Chá e Chás

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Chá de jambolão e o Diabetes.

O Jambolão é conhecido por uma grande variedade de nomes: jalão, kambol, jambú, azeitona-do-nordeste, ameixa roxa, murta, baga de freira, guapê, jambuí, azeitona-da-terra entre outros. Entretanto, seu nome científico é Syzygium cumini, uma planta pertencente à família Mirtaceae. Em relação ao seu fruto, eles são do tipo baga (extremamente parecidos com as azeitonas).

Sua coloração, inicialmente branca, torna-se vermelha e posteriormente preta, quando maduras.
Sua semente fica envolvida por uma polpa carnosa e comestível, doce, mas adstringente, sendo agradável ao paladar.

No Brasil, o fruto é geralmente consumido in natura, porém esta fruta pode ser processada na forma de compotas, licores, vinhos, vinagre, geléias, tortas, doces, entre outras.
As propriedades medicinais do Jambolão não são atribuídas apenas ao seu fruto. Existem relatos de inúmeras propriedades atribuídas também ao seu caule e as suas folhas. Dentre estas propriedades, destacam-se ações antiinflamatórias e carcinogênicas (caule) e antibacteriana, antiviral, antifúngica e antialérgica (folhas).
Logicamente, estas propriedades são extremamente controversas. Quanto aos efeitos sobre os níveis de glicose, encontramos relatos de que tanto o caule, o fruto e as folhas teriam ações sobre o metabolismo da glicose.

Mais interessante ainda, parecem que alguns relatos destas ações têm mais de 100 anos, antes mesmo da descoberta da insulina. Mas o que realmente temos de evidência científica?
É interessante observar que vários artigos científicos sobre o Jambolão foram escritos e publicados por grupos brasileiros.

Um dos principais grupos é o de Claudio Coimbra Teixeira, do Departamento de Farmacologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e seus artigos foram publicados em algumas importantes revistas científicas (ver Referências Bibliográficas).
Existe uma série de estudos, com resultados bem controversos, em modelos experimentais (ratos e camundongos) sobre os efeitos do Jambolão. Vou comentar alguns deles aqui.

Além do grupo de Porto Alegre, um dos estudos foi publicado por um grupo da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais. Neste estudo, os autores demonstraram que, após 7 dias de tratamento de ratos com um extrato da Syzygium cuminy, houve uma redução nos níveis de glicose dos animais.
Os autores especulam que este efeito não seria por um efeito direto sobre a glicose, mas um efeito sobre a diminuição no peso e na ingestão alimentar dos ratos.

Outro estudo, publicado por um grupo de pesquisadores da Índia, também demonstrou um redução dos níveis da glicose de camundongos com algumas frações do Syzygium cuminy, mas também considerou este achado um efeito indireto da quantidade de fibras presente no preparado utilizado.
Mais recentemente, um estudo publicado por um grupo de pesquisadores do Centro de Ciências da Saúde da Universidade de Santa Maria demonstrou que o extrato do Jambolão foi capaz de reduzir a glicemia em um modelo animal e inclusive sugeriu um mecanismo para isso. Estes são apenas alguns dos estudos que realmente demonstram os efeitos benéficos do Jambolão sobre a glicose.

Vale ressaltar, entretanto, que são sempre modelos animais.
Existem apenas alguns estudos em humanos. O primeiro estudo, publicado em 2000, avaliou os efeitos do Chá de Folhas do Jambolão em indivíduos sadios e não conseguiu demonstrar qualquer efeito sobre níveis de glicose.

Em um segundo estudo, os autores compararam três tipos diferentes de tratamento em paciente com diabetes tipo 2: placebo, glibenclamida (um conhecido medicamento para o tratamento do Diabetes) e o chá de folhas de Syzygium cumini.
Após 28 dias de tratamento, os autores demonstraram que, enquanto que a glibenclamida promoveu uma redução significativa sobre os níveis de glicose, o Chá de folhas de Jambolão se comportou exatamente como o placebo; isto é, sem qualquer efeito clínico significativo sobre os níveis de glicose.
Finalmente, um terceiro estudo, agora com 27 pacientes, também não demonstrou qualquer efeito do Jambolão sobre a glicose de pacientes diabéticos. Estes achados demonstram que, embora tenhamos uma série de efeitos benéficos demonstrados em modelos animais, os resultados em humanos não parecem tão promissores.

Se os efeitos do Jambolão sobre a glicose são controversos, os mecanismos envolvidos são mais ainda. Citei algumas das teorias nos parágrafos acima, mas, quando revemos a literatura, diversos mecanismos são propostos por diferentes autores, sem nenhum consenso específico.

Os possíveis mecanismos de ação já foram propostos: inibição da alimentação e perda de peso, inibição da absorção de glicose, inibição de uma enzima responsável pelo metabolismo da glicose, inibição da enzima amilase, etc...
Em resumo, os efeitos do Jambolão no tratamento do Diabetes ainda não foram completamente elucidados. Embora existam relatos (alguns deles bem antigos) da eficácia desta planta (do caule ao fruto), além de diversos resultados animadores em estudos com modelos animais, os resultados em humanos são desapontadores.
Além disso, os mecanismos de ação permanecem indeterminados.

