Fibras Naturais que Combatem a Obesidade

Fibras naturais é fundamental para um bom funcionamento intestinal nos regimes de emagrecimento.

As principais substâncias responsáveis pela regularização do intestino são as Fibras Naturais.

Por este motivo, muitas Farmácias juntou a farinha de maracujá com o Psylium, duas fibras naturais consagradas devido a seus efeitos emagrecedor.

Fibras naturais são controlador de colesterol e da glicemia e regulador intestinal.

Veja alguns beneficios da fibras naturais:

Auxilia no emagrecimento
Combate o colesterol
Promove saciedade
Diminui as taxas de açúcar no sangue
As fibras naturais ainda melhora o funcionamento do intestino.

Farinha de Maracujá.

A farinha de maracujá foi desenvolvida a partir de uma pesquisa feita com a casca da fruta, que é um material nobre por conta da riqueza de pectina.

A farinha de maracujá foi estudos pela faculdade de Nutrição da Universidade do Rio de Janeiro UFRJ

A pectina é uma fração de fibras naturais solúvel. No nosso organismo ela forma um gel.

Farinha de Maracujá esse gel dificulta a absorção de carboidratos de uma maneira geral e também dificulta a absorção de glicose, revela o Doutor armando Sabba Srur UFRJ.

Por isso, auxilia muitas pessoas com diabetes no controle da taxa de glicose no sangue e, como diminui a absorção de carboidratos, farinha de maracujá também auxilia no processo de emagrecimento e no controle do colesterol ruim.

As fibras de psyllium.

As fibras Psylium presentes na composição do psyllium absorvem considerável quantidade de água, aumentando o volume fecal, facilitando a evacuação.

Fibras Psylium retarda tanto o esvaziamento gástrico como a absorção de glicose a partir do intestino delgado.

Em estudos realizados, demonstrou possuir a propriedade de reduzir o colesterol sérico total.

Fibras Psylium reduz o LDL - colesterol mau colesterol e aumentando o HDL-colesterol bom colesterol.

Fibras Psylium quando ingerido antes das refeições, reduz a sensação de fome.

Quais são os tipos de fibras naturais?

Existem as de origem animal, como as conhecidas lã e seda, e vegetal, como algodão, linho, juta e sisal.

A Organização das Nações Unidas pela Agricultura e Alimentação (FAO) declarou 2009 como o Ano Internacional das fibras naturais, com diversos eventos, inclusive no Brasil, para divulgar e estimular a demanda por seu uso e mostrar a relevância econômica dessas fibras naturais, especialmente para os pequenos agricultores.

Conheça outras fibras naturais, bem curiosas, abaixo:

Matéria-prima - fibras naturais Rami / Folhas da planta de mesmo nome produtores - China, Japão e Taiwan

Produtos finais - Tecidos, cordas, barbante, papel-moeda e reforço de mangueira e pneu

Matéria-prima - fibras naturais Coco / Fruto do coqueiro comum
Produtores - Índia, Sri Lanka e Filipinas
Produtos finais - Tapetes, escovas, cordas, vassouras, vasos para plantas, painéis e assentos para carro

Matéria-prima -fibras naturais Acacá / Folha de um tipo de bananeira, a Musa textilis: Produtores - Filipinas e Equador
Produtos finais - Saquinhos para chá, papel para cigarros, embrulhos e escritório, linha, rede de pesca, tapetes

Matéria-prima - fibras naturais Cânhamo / Planta Cannabis sativa L., diferente da maconha, livre de psicoativos
Produtores - China, Chile e França
Produtos finais - Cordas, roupas, calçados, telas para pintura, papel e painéis para carro

Matéria-prima - fibras naturais Lã de Angorá / Pelo da lebre angorá
Produtores - China, Argentina, Chile, República Checa
Produtos finais - Cachecol, mantas, xales e roupas finas

Matéria-prima - fibras naturais Mohair / Pelo da cabra angorá
Produtores - Turquia, África do Sul, Estados Unidos
Produtos finais - Ternos, suéteres, meias, cobertores, xales, carpetes e tecidos para decoração

Matéria-prima -fibras naturais Lã de Alpaca / Pelo da alpaca, parente sul-americano do camelo
Produtores - Peru e Bolívia
Produtos finais - Roupas, boinas, gorros, cachecóis, meias, tapetes, pelúcias, sapatos

Matéria-prima - fibras naturais Pelo de Camelo / Camelo e, em menor escala, dromedário
Produtores - China e Mongólia
Produtos finais - Roupas de frio, como casacos, jaquetas, capas, blazers e luvas

Matéria-prima - fibras naturais Caxemira / Pelo da cabra caxemira
Produtores - China, Mongólia e Irã
Produtos finais - Roupas de frio, como suéteres, cachecóis, mantas e cobertores.

