Rio de Janeiro, com altura de quarenta metros e diâmetro maior que três metros. A chamada "árvore de Martius", encontrada por este pesquisador na Amazônia, tinha altura estimada em trinta metros, diâmetro de oito metros, idade entre 2 000 e 4 000 anos e talvez fosse um jatobá

O fruto é um legume indeiscente, de casca bastante dura. Cada legume costuma ter duas sementes e é preenchido por um pó amarelado de forte cheiro, comestível, com grande concentração de ferro, indicado para anemias crônicas. Doces feitos com esta farinha eram muito comuns até o século XIX.
[editar]Usos

A madeira é empregada na construção civil em vigas, caibros, ripas, acabamentos internos (marcos de portas, tacos e tábuas para assoalhos), na confecção de artigos para esportes, cabos de ferramentas, peças torneadas, esquadrias, joias, objetos de arte e peças de decoração, bem como móveis de alto luxo. Conhecida, em inglês, como brazilian-cherry, a madeira do jatobá consta, junto com as do ipê (brazilian-walnut) e as do mogno (mahogany), no grupo das dez mais valiosas e negociadas madeiras do mundo.

Frutos e folhas do jatobá.
A polpa do legume é comestível e muito nutritiva. É usada como alimento também pela fauna. A disperão das sementes - de duas a quatro em cada legume - se dá, em grande parte, por morcegos.
Entre seringueiros e moradores de regiões próximas das florestas onde se encontram, é comum se utilizar a casca da árvore para fazer um chá, também chamado de vinho de jatobá. Acreditam que este chá é um poderoso estimulante e fortificante.

Por volta do início dos anos 2000, para evitar a retirada da casca, a Universidade Federal do Acre desenvolveu um método de extração do vinho do jatobá através de uma mangueira. Os mercados americanos e europeus são grande mercado para os extratos de jatobá.
Em épocas diferentes, desde 1930, foi indicada a comercializada para fins medicinais. A partir do final do século XX, passou a ser estudada por etnobotânicos americanos, sendo consumida nos Estados Unidos com os mesmos fins tradicionais. Como planta medicinal, diferentes partes são usadas por indígenas do Brasil, Guianas e Peru contra diarreia, tosse, bronquite, problemas de estômago e fungos nos pés. Estudos recentes indicam que jatobás antigos podem produzir substâncias com eficácia no combate a alguns tipos de câncer.
Tem sido usada na recomposição de matas degradadas e, com este fim, suas sementes são comercializadas pelas redes de sementes oficiais de seus biomas de origem.

Fruta Mística

O jatobá é um fruto muito conhecida dos índios da América Latina por ser uma das frutas místicas. Por assim ser, os índios pesquisavam seus efeitos antes de consumi-lo. Este fruto trazia equilíbrio de anseios, desejos, sentimentos e pensamentos. Os índios costumavam, em tempos remotos, comer um ou dois pedaços de jatobá e, logo após, fazer rodas de meditação.

Eles cultuavam a fruta e, hoje, a árvore (jatobeira ou jatobazeiro) é considerada um patrimônio sagrado no Brasil.
Ao longo do tempo, as pessoas foram se perguntado se a polpa do fruto fazia mesmo efeito sobre a saúde mental e sentimental. Com isso, muitos cientistas passaram a estudar seus efeitos. Estes concluíram que o jatobá traz alguns benefícios importantes, como a organização mental e a purificação dos sentimentos. Já o quanto tempo a pessoa precisa se alimentar disso para se sentir bem ainda é contestável. Também foi

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Jatobá famila Hymenaea courbaril.

Descrição : Da família das Caesalpiniaceae. Também conhecida como árvore-copal-do-brasil, farinheira, imbiúva, jabotii-timbaí, jassaí, jatabá-trapuca, jataí, jataíba, jataíba-peba, jataíba-uva, jataici, jataipeba, jataí-amarelo, jataúba, jatel, jati, jatobá-de-anta, jatobá-de-porco, jetaí, jetaíba, jitaí, jutaí, jutaí-açu, juteí, jupiti, pão-de-ló-de-mico, South America locust (inglês); guapinol, algaborro, azucar huayo (espanhol). Árvore bem deseonvolvida, muito esgalhada e frondosa. Suas folhas são compostas de 2 folíolos.