Como outros produtos Na boca do Povo, o Jambolão não deve ser utilizado de maneira isolada no tratamento do Diabetes. É importante ressaltar que os estudos em animais não permitem que os efeitos colaterais da medicação sejam estudados (embora os estudos em humanos sugiram que existam alguns efeitos gastrointestinais) e que estes efeitos precisam ser bem determinados em humanos para que sejam pesados os riscos e os benefícios da medicação.

Vamos esperar que nos próximos anos sejam publicados novos estudos, principalmente por todos os pesquisadores brasileiros que lidam com esta linha de pesquisa, para que o efeito do Jambolão sobre a glicose possa ser completamente elucidado.

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Chá de jambolão contra diabetes chá do Amiltom.

O Projeto Ação Natal Verde ,além de distribuir gratuitamente mudas de árvores a plantas medicinais grátis,também tem com objetivo divulgar a medicina natual atrávés das plantas,léia este depoimento de cura e a receita do jambolão.

Meu nome é Amiltom tenho 47 anos, sou casado e resido n oParana.

Como muitas pessoas eu também sofri muito por causa da diabete, eu não sabia o que tinha até que um dia eu passei mal e fui levado já quase em coma para o hospital.

Fiz muitos exames e um deles deu diabete tipo dois já num gral muito elevado, pois, eu já estava ficando sego, fiquei internado e quando recebi alta veio a decepção, o doutor me disse que eu tinha que tomar insulina pelo resto da vida.

Entrei em depleção, não aceitava ser escravo de insulina, mas, tomei-a durante três longos anos, ai comecei a procurar remédios caseiro, até que me ensinaram um tal de chá de JAMELÂO, eu estava disposto a qualquer coisa pra se livrar da insulina.

Mesmo sem acreditar que ia me curar eu comecem tomar o chá de JAMBOLÂO, pois, eu não tinha nada a perder. E não é que depois de três meses tomando o chá de JAMBOLÂO fui ao medico medir a diabete, e, a surpresa, a diabete tinha sumido, o medico disse que eu não era mais diabético e não precisava mais de insulina, não é incrível? E agora já faz dois anos que eu não tomo mais insulina graças a Deus e ao chá de JAMBOLÂO.

É difícil acreditar, pois, eu também não acreditava, mas, estou totalmente curado e levo uma vida normal já há dois anos, e agora eu quero que outras pessoas que sofrem com esse mal também sejam curadas.

Façam o chá de JAMBOLÂO mesmo que você não acredite, pois, eu também não acreditava, mas, façam você não vai perder nada, e o JAMBOLÂO pra quem não a conhece é uma arvore semelhante a um pé de jabuticaba só que maior, mas que da umas frutinhas idênticas à jabuticabeira, procure-o com pessoas do sitio eles vão te arrumar, pois, ele é muito comum nos sítios.

PEGUE DEZ FOLHAS DE JAMBOLÃO DEIXE-AS SECAR E VERVA EM DOIS LITROS DE AGUA, GUARDE NA GELADEIRA E TOME TRES COPOS DURANTE O DIA E CONTINUI COM O TRATAMENTO CONVENCIONAL, VOCE VAI VER QUE EM ALGUNS MESES ESTARA LIVRE DE APLICAR ISULINA. EU ESTOU E A MINHA DIABETE ERA A TIPO
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JAMBOLÃO PLANTA.

Originário da Índia, o jambolão adaptou-se muito bem às condições de solo e clima do Brasil, tornando-se espécie subespontânea na região Nordeste. A árvore frondosa produz pequenos frutos ovóides, que são roxos quando maduros, parecidos com uma azeitona. O sabor é suave, sem aroma característico forte, embora um pouco adstringente ao paladar.

Na Índia, além de ser consumida in natura, a polpa do jambolão também é utilizada na produção de doces e tortas. O chá das folhas e das sementes da espécie também é muito conhecido na medicina popular indiana, principalmente pelos efeitos hipoglicemiantes. Diferentes estudos sugerem que o tratamento com o extrato da semente de jambolão reduz a glicemia de ratos diabéticos. Entretanto, segundo Oliveira e colaboradores (2005) o extrato das folhas de jambolão não apresenta o mesmo efeito.

A espécie cultivada como planta ornamental no Brasil, é muito comum nos canteiros e quadras de Brasília, DF. A coloração roxa da polpa dos frutos apresenta um grande impacto visual devido à presença de antocianinas, pigmentos antioxidantes hidrofílicos também encontrados em frutas como a uva (Vitis sp.) e o "blueberrie" (Vaccinium sp.), que apresentam como vantagem a alta solubilidade em misturas aquosas. Entretanto, segundo a publicação Alimentos Regionais Brasileiros do Ministério da Saúde (2002), a coloração arroxeada provoca mancha nas mãos, tecidos, calçamentos e pinturas de carros, tornando-o pouco indicado para preencher espaços públicos.

