Chá e Chás

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Benefícios do chá de aroeira.

O chá de aroeira mansa é uma árvore de porte pequeno, que tem muitas propriedades em suas folhas e casca. Sendo usada para diversas aplicações, seja na forma de chá de aroeira ou até de banhos e compressas.
Esta não deve ser confundida com as aroeiras brancas ou bravas, que causam efeitos como a urticária, edemas e eritemas apenas com as partículas que delas se desprendem, com a seiva, com a madeira seca, com a terra onde crescem ou até mesmo com seu cheiro! Também são espécies de aroeira-mansa: aroeira-do-campo, almecegueira e lentisco, rasteira, mole e outras.

Veja as indicações e benefícios chá de aroeira.

adstringente, balsâmico, cicatrizante, diurético, laxante, depurativo, afrodisíaco, dores ciáticas, reumatismo, febre, para diarreias, gota, ínguas,
feridas, inflamações diversas, leucorreia, problemas urinários, sífilis.
As folhas do chá de aroeira são balsâmicas e frequentemente usadas para curar feridas, erisipela, infecções cutâneas causadas por bactérias, entre outras. O chá das folhas é aplicado em compressas nesses casos. Assim também quando o caso é de doenças reumáticas, artrite, distensão de tendões, dores ciáticas e gota, sendo aplicadas massagens ou compressas e banhos bem quentes.
Em infusão ou decocção, este chá pode ajudar em casos de doenças internas, como do trato urinário, problemas com os órgãos digestivos, diarreias, tumores linfáticos, entre outras

PREPARO DO CHÁ DE AROEIRA

Aprenda como preparar o chá de aroeira que é repleto de benefícios à saúde.

chá de aroeira cheio de benefícios
Ferve-se um litro de água e acrescenta-se 100g das folhas da aroeira. Se preferir, pode ser adoçado e toma-se 3 a 4 colheres de sopa ao dia.
Fazer a decocção de um litro de água com 3 ou 4 pedaços (20 ou 30g) da casca de aroeira por 5 minutos e, depois de frio, deixar na geladeira e beber durante o dia.

Para preparar banhos: cozinha-se 1 litro de água com 25g de cascas da planta e toma-se um banho o mais quente que se consiga suportar, por quinze minutos. Estes são usados em caso de afecções de pele e reumatismos.

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COMPRESSA DO CHÁ DA AROEIRA.

chá de aroeira Schinus terebinthifolius rad

COMO FAZER O chá de aroeira

Lave bem três a quatro pedaços pequenos da casca e ferva em um litro água por cinco a dez minutos. Após esfriar, pode colocar na geladeira. Beba como água.

COMPRESSA DO chá de aroeira

RECEITAS DE chá de aroeira

Modo de preparar o chá de aroeira
Colocar para ferver seis colheres das de sopa de entre
casca picada em um litro de água.
Ferver por 10 minutos.
Coar.
Quando e como usar
Indicação: Infecções vaginais.
Modo de usar o chá de aroeira: Molhar uma toalhinha no chá e usar na forma de compressa. Repetir o tratamento com a toalhinha molhada por vinte minutos e sempre renovando o chá.

O tratamento deve durar de uma a três semanas, com uma pausa durante a menstruação. O tratamento se encerra com a cura.
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Popular AROEIRA.

Nome científico Schinus molle L.

Família Anacardiáceas

Sinonímia popular
Aroeira vermelha, aroeira mansa, corneíba

Parte usada
Cascas , folíolos, sementes, frutos, óleo resinos

Propriedades terapêuticas
Anti-diarréica, antileucorréica, adstringente, balsâmica, diurética, emenagoga, purgativa, estomáquica, tônica, vulnerária, antiinflamatória, fungicida e bactericida

Princípios ativos
Óleo essencial: rico em mono e sesquiterpenos. Taninos, Resinas, Alcalóides, Flavonóides, Saponinas esteroidais, Esteróides, Triterpenos, cis-sabinol, p-cimeno, limoneno, simiarinol, alfa e beta pineno, delta-caroteno, alfa e beta felandeno, terechutona