As flores, de cor esbranquiçada, nascem nas pontas dos ramos, no formato de cahcos. Os frutos têm o formato de vagebs oblongas, com casca de cor castanho-avermelhado, apresentando várias sementes cobertas por uma polpa de cor amarelo-pálida, farinácea, bem adocicada e mucilaginosa.

O tronco e os ramos secretam uma seiva, que é uma goma resinosa, que goteja em grande quantidade no solo, onde se petrifica tomando formas diversas, semelhantes às do cristal , ambaçadas por fora e brilhantes por dentro. Pode-s eobter essa seiva perfurando o tronco na base. Reproduz-se por sementes, de preferência em solos úmidos e argilosos. É encontrada comumente em matas, capoeiras e em redutos florestais.

Parte utilizada: seiva, semente, casca, folhas.

Habitat: É nativa da América do Sul, encontrada nas Guianas e no Brasil aparecendo em todo o país em matas de terra , em solo argiloso.

História: E usado na medicina popular e como alimento há centenas de anos. O nome tupi vataiwa significa árvore de fruta dura. O nome científico faz alusão às suas folhas casadas - himeneu (casamento)
Modo de Conservar : Os frutos devem ser consumidos maduros, devendo ser guardados em vidros bem tampados, em local isento de insetos. As folhas e as cascas dos ramos devem ser secacs ao sol, em local ventilado e sem umidade. Guardar em sacos de papel ou de pano.

Origem : Améirca tropical, sendo que no Brasil é encontrada desde as Guianas até São Paulo, Minas Gerais, MAto Grosso e Goiás, em áreas de mata de terra firme e de solo argiloso.

Plantio : Multiplicação: por sementes (mudas);

Cultivo: planta brasileira encontrada de SP à Amazônia. Prefere solos argilosos e úmidos. Planta-se na primavera no espaçamento de 8m X 8m.

Colheita: seiva (quando a árvore estiver adulta) e casca durante a floração.

Princípios Ativos: Ácido copálico, alfa-trimetil, ácido naftaleno-carboxílico, ácido alfa-naftaleno-carboxílico, ácidos brasilicopálico, brasilicopalínico e brasilicopaloreseno, flavonóide astilbina, beta-sitosterol, beta-bourboneno, alfa-cadineno, delta-cadineno, gama-cadineno, cariofileno, epi-catequina, ácido iso-enantio comúnico, copacanfeno, copaeno, cubebeno, copacanfeno, alfa-copaeno, beta-copaeno, alfa-cubebeno, ciclosativeno, ácido ent-eperua-dienóico, beta-gurjuneno, hediquineno, alfa-himachaleno, humuleno, alfa-humuleno, beta-humuleno, beta-huroleno, alfa-muroleno, gama-muroleno, selinadieno, alfa-selineno, beta-selineno, taxifolino-rhamnosídeo, óleo essencial, princípio amargo, tanino, oligossacarídeos.

Propriedades medicinais: adstringente, antibacteriana, antiespasmódica, antifúngica, antiinflamatória, antioxidante, aperiente, balsâmico, descongestionante, diurética, estimulante, estomáquica, expectorante, fortificante, hepatoprotetora, laxativa, peitoral, tônica, vermífuga.

Indicações: asma, atonia gástrica, blenorragia, bronquite, cistite crônica ou aguda, cólica, coqueluche, disenteria, dispepsia, dor localizada, escarro de sangue, fraqueza pulmonar, hemorragia, laringite, próstata, pulmões, tosse, úlcera bucal, vermes, vias respiratórias.
Uso pediátrico: As mesmas indicações possiveis. Útil nas bronquites com secreção espessa

Uso na gestação e na amamentação: Não há informações da sua farmacocinética ou sobre seu Uso nestas condiçôes.

Toxicologia: O DL5 da cera bruta de Jojoba é maior que 160 glkg em camundongos. Em testes oculares, foi somente ligeiramente irritante (comparável ao azeite de oliva verde) e sua aplicação produziu menos irritação do que a parafina líquida. A administração tópica da cera refinada às cobaias por 20 semanas não resultou em nenhum efeito sistemático, apenas um inchaço reversível acompanhado de uma redução da flexibilidade da pele e um aumento da sensibilidade à raspagem, nenhuma mudança histológica nos tecidos da pele foi observada.