As fibras naturais podem ser de origem animal, vegetal ou mineral.

As fibras naturais de origem animal podem provir da secreção glandular de alguns insetos, como é o caso da seda, em que dois filamentos de fibroína são ligados por sericina, ou, então, de bolbos pilosos de alguns animais e apresentar uma estrutura molecular composta de queratina, como é o caso da lã.

As fibras vegetais são estruturas alongadas, de secção transversal arredondada, que podem ser classificadas, de acordo com a sua origem, em: fibras da semente, fibras do caule, fibras das folhas e fibras dos fruto.

Comparativamente com as fibras naturais tradicionais, as fibras vegetais apresentam como principais vantagens: a abundância, o baixo custo, a baixa massa volúmica, a capacidade de absorção de dióxido de carbono do meio-ambiente, a biodegradabilidade e a renovabilidade.

Em contrapartida, as suas principais desvantagens são: a elevada absorção de humidade, a baixa resistência a micro-organismos, a baixa estabilidade térmica e propriedades mecânicas inferiores às das fibras não-naturais.

As fibras de origem mineral têm a sua origem em rochas com estrutura fibrosa e são constituídas, essencialmente, por silicatos. Um exemplo de uma fibra de origem mineral é o amianto.

Fibras Não-Naturais

As fibras não-naturais foram desenvolvidas com o intuito de melhorar várias propriedades, como o rendimento mecânico, a estabilidade térmica e a condutividade elétrica, relativamente às fibras naturais.

São conhecidas como fibras feitas pelo Homem e, podem dividir-se em artificiais ou sintéticas.

As fibras artificiais são obtidas a partir da transformação de polímeros naturais, através da ação de agentes químicos, em processos de extrusão.

Na sua grande maioria, o polímero percursor de muitas das fibras artificiais é a celulose, extraída de linters de algodão, folhas de árvores, como o eucalipto, bamboo, soja, milho, entre outras.

Outros percursores, como a caseína do leite ou o alginato extraído das algas, podem igualmente ser utilizados.

As fibras sintéticas são normalmente produzidas quimicamente através de percursores provenientes do petróleo, originando uma vasta gama de materiais com propriedades diversas.

O aparecimento das fibras sintéticas contribui fortemente para o alargamento da gama de aplicações dos materiais à base de fibras, considerando as suas propriedades físicas, químicas e mecânicas.

Desta forma, fibras de poliéster, poliamida ou polipropileno encontraram rapidamente aplicações generalizadas e em grande escala em áreas ditas não-convencionais – vestuário e têxteis-lar, incluindo medicina, transportes, aeronáutica, construção civil, de entre muitas outras.

Fibras Inorgânicas

As fibras inorgânicas são constituídas, essencialmente, por compostos químicos inorgânicos, com base em elementos naturais, como o carbono, o silício e o boro, que, em geral, após receberem tratamento a elevadas temperaturas se transformam em fibras.

As fibras inorgânicas, também muitas vezes apelidadas de fibras de alto desempenho ou de super-fibras, apresentam caraterísticas e propriedades que as diferem das restantes fibras não-naturais, e, por isso, raramente encontram aplicações na área dos têxteis convencionais.

Efetivamente, estas fibras apresentam como caraterísticas gerais elevadas resistências térmica e mecânica, o que faz com que sejam sobretudo aplicadas em soluções de engenharia, em muitos casos, em combinação com outro tipo de materiais – compósitos.

Nestas aplicações, concorrem, normalmente, com materiais convencionais, substituindo-os muitas vezes devido à sua facilidade de processamento, resistência térmica, resistência a agentes químicos e, sobretudo, devido à excelente relação peso/propriedades mecânicas.

De uma maneira geral, as fibras inorgânicas são de difícil processamento pelas técnicas têxteis convencionais, como tecelagem ou tricotagem, devido ao facto de quebrarem facilmente em flexão (frágeis), de apresentarem baixo alongamento na rotura e de possuírem elevados coeficientes de atrito com os metais, obrigando, muitas vezes, à sua lubrificação superficial.