Indicações terapêuticas
Azia, gastrite, febre, cistite, uretrite, diarréia, blenorragia, tosse, bronquite, reumatismo, íngua, dor-de-dente, gota, ciática
Informações complementares
Muitas espécies no Brasil são conhecidas como Aroeira.
Destacaremos aqui duas espécies:
Schinus molle L.
Schinus terebinthifolia Raddi
Sinonímia científica para Schinus molle L.
Schinus areira L.
Schinus molle var. areira L.
Schinus angustifolius Sessé & Moc.
Schinus huigan Mol.
Schinus mole var. argentifolius March.
Sinonímia científica para Schinus terebinthifolia
Schinus mucronulata Mart.
Schinus weinmanniifolius Mart.
Schinus riedeliana Engl.
Schinus selloana Engl. S
chinus damaziana Beauv.
Schinus raddiana Engl.
Nome popular para Schinus molle
Aroeira, Aroeira vermelha, Aguará-Ybá-Guassú (dos Guaranis) Aroeira do Amazonas, Aroeira folha de salso, Aroeira Salso, Corneiba (dos Tupis), Pimenteira do Peru, Anacauíta, Araguaraíba, Aroeira mansa, Fruto-de-sabiá, Pimenteiro, Terebinto, Aroeira-periquita, Aroeira mole.
Nome popular para Schinus terebinthifolia
Aroeira brasileira, Aroeira vermelha, Aroeira mansa, Cabuy, Cambuy, Fruto-de-sabiá, Aguaraíba, Aroeira da praia, Aroeira do brejo, Aroeira-pimenteira, Bálsamo , Corneíba, Aroeira do Paraná, Aroeira do sertão,
Nome em outros idiomas
Lentisco: Espanhol
Lentisque, poivrier d´Amerique, poivrier du Perou: Francês
Califórnia peper tree : Inglês
Pimenteira bastarda: Portugal
Pfefferstrauch: Alemão
OrigemSul do Brasil
(alguns autores consideram sua origem peruana)
Princípios ativos
Óleo essencial: rico em mono e sesquiterpenos, em teor de 1% para as folhas e 5% para os frutos.
Taninos, Resinas, Alcalóides, Flavonóides, Saponinas esteroidais, Esteróides, Triterpenos. Para as sementes é citado um teor de óleo fixo da ordem de 14%. O óleo essencial da Schinus terebinthifolius contém: cis-sabinol, p-cimeno, limoneno, simiarinol, alfa e beta pineno, delta-caroteno, alfa e beta felandeno, triterpenos como o ácidomasticodienóico, 3 hidroximasticodiênomico, schinol, terechutona, baicremona e ácido terebentifólico.
Uso medicinal
As cascas e folhas secas da aroeira são utilizadas contra febres, problemas do trato urinário, contra cistites, uretrites, diarréias, blenorragia, tosse e bronquite, problemas menstruais com excesso de sangramento, gripes e inflamações em geral. Sua resina é indicada para o tratamento de reumatismo e ínguas, além de servir como purgativo e combater doenças respiratórias.
Emprega-se também contra a blenorragia, bronquites, orquites crônicas e doenças das vias urinárias.

Seu óleo resina é usado externamente como cicatrizante e para dor-de-dente.
A resina amarelo-clara (a qual endurece ao ar tornando-se azulada e depois pardacenta), proveniente das lesões das cascas, é medicamento de larga aplicação entre os sertanejos, como tônico, nos casos em que usam cascas.
Em outros tempos, a aroeira foi utilizada pelos jesuítas que, com sua resina, preparavam o Bálsamo das Missões , famoso no Brasil e no exterior.
A planta inteira é utilizada externamente como anti-séptico no caso de fraturas e feridas expostas.

O óleo essencial é o principal responsável por várias atividades desta planta, especialmente à ação antimicrobiana contra vários tipos de bactérias e fungos e contra vírus de plantas, bem como atividade repelente contra a mosca doméstica.

Este óleo essencial, rico em monoterpenos, é indicado em distúrbios respiratórios. É eficaz em micoses, candidíases (uso local) e alguns tipos de câncer (carcinoma, sarcoma,etc.) e como antiviral e bactericida. Possui ação regeneradora dos tecidos e é útil em escaras, queimaduras e problemas de pele.
Externamente, o óleo essencial da aroeira brasileira utilizado na forma de loções, gels ou sabonetes, é indicado para limpeza de pele, coceiras, espinhas (acne), manchas, desinfecção de ferimentos, micoses e para banho.
Em muitos estudos in vitro, extratos da folha da aroeira brasileira demonstram ação antiviral contra vírus de plantas e apresentam ser citotóxicos para 9 tipos de câncer das células.
Em banhos é utilizado o decocto da casca de aroeira para combater úlceras malignas.
Dosagem indicada
Gota, reumatismo e ciática. Banho- ferver 26g de cascas de aroeira em um litro de água. Tomar, diariamente, um banho de 15 minutos, tão quente quanto possível. Um ensaio clínico feito com extrato aquoso das cascas de Schinus terebinthifolius na concentração de 10% aplicado na forma de compressas intravaginais em 100 mulheres portadoras de cervicite e cervicovaginites promoveu 100% de cura num período de uma a três semanas de tratamento.
Gargarejos, bochechos, compressas, tratamento tópico de ferimentos de pele ou mucosas, infectadas ou não, cervicite, hemorróidas inflamadas, gengivas inflamadas. Cozinhar em 1 litro de água, 100g da entrecasca limpa e seca da Schinus terebinthifolius, quebrada em pedaços pequenos.
Azia e gastrite. Utilizar os frutos cozidos de 2 vezes, cada vez com meio litro de água. Beber em doses de 30 ml duas vezes ao dia.
Uso culinário
A pequena semente do fruto da aroeira vermelha, redondinha e lustrosa, inscreve-se entre as muitas especiarias existentes e que são utilizadas essencialmente para acrescentar sabor e refinamento aos pratos da culinária universal.