Estes efeitos parecem ser devidos a uma ação oclusiva, criada pela cera.O grupo JMC Tecnologies, indica que os efeitos da jojoba resultam da absorção percutânea e da incorporação subseqüente no tecido cutâneo. Injeção subcutânea de 1 ml/kg, por 7 semanas em animais de teste, não produziu nenhum efeito sistêmico, embora tenha havido alguma acumulação sistêmica.

O óleo da jojoba é composto de 14% de ácido erúcico, um fator causal na fibrose miocárdica. Embora nenhuma relação direta tenha sido estabelecida entre este composto e a toxicidade da jojoba, a jojoba não deve ser Ingerida (em) sob nenhuma forma.

As bactérias Lactobacillus acidophilus e Lactobacillus bulgaricus proliferam nas sobras da semente de jojoba, metabolizando a slmmondsina tóxica e outros compostos tóxicos que permanecem no resíduo da semente de jojoba após a remcção do óleo. Os resíduos tratados não são tóxicos aos camundongos, às aves, aos ovinos e ao gado.

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Modo de usar jatobá.

Modo de usar:
- polpa é consumida "in natura" e na forma de geléias, licores, farinhas para pães, bolos e mingaus.
- polpa dos frutos, cozida e misturada com açúcar e leite quente: tosse, bronquite, asma, enfisema pulmonar, pés-de-atleta (frieira entre os dedos);
- resina: problemas no sangue, fortificante;
- decocção da casca e das folhas: dores de estômago, do peito e das costas, fraturas, vômitos com sangue, artrite, bursite, beri-beri, dispepsia, indigestão, diarréia, cólicas, febre, tosse, doenças pulmonares, cistite (não infecciosa);
- fruto: fortificante;
- chá do fruto: tosse, bronquite, dor de estômago e costas, sinusite, contusão antiinflamatório da garganta, vermes, diarréias;
- vinho da casca de jatobá: tônico e fortificante, antioxidante, rejuvenescedor.

Diarréias; disenterias; cólicas intestinais: coloque 1 colher de sopa de casca do ramo picada em 1 xícara de chá de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos, espere amornar e coe. Tome 1 xícara de chá, de 1 a 3 vezes ao dia.
Afecções das vias urunárias, cistite crônica ; prostatite : em 1 xícara de chá , coloque 1 colher de sopa de folhas fatiadas e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome 1 xícara de chá, 3 vezes ao dia.
Tosses; bronquites; catarros; asma; fraqueza pulmonar : coloque 1 colher de sopa de casca do ramo picada em 1 xícara de café de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos. Coe e acrescente 1 xícara de café de açúcar cristal. Dissolva bem o açúcar e adicione 1 colher de sopa de mel. Tome 1 colher de sopa, de 1 a 3 vezes ao dia. Para crianças das somente metade da dose. Este preparado deve ser guardado em geladeira, ou consumido em 3 dias.
Alimento natural : coma 1 colher de sopa da polpa do fruto, 1 vez ao dia, no período da manhã.
Posologia: Adultos: Consumo do fruto in natura pela manhã ou como farinha para preparos culinários, doces - fortificante. Consumo da polpa do fruto cozida e misturada com leite quente para afecçôes respiratórias.
6 a 12ml de tintura divididos em 2 doses diárias, diluidos em água: 2g de planta seca ou 4g de planta fresca (1 colher de sobremesa para cada xícara de água) de folhas e /ou cascas em decocto até 3 vezes ao dia, com Intervalos menores que 12hs em Uso interno para dores em geral, hemoptíase, afecções gastrintestinais, cólicas, cistites, doenças pulmonares; O decocto do fruto. é usado para afecções respiratórias, vermes e diarréias: O vinho medicinal da casca Cr) aperiente, t6nlco, fortificante e rejuvenescedor; A seiva é usada internamente, misturada com mel, nas afecções respiratória: A seiva também pode ser utilizada em ungüentos ou emplastros sobre áreas dolorosas: O pó da resina é usado nas hemoptíases

Farmacologia: Não foram encontrados relatos de pesquisas ou estudos clínicos que pudessem comprovar a utilização empirica da planta, mas seu grande conteúdo em princípios ativos revela um potencial medicinal grande.
Toxicologia: Sem toxidade nas doses recomendadas. A DLM é acima de 300ml para humanos acima de 60Kg. Os extratos etanolícos em doses (muito) maiores que a terapêutica.
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