Artigo publicado por J. Veigas e colaboradores na revista Food Chemistry em 2007 confirma a presença de três antocianinas principais identificadas como glucoglucosídeos da delfinidina, petunidina e malvidina. Segundo o artigo, os elevados teores de antocianinas encontrados no jambolão (230mg/100g em base seca) são equivalentes aos teores encontrados nos "blueberries", recentemente classificados como a primeira comodite nutracêutica de grande valor comercial. Os resultados apresentados sugerem que a elevada atividade antioxidante do extrato de jambolão, aliado ao forte potencial corante do mesmo, com características desejáveis de solubilidade e estabilidade, poderiam estimular a incorporação do extrato como aditivo natural para ser empregado em alimentos e em formulações farmacêuticas.

A adstringência da polpa de jambolão deve-se à presença de taninos, compostos fenólicos de alto peso molecular, que também estão presentes em frutas como o caju (Anacardium sp.) e a banana (Musa sp.) verde. À medida que as frutas amadurecem, geralmente ocorre uma redução da adstringência, que é atribuída à perda de solubilidade do tanino. Porém, em pequenas proporções ou em combinação com outros componentes do alimento, a adstringência pode contribuir para um sabor desejável, como em vinhos feitos com cultivares de uvas pigmentadas. Os taninos, quando ingeridos em grande quantidade, podem precipitar proteínas, inibir enzimas digestivas e afetar a absorção de vitaminas e minerais; por isso, ainda podem ser considerados nutricionalmente indesejáveis. Entretanto, atualmente, os resultados negativos envolvendo esta classe de compostos fenólicos na alimentação têm sido revistos.

Diferentes moléculas de taninos, como aquelas presentes no chá verde, estão sendo apresentadas como detentoras de atividade anticarcinogênica e de efeito antimutagênico. Assim, não parece seguro estimular a ingestão de grandes quantidades de taninos, embora as pequenas quantidades naturalmente presentes nas dietas equilibradas com frutas e verduras pareçam ser benéficas para a saúde humana.

No Brasil, artigo publicado na Revista da sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos em 2006 avaliou a produção da geléia de jambolão. A geléia mostrou-se apreciada, após análise de aceitação sensorial por 50 provadores que se manifestaram positivamente nos atributos analisados. O atributo cor foi o que mais agradou aos provadores, já que o processamento não destruiu a antocianina presente na fruta. Segundo os autores, a produção da geléia de jambolão mostrou-se viável, principalmente para o pequeno produtor.

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Chá De Jambolão.

Eficaz no tratamento do diabetes, colesterol

Modo de preparar: Infusão : Despejar uma xícara de chá de água fervente sobre uma colher de sobremesa da erva e em seguida abafar por 10 minutos.

PARTES USADAS: Talo e folhas

ORIGEM DO PRODUTO: Brasil

DESCRIÇÃO: O Jambolão, também conhecido popularmente como baga-de-freira, guapê (Paraná), jamelão, jalão, azeitona (Syzygium cumini, ex-Eugenia jambolana Lam. ou Syzygium jambolanum DC.) é uma planta da família Myrtaceae com origem na Índia e que pode chegar até 10 metros de altura. Possui flores brancas e frutos pequenos e arrouxeados quando maduros. O fruto ainda possui uma semente única e grande, quando comparada com o tamanho do fruto, envolta por uma polpa carnosa. Apesar de um pouco adstringente, tem um sabor agradável ao paladar. Na Índia, o Jambolão, além de ser consumido in natura, é usado na confecção de doces e tortas. No nordeste do Brasil, esta planta adaptou-se tão bem que se tornou espécie subespontânea.

INDICAÇÃO: O chá de Jambolão é eficaz no tratamento da diabetes, prisão de ventre, distúrbios gástricos e pancreáticos, disfunções nervosas, estimulante gastrintestinal e gases

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Remédios naturais e tratamento natural para diabetes.

A doença diabetes é provocada por mal funcionamento do pâncreas, quando não produz insulina suficiente e então, fica-se com muito açúcar no sangue (hiperglicemia), o que pode provocar uma série de distúrbios em todo o sistema, exemplo: doenças cardiovasculares, retinopatia diabética, colesterol, obesidade, etc.

Geralmente começa com hipoglicemia e a pessoa pensa que está necessitando de mais açúcar no sangue, logo após, vem a hiperglicemia e a doença está instalada, podendo se apresentar em vários níveis de gravidade.

Embora seja considerada uma doença crônica, o quadro pode reverter e curar pelo tratamento natural, mas é necessário que haja uma mudança alimentar severa, usar a geoterapia (veja artigo: A cura através da argila) e hidroterapia para equilibrar, fortalecer e curar o pâncreas.

Tome florais, que pode ser o de Bach, adequados para suas emoções e não esqueça de usar uma tintura de pata de vaca: 15 gotas 4 vezes ao dia. O chá desta planta não adianta muito, pois o principio só é retirado em tintura (veja artigo: Diabetes, também Naturopatia, o que é?).

Suzete é Naturopata, Iridóloga e Instrutora dos Exercícios Visuais. Autora do livro: Cuide de Seus Olhos

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