O sabor suave e levemente apimentado da aroeira vermelha, bem como sua bonita aparência, de uso decorativo, permite o seu emprego em variadas preparações, podendo ser utilizada na forma de grãos inteiros ou moídos. No entanto, a aroeira é especialmente apropriada para a confecção de molhos que acompanham as carnes brancas, de aves e peixes, por não abafar o seu gosto sutil.
Introduzida na cozinha européia, com o nome de aroeira poivre rose (pimenta-rosa), a aroeira vermelha acrescentou um gostinho tropical à nouvelle cuisine.
Outros usos
Devido ao alto teor de tanino, é empregada nos curtumes para curtir peles e couros. As folhas maduras passam por forrageiras.

No Peru, a aroeira é utilizada após fermentação para se fazer vinagre e bebida alcoólica.
Contra-indicações
Em todas as partes da planta foi identificada a presença pequena de alquil-fenóis, substâncias causadoras de dermatite alérgica em pessoas sensíveis. Sentar-se à sombra desta aroeira implica grandes riscos, pelos efeitos perniciosos que pode provocar. As partículas que se desprendem de sua seiva e madeira seca podem causar uma afecção cutânea parecida com a urticária, edemas, febre e distúrbios visuais.
O uso das preparações de aroeira deve ser revestido de cautela por causa da possibilidade de reações alérgicas na pele e mucosas. Caso isto aconteça, suspenda o tratamento e procure o médico o mais cedo possível.
Curiosidades
Seus frutos são utilizados na Flórida para decoração de Natal, o que lhe conferiu a denominação de Christmas-berry. Em 1996, uma patente americana foi criada para um produto feito com o óleo essencial de aroeira brasileira, Schinus Terbinthifolius, como um remédio tópico de ação bactericida utilizado contra Pseudomonas aeruginosa e Staphylococcus aureus para seres humanos e animais (um preparado par nariz, ouvido e peito).
A mesma companhia criou uma outra patente em 1997 para um preparado similar usado para limpeza de pele e de ação bactericida.
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Aroeira Planta medicinal.

Planta medicinal indicada no combate à febre, reumatismo e sífilis
Outros nomes: Aroeira-mansa, aroeira-vermelha, araguaraíba, corneíba.
Descrição: Árvore pequena. Inflorescência em panículas terminais. Frutos arredondados, avermelhados, pequenos.
Uso Medicinal:
A aroeira é boa para combater as febres, o reumatismo e a sífilis.
Os homeopatas aconselham esta planta nos casos de atonia muscular, distensão dos tendões, artrite, reumatismo, fraqueza dos órgãos digestivos, tumores.
Emprega-se comumente em fomentações para combater afecções reumáticas e tumores linfáticos.
As folhas são dotadas de propriedades balsâmicas, pelo que se usam para curar úlceras.
Devido aos seus efeitos adstringentes, as cascas são contra a diarréia e as hemoptises. Usam-se 100 gramas para 1 litro de água. Pode-se adoçar com açúcar. Tomam-se 3 a 4 colheres, das de sopa, ao dia.
Aplica-se também contra a ciática, a gôta e o reumatismo. Prepara-se um cozimento na proporção de 25 gramas de cascas para 1 litro de água.

Toma-se diariamente um banho de 15 minutos, tão quente como se possa suportar.
A aroeira de que aqui estamos falando não deve ser confundida com as aroeiras bravas ou aroeiras brancas. estas são extremamente cáusticas.

O simples cheiro das mesmas, ou as partículas que delas de desprendem ao serem cortadas, a seiva ou a madeira seca, ou mesmo a terra em que crescem suas raízes podem causar uma afecção cutânea semelhante à urticária, edema ou eritema. Para estes casos, as lavagens com o decoto das folhas da aroeira mansa são uma remédio eficaz.
Estas lavagens são boas também contra a erisipela e outras moléstias provocadas por bactérias e que se manifestam em forma de edema ou eritema.
Há também outras espécies de aroeiras mansas: a aroeira-rasteira, aroeira do campo, almecegueira e lentisco; a aroeira mole; e outras. Prestam-se para os mesmos fins curativos.
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